terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Celebração Natalina com o Povo da Rua

A Pastoral do Povo da Rua da Arquidiocese de Fortaleza realizará com os moradores de rua uma celebração natalina  hoje, 18 de dezembro de 2012, às 16h30min, na Praça Figueiras Lima, em frente a Casa Dom Luciano Mendes. Será um momento de render graças a Deus pela caminhada, pelo avanços e momento para renovar as esperanças no Deus da Vida. Encerraremos com um jantar de confraternização.
Fórum da Rua 
Realizou no dia 13 de dezembro, com demais entidades que trabalham com a população de rua e que compõem o Fórum da Rua um seminário com o tema : População de Rua e os impactos dos Megaeventos. O evento aconteceu no auditório da Defensoria Pública Estadual, na Av. Pinto Bandeira, 111, Luciano Cavalcante.
Vale ressaltar que o Fórum da Rua de Fortaleza, foi uma iniciativa da Pastoral do Povo da Rua e de Dom José Luiz e vem se realizando desde 2007, com o objetivo de ser espaço de organização das entidades que trabalham com a população de rua para discutir, propor e contribuir para implementação de políticas públicas para o este segmento social.
Informações com Fernanda Gonçalves (85) 8872.6947

Primeira leitura (Jeremias 23,5-8)



Leitura do Livro do Profeta Jeremias.

5“Eis que virão dias, diz o Senhor, em que farei nascer um descendente de Davi; reinará como rei e será sábio, fará valer a justiça e a retidão na terra. 6Naqueles dias, Judá será salvo e Israel viverá tranquilo; este é o nome com que o chamarão: ‘Senhor, nossa Justiça’. 7Eis que virão dias, diz o Senhor, em que já não se usará jurar ‘Pela vida do Senhor que tirou os filhos de Israel do Egito’ 8 — mas sim: ‘Pela vida do Senhor que tirou e reconduziu os descendentes da casa de Israel desde o país do norte e todos os outros países’, para onde os expulsará; eles então irão habitar em sua terra”.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

(Salmos 71)



— Nos seus dias a justiça florirá e a paz em abundância, para sempre. — Nos seus dias a justiça florirá e paz em abundância, para sempre.
  1-Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus, vossa justiça ao descendente da realeza! Com justiça ele governe o vosso povo, com equidade ele julgue os vossos pobres.
  2-Libertará o indigente que suplica, e o pobre ao qual ninguém quer ajudar. Terá pena do indigente e do infeliz, e a vida dos humildes salvará.
  3-Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque só ele realiza maravilhas! Bendito seja o seu nome glorioso! Bendito seja eternamente! Amém, amém!

Um pouco de Reflexão!

