segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Viver a comunhão
Os problemas das pessoas não mudam radicalmente de um momento para o outro, porque o homem é sempre o mesmo, com as suas riquezas e também com as más tendências.
O profeta Isaías, na Leitura que será lida neste Domingo (Isaías 58, 7-10) lamenta que o Povo de Deus se tenha refugiado numa falsa piedade e abandonado o respeito e o amor ao próximo.
Por isso, o profeta sente-se urgido a pregar: «Eis o que diz o Senhor: 'Reparte o pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem abrigo, leva roupa a quem viste andar despido e não voltes as costas ao teu semelhante'.»
Uma tentação que nos acompanha constantemente é a de fugir ao que custa. Num primeiro momento, procuramos encontrar desculpas, para gozar de uma falsa paz.
Depois, entra a rotina neste modo de ser. Ficamos apenas em práticas de religiosidade esvaziadas de alma e fugimos daquilo que exige de nós sacrifício.
Fechamo-nos numa religiosidade individual, como se cada um de nós fosse uma ilha isolada no mar imenso da humanidade.
É preciso regressar quanto antes ao bom caminho, vivendo a comunhão com as outras pessoas, sobretudo as mais carentes.
Tem este sentido a promessa de Isaías: «Então, a tua luz despontará como a aurora, e as tuas chagas não tardarão a sarar. A tua justiça andará à tua frente, e atrás de ti, a glória do Senhor.»
Muitas vezes sentimos dificuldades em progredir na santidade pessoal, em corrigir os nossos defeitos e vencer as tentações. Talvez isto aconteça, porque falta à nossa piedade a dimensão horizontal.
O Senhor chamou-nos para fazer parte duma família – a dos filhos de Deus – e só nesta condição nos podemos santificar: preocupando-nos com os outros, alargando o círculo das nossas amizades, ajudando-nos mutuamente a caminhar sem que ninguém fique para trás.
A eficácia da nossa oração está também condicionada por este estilo de vida.
Deus voltar-Se-á para nós, quando orarmos, na medida em que nos voltarmos para os outros, sendo sensíveis às suas carências e dificuldades. «Então, se chamares, o Senhor responderá, se apelares para ele, dir-te-á: 'Estou aqui'»
Queremos ser atendidos? Atendamos primeiro generosamente os que estão ao nosso lado.
Quando lemos no Evangelho deste Domingo (Mateus 5,13-16) que o discípulo de Jesus Cristo é sal da terra e luz do mundo, verificamos que, na prática, restringimos a nossa vocação e missão de anunciar as verdades da fé.
Há, de fato, uma grande carência de doutrina nas pessoas, mas há também uma grande carência de Amor.
O Senhor resume toda a vida do cristão em duas palavras: sal – testemunho de vida – e luz – anúncio da Boa Nova, com a Palavra de Deus.
A nossa vocação é dar gosto às atividades mais rotineiras, saber e ajudar os outros a descobrir o brilho divino que há nas coisas mais comuns.
Só o amor a Deus, vivido na caridade para com os outros nos transforma neste sal. As pessoas já não se convencem com palavras sonantes, com belas ideias.
Voltamos ao profeta Isaías: «Se afastares do meio de ti a opressão, os gestos de ameaça e as palavras ofensivas, se deres do que é teu ao esfomeado e matares a fome ao indigente, a tua luz brilhará na escuridão e a tua noite ficará como o meio-dia.»
Para que serviria o nosso cristianismo, se o não procurássemos viver com toda a exigência e com amor? «Mas, se o sal perder o sabor, com que há-de ele salgar-se? Já não serve para nada; só presta para se deitar fora e ser pisado pelos homens.»
Não encontraremos aqui alguma explicação para a falta de interesse de algumas pessoas pelo cristianismo?
Somos enviados a ser luz, anunciando a Palavra Deus. Disse Jesus: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa a todos os povos.» Os primeiros cristãos entenderam perfeitamente este mandato. Só depois, com o cansaço que vem ao longo da caminhada, se começou a pensar que a evangelização é encargo apenas de alguns privilegiados.
