Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Simpósio abordará os 50 anos da renovação da liturgia
O tema proposto para o evento, “Gratidão e empenho por um grande movimento eclesial”, foi apresentado em coletiva de imprensa, na quinta-feira, 13, no Vaticano. De acordo com o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, cardeal Antonio Canizares Llover, o encontro será uma oportunidade para continuar a aprofundar a renovação litúrgica desejada pelo Concílio Vaticano II.
Na visão do secretário do dicastério vaticano para o Culto e a Disciplina dos Sacramentos, dom Arthur Roche, não se pode, pensar a Liturgia sem pensar na Igreja inteira. “Certo, os 50 anos da Sacrosanctum Concilium convidam a fazer um exame de consciência. O desejo é de poder oferecer nos dias do Simpósio, por meio da escuta, do diálogo, da oração comum, uma experiência de comunhão repleta de agradecida memória e de profético empenho”, afirmou dom Roche.
Participam do Simpósio representantes das Conferências Episcopais, responsáveis pelas comissões litúrgicas, centros de estudo teológico e pastoral, responsáveis e animadores pela Liturgia. Estão convidados sacerdotes, religiosos e leigos de todos os continentes e de ritos Litúrgicos não romanos.
Fonte CNBB
Membros do secretariado de pastoral se encontram com secretários e secretárias das nove regiões episcopais
Os secretários e as secretárias das nove regiões episcopais da Arquidiocese de Fortaleza realizaram na manhã de hoje, 18, uma reunião periódica com o coordenador arquidiocesano de Pastoral, padre Francisco Ivan, e com os membros do Secretariado de Pastoral. As pautas de hoje foram: Comunicação das regiões; Conselho Arquidiocesano de Pastoral; Liturgia; Campanha da Fraternidade 2014; Agenda das Regiões; Representações das Regiões; Boletim Informativo da Arquidiocese. A reunião tem objetivo de articular os trabalhos pastorais entre os secretários e secretárias com o secretariado de pastoral.
Amor e ódio...
Na bíblia aparece a expressão "olho por olho, dente por dente" (Ex 21, 24; Mt 5, 38), correspondendo à reciprocidade no crime e na pena. É o chamado Código de Hamurabi, ou lei de talião, encontrado em 1780 antes de Cristo, no Reino da Babilônia. Era uma lei severa e cruel para conseguir ordem e equilíbrio na sociedade da Mesopotâmia.
A desordem na sociedade brasileira tem provocado atitudes muito parecidas. É o caso de fazer justiça com as próprias mãos. Isto tem acontecido com frequência, mas não é o caminho de alternativa para conseguir paz e harmonia. Vai contra os princípios do amor que tem dimensão universal. Na visão cristã, por nenhum motivo é lícito odiar o outro a ponto de tirar-lhe a vida.
Numa situação desta não há lugar para o perdão. Jesus proíbe aos cristãos resistir ao mal com a vingança. Eles devem amar amigos e inimigos. É uma exigência que desafia o ser humano, porque a pessoa tem que se despir de todo tipo de maldade e ver no outro sua própria imagem. Existe o ditado de que "não devo fazer ao outro o que eu não gostaria que fosse feito a mim".
É até difícil falar em "não violência" numa cultura violenta, injusta, impiedosa e desumana. Sendo mais incisivo, muitos caem no desespero, no medo, se encasulam e passam a odiar a tudo e a todos. Perdem o rumo e até o estímulo para viver. Quem "pode" investe nos meios de segurança e vivem nos casulos herméticos, mas sempre desconfiados de que o pior acontecer.
A pessoa de fé coloca sua segurança em Deus, em forças que estão além de suas possibilidades. A vida não nos pertence, mas tem que ser defendida até às últimas consequências. Não é fácil ter a tranquilidade pregada por Cristo, mesmo convivendo com sacrifícios e enfrentamentos na convivência.
Não podemos deixar que o ódio e a vingança dominem o amor, o bem como destino de todas as pessoas. Amar é ter liberdade e capacidade de bons relacionamentos, construindo vidas.