Começamos nossa reflexão citando as palavras do anjo a José, no que toca a concepção e, consequentemente, o nascimento de Jesus.
José depara-se com uma situação humanamente impossível: sua esposa está grávida sem que ele a tivesse conhecido. Como será isso e que procedimento seguir? Se ele a tivesse conhecido antes de viverem juntos, seria o pior vexame que teriam passado, além de correr o risco de serem apedrejados pela cultura daquele tempo; o que seria o de menos, pelo fato de terem violado a Lei. O enigmático é que, conscientemente, isso aconteceu e ela apareceu grávida.
Alguém lhe teria passado para trás ou a própria Maria o teria traído? Devido ao adjetivo a ele atribuído e sem querer difamá-la, porque era justo, José resolveu abandonar o amor da sua vida em segredo. Mas, enquanto pensava nisso, Deus veio ao seu encontro por intermédio de um anjo.
Na intervenção de Deus, neste momento de profunda angústia e confusão de José, manifesta-se o triunfo da justiça divina sobre os homens e mulheres fiéis a Ele, os quais andam observando e vivendo os Seus mandamentos. “Aos homens retos, darei alegria plena”, diz Deus. “Eu estou ao lado da justiça e julgo segundo o que vejo; não segundo as aparências”.
A atitude de silêncio interior de José pode ser entendida como o tempo da meditação, de intimidade profunda com Deus, de deixar que Ele fale por nós. Quando nós levamos as nossas preocupações a Ele, o Senhor as faz suas. Então, não somos nós que falamos, mas o Espírito do nosso Pai que fala por nós. Basta fazer a nossa parte, que consiste somente em confiar e saber esperar no Senhor que tudo pode. José não precisou falar alto nem muito com “A” ou “B”. Simplesmente, contemplando o sucedido e rezando, calou-se.
A resposta de Deus não se fez esperar. Imediatamente, agiu mandando o seu anjo que diz: “José, descendente de Davi, não tenha medo de receber Maria como sua esposa, pois ela está grávida pelo Espírito Santo. Ela terá um menino, e você porá n’Ele o nome de Jesus, pois Ele salvará o seu povo dos pecados”. Era isso que José esperava ouvir. Esclarecida a dúvida, José recebe Maria como sua esposa e toca a vida.
Muitas são as simbologias que podemos encontrar neste texto. Veja por exemplo: com a escolha do homem da casa de Davi, o Evangelho de Mateus quer, teologicamente, inserir Jesus na genealogia davídica para harmonizar a concepção virginal de Maria com a acolhida de José. O estranho é que, só depois de José sofrer profundamente ao perceber, progressivamente, a gravidez da mulher amada, o anjo é enviado a ele, dissipando a terrível dúvida acumulada.
Teologicamente, José, apresentado como inserido na genealogia davídica, representa o antigo Judaísmo. De Maria, que está fora desta genealogia, nascerá Jesus. Maria representa a novidade de Jesus nas comunidades cristãs. Alguém que não pertence à raça, à estirpe, à tribo. Porém, o novo que se manifesta em Maria escapa à compreensão de José. Era necessário que, do Alto, viesse a luz e José fosse advertido pelo anjo. E então, ele acolhe Maria para dizer que os judeus devem aceitar as novas comunidades cristãs, vendo nelas a obra de Deus.
Este “judeu” pode ser eu e pode ser você, meu irmão, quando, diante dos pecadores públicos, dos criminosos, consideramo-nos justos e sem pecados. Por isso, queremos nos manter distantes dos leprosos e dos pecadores.
José, o homem justo, fiel e humilde, compreendeu o desígnio do Pai para com a humanidade e colaborou para que ele fosse realizado. Em que ponto você está? Assim como aconteceu com José ontem, hoje a Palavra continua sendo dirigida a nós. Não tenha medo de receber o estrangeiro, o pobre, a viúva, o órfão, o viciado, o doente. Ame-os! Assim, você transformará a sua vida e salvará sua alma da morte eterna e, assim, celebrará o verdadeiro Natal.
Padre Bantu Mendonça- Canção Nova

Evangelho (Mateus 1,18-24)

— O Senhor esteja convosco. — Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo. 20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. 21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados”. 22Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: 23“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco”. 24Quando acordou, José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado, e aceitou sua esposa.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Você entende o significado da oração do Credo?


Neste 'Ano da Fé', proclamado pelo Papa Bento XVI para o período de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013, o Santo Padre pede aos fiéis para que rezem a oração do Credo. Esta é a profissão de fé dos fiéis, ou seja, expressa qual é a verdadeira crença dos fiéis católicos. Nesta semana, o noticias.cancaonova.com exibe uma série de cinco reportagens que refletem o significado da oração.
 
Existem duas formas de se rezar o Credo. Padre Antônio Justino Filho, conhecido como padre Toninho da Comunidade Canção Nova, explicou que a primeira, denominada Credo niceno-constantinopolitano, é resultado dos primeiros concílios ecumênicos da Igreja: o Niceno, de Niceia, no ano 325, e o de Constantinopla, em 381.
 
O sacerdote disse que esta oração ainda é muito comum nas grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente. Ela pode ser rezada nas Celebrações Eucarísticas dependendo da liturgia, o que acontece, normalmente, em ocasiões solenes.
 