Faz-nos estremecer a Palavra de Jesus Cristo: «Não se pode esconder uma cidade situada num monte, nem se acende uma lâmpada para se pôr debaixo do alqueire, mas no candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa.»
Mas seremos luz também – e de modo indispensável – pelo bom exemplo que damos, pela seriedade coerente com que tratamos das tarefas de cada dia, na família, no trabalho, nas amizades. Quando fala da necessidade de espalhar luz, o Mestre fala também das nossas boas obras.
Com amor à Eucaristia, procuremos conduzir as pessoas à Eucaristia Dominical, e ajudemo-las a participar nela de modo que participem ativamente na Celebração.
Para que recomecem de verdade uma vida cristã, terão necessidade de recorrer também diligentemente ao Sacramento da Reconciliação e Penitência.
Que Nossa Senhora nos ajude e ensine a sermos cada vez mais sal da terra e luz do mundo.
Dom Antonio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen (RS)
O profeta Isaías, na Leitura que será lida neste Domingo (Isaías 58, 7-10) lamenta que o Povo de Deus se tenha refugiado numa falsa piedade e abandonado o respeito e o amor ao próximo.
Por isso, o profeta sente-se urgido a pregar: «Eis o que diz o Senhor: 'Reparte o pão com o faminto, dá pousada aos pobres sem abrigo, leva roupa a quem viste andar despido e não voltes as costas ao teu semelhante'.»
Uma tentação que nos acompanha constantemente é a de fugir ao que custa. Num primeiro momento, procuramos encontrar desculpas, para gozar de uma falsa paz.
Depois, entra a rotina neste modo de ser. Ficamos apenas em práticas de religiosidade esvaziadas de alma e fugimos daquilo que exige de nós sacrifício.
Fechamo-nos numa religiosidade individual, como se cada um de nós fosse uma ilha isolada no mar imenso da humanidade.
É preciso regressar quanto antes ao bom caminho, vivendo a comunhão com as outras pessoas, sobretudo as mais carentes.
Tem este sentido a promessa de Isaías: «Então, a tua luz despontará como a aurora, e as tuas chagas não tardarão a sarar. A tua justiça andará à tua frente, e atrás de ti, a glória do Senhor.»
Muitas vezes sentimos dificuldades em progredir na santidade pessoal, em corrigir os nossos defeitos e vencer as tentações. Talvez isto aconteça, porque falta à nossa piedade a dimensão horizontal.
O Senhor chamou-nos para fazer parte duma família – a dos filhos de Deus – e só nesta condição nos podemos santificar: preocupando-nos com os outros, alargando o círculo das nossas amizades, ajudando-nos mutuamente a caminhar sem que ninguém fique para trás.
A eficácia da nossa oração está também condicionada por este estilo de vida.
Deus voltar-Se-á para nós, quando orarmos, na medida em que nos voltarmos para os outros, sendo sensíveis às suas carências e dificuldades. «Então, se chamares, o Senhor responderá, se apelares para ele, dir-te-á: 'Estou aqui'»
Queremos ser atendidos? Atendamos primeiro generosamente os que estão ao nosso lado.
Quando lemos no Evangelho deste Domingo (Mateus 5,13-16) que o discípulo de Jesus Cristo é sal da terra e luz do mundo, verificamos que, na prática, restringimos a nossa vocação e missão de anunciar as verdades da fé.
Há, de fato, uma grande carência de doutrina nas pessoas, mas há também uma grande carência de Amor.
O Senhor resume toda a vida do cristão em duas palavras: sal – testemunho de vida – e luz – anúncio da Boa Nova, com a Palavra de Deus.
A nossa vocação é dar gosto às atividades mais rotineiras, saber e ajudar os outros a descobrir o brilho divino que há nas coisas mais comuns.
Só o amor a Deus, vivido na caridade para com os outros nos transforma neste sal. As pessoas já não se convencem com palavras sonantes, com belas ideias.
Voltamos ao profeta Isaías: «Se afastares do meio de ti a opressão, os gestos de ameaça e as palavras ofensivas, se deres do que é teu ao esfomeado e matares a fome ao indigente, a tua luz brilhará na escuridão e a tua noite ficará como o meio-dia.»