Fonte: Catequese Católica
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Convite Especial
Atenção juventude de todas as idades
Sábado dia 22 as 17h no salão da Comunidade Santa Luzia (Jangurussu/Passaré) :
O Encontrão da Juventude
Com a presença do ministério de música do grupo SERAPH.
Muito louvor, muita animação e muito amor de Deus.
Lembrando que logo após teremos a Santa Missa da Juventude!
Convide seus amigos e venha ser feliz!
Sua presença é muito Importante!
Atenciosamente,
Grupo Santa Luzia Lumen
“O amor é nossa meta!
Cristo é nossa luz”
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
Papa Francisco pede que a participação dos leigos na Igreja seja alentada pelos bispos
Papa Francisco. Foto: Grupo ACI
VATICANO, 17 Fev. 14 / 10:54 am (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco recebeu os bispos de República Tcheca em visita ad limina, e pediu que eles fortaleçam a preparação dos fiéis para receber os sacramentos e alentem os leigos a assumir responsabilidades que ajudem à renovação e crescimento daIgreja.
No discurso que o Santo Padre lhes entregou no dia 14 de fevereiro, recorda que para que os fiéis conheçam bem a Jesus Cristo precisam “aumentar as iniciativas pastorais adequadas dirigidas a uma sólida preparação dos sacramentos e à participação ativa na liturgia. É também necessário o compromisso na educação religiosa visando uma presença significativa no mundo da educação e da cultura”.
“Não pode faltar, de vossa parte, uma abertura vigilante e corajosa aos novos impulsos do Espírito Santo, que distribui seus dons e leva os fiéis leigos a assumirem responsabilidades e ministérios para a renovação e crescimento da Igreja”, assinalou.
Explicou que para enfrentar os desafios contemporâneos e as novas urgências pastorais é necessária uma sinergia entre o clero, os religiosos e os fiéis leigos. Disse que se anos atrás a Igreja local esteve “oprimida pelos regimes fundamentados em ideologias contrárias à dignidade e à liberdade humana, agora há outros perigos, tais como o secularismo e o relativismo. Por isso é necessário, junto ao anúncio incansável dos valores do Evangelho, um diálogo construtivo com todos, inclusive com aqueles que estão longe de qualquer sentimento religioso”.
O Papa também insistiu que eles sejam “constantes na oração, no serviço generoso ao vosso povo, ferventes na proclamação da Palavra. É a vossa responsabilidade acompanhar com paternal afeto aos sacerdotes: são vossos principais colaboradores, e o seu ministério paroquial requer uma estabilidade adequada, tanto para conseguir um programa pastoral frutífero, como para fomentar um clima de confiança e serenidade nas pessoas”.
Também os animou a “promover de forma mais orgânica e capilar a pastoral vocacional, sobretudo, para fomentar nos jovens a busca de sentido e de entrega a Deus e aos outros. Que vossa atenção se centre na pastoral familiar: a família é a coluna vertebral da vida social e só trabalhando em nome das famílias pode-se renovar a comunidade eclesial e a própria sociedade civil”.
Sobre o tema econômico, Francisco assinalou que “os meios materiais estão destinados unicamente à missão espiritual da Igreja, para assegurar a cada uma das realidades eclesiais os recursos necessários e a liberdade para a atividade pastoral”.
“É necessário estar atentos para assegurar que os bens eclesiais se administrem com precaução e transparência, para que sejam protegidos e preservados, inclusive com a ajuda de leigos competentes e de confiança”, expressou.
Finalmente reafirmou a importância da comunhão dos bispos com o Sucessor de Pedro. “Esta união fraterna é também essencial para a eficácia do trabalho de vossa Conferência Episcopal, que pode dar-vos uma maior autoridade nas relações com as autoridades civis do país, tanto na vida cotidiana como no tratamento dos problemas mais delicados”, afirmou.
Fonte: Acidigital
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