Mas há uma forma mais resumida desta oração, o qual é chamado 'símbolo dos apóstolos', ou seja, o Credo que se reza normalmente na Santa Missa no momento da Profissão de Fé.
 
“Nós temos o 'símbolo dos apóstolos', assim chamado por ser considerado o resumo fiel da fé deles, um antigo símbolo da fé batismal da Igreja de Roma e sua grande autoridade vem do seguinte fato: ele é o símbolo guardado pela Igreja Romana, aquela na qual Pedro, o primeiro apóstolo, teve a sua fé e para onde ele trouxe a comum expressão de fé, opinião comum. Isto quem diz é Santo Ambrósio, um grande Santo da Igreja”, informou padre Toninho.
 
O sacerdote ressaltou que o Credo niceno constantinopolitano é o mais completo símbolo de fé. Contudo, este resumo de fé dos apóstolos aconteceu para facilitar a vida da Igreja e dos cristãos, já que a oração fruto dos dois Concílio é um Credo um pouco mais extenso.
 
Ano da Fé
 
Tendo em vista que o Credo é a profissão de fé dos fiéis, o Papa pede que todos o rezem com atenção neste 'Ano da Fé', isso porque a proposta deste Ano é, justamente, uma redescoberta da fé, de forma que os cristãos saibam entender e dar razões da fé que têm.
 
Quanto a isso, padre Toninho acrescentou o fato de que, muitas vezes, se reza muito rápido, mas é necessário parar e refletir sobre o que se está rezando.
 
“A primeira palavra que a profissão de fé nos mostra é o ‘creio’. Em que você crê? Começa daí, pois a fé é você meditar aquilo que você está rezando. Você crê em quem: no Pai, no Filho, no Espírito Santo, na Igreja, na Ressurreição da Carne? Esse crer significa a minha adesão àquilo que eu estou rezando. Então, nesse Ano da Fé, o Papa pede isso: essa maior interiorização naquilo que se reza”, destacou.
Fonte: cancaonova

Que tipo de sacerdote quero ser para a Igreja?”. Prefeito do Dicastério Missionário aos seminaristas de Uganda


"Que tipo de sacerdote quero ser? Um sacerdote que testemunha Cristo porque crê, o ama e o demonstra em sua ação e em sua vida?".
São algumas perguntas feitas pelo cardeal Fernando Filoni, Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, aos seminaristas da província eclesiástica de Gulu, no final da homilia da missa celebrada para eles esta manhã na paróquia do Vicariato de Moyo, no âmbito das celebrações conclusivas do centenário da evangelização de Uganda setentrional.
Outras questões colocadas pelo cardeal: "Que tipo de sacerdote quero ser para a Igreja, meio século após o Concílio Vaticano II? Estou pronto para assumir o patrimônio adquirido e construído através de trabalho duro e intrépido, o sangue derramado por tantos mártires, santos missionários, homens e mulheres de fé? Podem Cristo e a Igreja confiar em mim? Estou realmente pronto para servir, na castidade do celibato, a ser um dom total a Cristo? Tenho o coração de Cristo para edificar a Igreja e empreender a evangelização no século 21?”.
“A resposta agora é de vocês” – conclui o Prefeito do Dicastério Missionário.
Na homilia, o cardeal ressaltou o significado deste tempo de formação no qual se aprende, primeiramente, a “estar com Ele” para conhecê-lo, ouvir o que diz, ser formados por Ele; e depois, “ser missionários que saem, que levam consigo o que aprenderam de Jesus, transmitindo-o aos outros”. O período do seminário – afirmou o Prefeito, “é um tempo de discernimento, um tempo para aprender, um tempo para a vocação. No entanto, tudo isso não é possível sem uma vida de oração em contínuo desenvolvimento e aprofundamento”. Enfim, o estudo é uma parte importantíssima da preparação ao sacerdócio, “vital e essencial” – sublinhou dom Filoni, citando de modo particular a Africae munus, Exortação apostólica pós-sinodal sobre a Igreja na África, do papa Bento XVI.
Informações: Agência Fides