Para que serviria o nosso cristianismo, se o não procurássemos viver com toda a exigência e com amor? «Mas, se o sal perder o sabor, com que há-de ele salgar-se? Já não serve para nada; só presta para se deitar fora e ser pisado pelos homens.»
Não encontraremos aqui alguma explicação para a falta de interesse de algumas pessoas pelo cristianismo?
Somos enviados a ser luz, anunciando a Palavra Deus. Disse Jesus: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa a todos os povos.» Os primeiros cristãos entenderam perfeitamente este mandato. Só depois, com o cansaço que vem ao longo da caminhada, se começou a pensar que a evangelização é encargo apenas de alguns privilegiados.
Faz-nos estremecer a Palavra de Jesus Cristo: «Não se pode esconder uma cidade situada num monte, nem se acende uma lâmpada para se pôr debaixo do alqueire, mas no candelabro, onde brilha para todos os que estão em casa.»
Mas seremos luz também – e de modo indispensável – pelo bom exemplo que damos, pela seriedade coerente com que tratamos das tarefas de cada dia, na família, no trabalho, nas amizades. Quando fala da necessidade de espalhar luz, o Mestre fala também das nossas boas obras.
Com amor à Eucaristia, procuremos conduzir as pessoas à Eucaristia Dominical, e ajudemo-las a participar nela de modo que participem ativamente na Celebração.
Para que recomecem de verdade uma vida cristã, terão necessidade de recorrer também diligentemente ao Sacramento da Reconciliação e Penitência.
Que Nossa Senhora nos ajude e ensine a sermos cada vez mais sal da terra e luz do mundo.
Dom Antonio Carlos Rossi Keller
Bispo de Frederico Westphalen (RS)
CONSAGRAÇÃO DE CATEQUISTAS A NOSSA SENHORA
A ti, ó Mãe querida, quero consagrar a minha vida e a minha vocação. Consagro a ti o meu ministério, catequizar é a minha missão. Consagro os dons que de Deus recebi, consagro meu coração.
Consagro minha alegria de servir, o trabalho de minhas mãos. Consagro minha mente e minha boca, para que meus lábios proclamem com fé a minha devoção.
Tu que foste a primeira catequista, educando na fé o próprio Filho de Deus, intercede por mim a Jesus. Toma a minha mão e me leva até Ele, para que eu ande sempre pelos caminhos da Luz. Cobre-me com teu manto de amor, para que jamais desanime na caminhada, mesmo diante da cruz.
Ó Maria, mãe amada, abençoa minha jornada e ajuda-me a ser uma catequista dedicada. Agora e sempre, amém!
Maria Aparecida de Cicco
Consagro minha alegria de servir, o trabalho de minhas mãos. Consagro minha mente e minha boca, para que meus lábios proclamem com fé a minha devoção.
Tu que foste a primeira catequista, educando na fé o próprio Filho de Deus, intercede por mim a Jesus. Toma a minha mão e me leva até Ele, para que eu ande sempre pelos caminhos da Luz. Cobre-me com teu manto de amor, para que jamais desanime na caminhada, mesmo diante da cruz.
Ó Maria, mãe amada, abençoa minha jornada e ajuda-me a ser uma catequista dedicada. Agora e sempre, amém!
Maria Aparecida de Cicco
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos :
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos :
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
| Oração: | |
| Pai, guiado pelos ensinamentos de Jesus, revela-me teu querer divino, livrando-me de dar-me por satisfeito com a observância superficial dos teus mandamentos. | |
| Primeira leitura: Eclo 15,15-20 | |
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| Salmos: Sl 119 | |
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| 2° Leitura: 1Cor 2,6-10 | |
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| Evangelho: Mt 5,17-37 | |
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| Comentário do Evangelho | |
| Uma fonte de bênção Encontramos no texto deste domingo do livro do Eclesiástico (Eclo 15,16-17) ressonâncias de Dt 30,15-20, situado no longo e último discurso de Moisés. Aí achamos as duas vias apresentadas pelo Senhor para a decisão de cada membro do povo de Deus (cf. tb. Eclo 15,16b.17b), e uma forte exortação a guardar os mandamentos do Senhor (Dt 30,16.19b-20). É no cumprimento dos mandamentos da Lei de Deus que está a vida e a felicidade. A influente tradição deuteronomista insiste que o cumprimento irrepreensível da Lei é uma fonte de bênção (cf. Dt 28,1-14); sua rejeição, uma fonte de maldições (Dt 28,15ss). O evangelho deste domingo, situado no início do longo “sermão da montanha” (5–7), começa por eliminar um equívoco (v. 7a) que, certamente, perdurou por longo período e foi ocasião de disputas não somente entre Jesus e os seus contemporâneos, mas entre judeus e cristãos. O modo como Jesus interpretava e punha em prática a Lei de Moisés desconcertava a tal ponto que fazia com que seus contemporâneos e a geração posterior pensassem que ele desprezava e revogava a Lei de Moisés. As antíteses que se seguem (vv. 21-37) são o exemplo claro de que Jesus ultrapassa a letra da Lei, superando um rigorismo sufocante, considerado um fardo pesado que impedia de entrar na finalidade própria da Lei, dada por Deus ao seu povo para preservar o dom da vida e da liberdade. Parece que é exatamente isso que Jesus quer dizer ao afirmar que, para a comunidade que ele reúne, a justiça, isto é, o modo de proceder em conformidade com a vontade de Deus expressa na Lei, deve superar o rigorismo dos escribas e fariseus (cf. v. 20). É em Jesus que a Lei e os profetas alcançam o seu pleno cumprimento e sentido, pois apontam para ele. A expressão “Lei e os profetas” é um modo bíblico de designar a Escritura na sua totalidade. Esses dois termos estão intrinsecamente relacionados: a Lei é necessária para atestar e confirmar a veracidade da profecia; a profecia é necessária para interpretar e pôr corretamente em prática a Lei. Jesus não revoga a Lei de Moisés, mas, agora, na plenitude dos tempos, ela precisa ser interpretada à luz da revelação de Jesus Cristo (cf. Mt 5,17; 7,12; 22,40). No centro dessa “nova justiça” estão o amor, o perdão e a reconciliação, a misericórdia, a unidade e o acolhimento, que incluem e integram a todos na comunhão com Deus. | |
| Leitura Orante | |
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sábado, 15 de fevereiro de 2014
Comunidade Nossa Senhora de Fátima- JD. Castelão - Cristo Folia 2014 " Alegrai-vos no Senhor"
O CRISTO FOLIA surgiu com o objetivo de mostrar uma face alegre da Igreja, aproximando a fé da cultura brasileira.

- Acontece Domingo, 23 de fevereiro às 16:00 naComunidade Nossa Senhora de Fátima- JD. Castelão uma tarde de muita alegria onde os jovens mostrarão que é possível ser jovem sem deixar de ser santo. Venha e traga sua família!
Fundador da Comunidade Católica Shalom é recebido em audiência pelo Papa Francisco
O Papa Francisco recebeu na manhã desta sexta-feira (14), após a Missa na Casa Santa Marta, a conferência episcopal da República Tcheca e, em seguida, o fundador da Comunidade Católica Shalom, Moysés Louro de Azevedo Filho. Durante a audiência privada, que durou cerca de 30 minutos, Azevedo renovou a oferta de vida e missão da Comunidade Shalom em favor da evangelização de toda humanidade, especialmente dos jovens.
Segundo o fundador, a ocasião relembrou seu encontro com João Paulo II, em 9 de julho de 1980, quando entregou ao pontífice carta na qual expressava seu desejo de gastar vida e juventude a serviço da Igreja. Dois anos depois, foi fundada a Comunidade Católica Shalom.
Moysés presenteou o Papa Francisco com um pequeno álbum sobre a história da Comunidade. A ideia central é ilustrada pelo rosto de um jovem que representa o rosto de toda a humanidade que espera conhecer o amor de Deus.
Livro
Campanha de oração
A campanha de oração pelo Papa já conta com quase 15 mil seguidores com apenas uma semana de lançamento.
Link: https://www.facebook.com/eurezopelopapa
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