quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
A força de um sorriso
A pessoa de Jesus Cristo tem sido usada com frequência por escritores e palestrantes como exemplo de liderança no mundo coorporativo.
E de fato, devemos reconhecer que Jesus foi, é e sempre será o nosso grande exemplo de homem motivador, que serve e, sendo Deus, é o maior modelo de humildade que a humanidade já conheceu.
Porém, hoje quero tratar de outro exemplo de liderança motivadora: Papa Francisco. Às vésperas da visita do Santo Padre ao Brasil comecei a refletir sobre o exemplo que este homem tem sido para a humanidade.
Francisco surge num mundo em crise, porém, ele possui um sinal que tem sido capaz de alterar as estruturas rígidas de situações que antes pareciam sem solução. Falo do sorriso de Francisco. O sorriso do Santo Padre é este sinal.
O semblante de Francisco transmite segurança, paz, tranquilidade e acima de tudo alegria. Ele nos diz, pela comunicação não verbal, que a missão de ser Pedro não tem sido um peso pra ele.
Ser líder, ser servo, é sempre um desafio. Não importa a dimensão da organização que você possa estar à frente, mas o posto de liderança sempre traz um peso muito grande para quem o ocupa.
E por causa desta responsabilidade extrema é que muitos líderes perdem o sorriso com o tempo. Aos poucos, no dia a dia, o líder que era motivado, pra cima, sorridente, torna-se uma pessoa com semblante carregado, capaz de desmotivar o melhor dos times.
Poderíamos dizer que esta análise é um tanto precipitada, já que o governo do Papa Francisco está apenas no início. Mas ponderamos que não. O sorriso do Santo Padre não é apenas o reflexo de uma espiritualidade madura e equilibrada que Jorge Mario Bergoglio carrega consigo. É mais. É uma decisão.
Mesmo em meio a tantos desafios pastorais, gerenciais e políticos, Francisco sabe que é um servo líder e tem profunda consciência de que seus atos comunicativos podem motivar ou desmotivar seu rebanho e o restante da sociedade.
O nosso mundo carece não apenas de exemplos, de referências, mas também de pessoas que saibam transmitir com docilidade palavras de paz, de esperança, de ânimo. O exemplo de Francisco tem motivado muitos a serem mais simples, mais leves e mais sorridentes.
Já é possível perceber um mundo melhor com o sorriso de Francisco. E este mundo será cada vez melhor se todos nós, incluindo os nossos líderes, tomarmos como estado permanente de vida a Palavra que está em Filipenses 4-4: "Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!". Sorria!
Por :Everton Barbosa
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
| Oração: | |
| Pai, transforma-me em apóstolo de teu Filho Jesus para que, movido pelo Espírito, eu possa ser sinal da presença dele neste mundo tão carente de salvação. | |
| Primeira leitura: Cl 2,6-15 | |
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| Salmos: Sl 144 | |
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| Evangelho: Lc 6,12-19 | |
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| Comentário do Evangelho | |
| É na oração que é concebida a escolha dos Doze. Trata-se de uma segunda etapa no chamado dos doze apóstolos. O primeiro relato do chamado foi junto ao mar da Galileia (5,1-11). Os “doze” (v. 13), significa que eles representam todo o Israel, as doze tribos (ver: Lc 22,28-30). Há, como se pode notar, dois grupos doravante: o grupo maior dos discípulos e o grupo dos Doze. O auditório amplo, aí presentes judeus, pagãos e enfermos, já sinaliza para a universalidade da missão da Igreja. A escolha dos Doze é precedida de uma longa oração de Jesus sobre a montanha. A montanha é o lugar do conhecimento de Deus, lugar de sua revelação; o monte é o lugar onde é dado ao ser humano conhecer os desígnios salvíficos de Deus. É na oração que é concebida a escolha dos Doze. Dizer isso não significa que a oração nos exime de equívocos. Ao nome de Judas é acrescentada a observação de que ele se tornou o traidor. O ser humano é livre e, muitas vezes, submetido a muitos condicionamentos. Isso pode fazer com que ele não persevere no caminho que, inicialmente, aceitou trilhar. Ao tocar Jesus, as pessoas se sentiam tocadas pela força que saía dele e curava a todos. É a força do Espírito Santo da qual ele foi revestido e que move toda a sua existência terrestre. | |
| Leitura Orante | |
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Cuidar da Vida é transmitir a fé
Esperamos que, de maneira semelhante ao subsídio Hora da Família já amplamente usado em quase todas as paróquias do Brasil, o Hora da Vida tenha uma grande difusão para ajudar a despertar um verdadeiro amor à vida humana, de modo que cada ser chamado à existência seja acolhido, respeitado em sua dignidade, valorizado e amado desde a concepção até a sua morte natural.
A vida humana é a realidade mais preciosa no nosso Planeta. O grande filósofo Pascal dizia que o valor de um ser humano é infinitamente superior ao valor de uma montanha de pedras preciosas e até mesmo de uma estrela feita inteiramente de metais preciosos porque ele tem a capacidade de perguntar-se: “quem sou eu?” “qual é a minha origem e qual o meu destino?” “qual é o significado desta minha existência?”. O Bem aventurado Papa João Paulo II afirmava: “O ser humano é objetivamente ‘alguém’ e nisto consiste o que o distingue dos outros seres do mundo visível que, por sua vez, objetivamente são sempre e somente ‘alguma coisa’.”
O eu humano é relação com o Mistério Infinito e descobre-se ‘pessoa’ pela relação com o Criador. Por isso, a pessoa é sagrada, portadora de uma dignidade inviolável. O beato Papa João Paulo II afirma: “Ninguém tem o direito de servir-se de uma pessoa, de usá-la como um meio, nem mesmo Deus seu criador”.
No entanto, sabemos que, nestes últimos tempos, a vida humana é desvalorizada, agredida e maltratada e, muitas vezes, a morte é apresentada como solução de problemas, como escolha legítima e sinal de progresso. Pelo contrário, nossa civilização foi construída apostando na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e psíquicos e milhares de pessoas quotidianamente se dedicam a defender e promover a vida humana e sua dignidade. A família é o santuário da vida, afirmava João Paulo II.
A Hora da Vida constitui uma preciosa ajuda para que você e seu grupo difundam, nos seus ambientes atitudes positivas de acolhimento, valorização e defesa da vida fortalecam (ou criem) as Comissões que têm essa mesma finalidade.
Fonte: CNBB
Despojamento
09 de setembro
O despojamento não tem valor em si, a não ser quando motivado pelo bem maior que é o amor de Deus.
A exemplo de Jesus, que despojou-se para fazer-se homem e nos salvar.
Tenha a certeza de ter completamente e de viver a intensidade de dar e receber de forma inteira e infinita.
Que seja uma entrega sem reservas e sem limites, porque só quem tem essa disponibilidade acima de si mesmo, pode entender a dádiva no seu pleno sentido e valorizar, de forma justa, aquilo que nos chega pela mão do Amor.
Porque há no Amor uma condição implícita: o despojamento.
Temos de saber ficar sem nada para valorizar a grandeza do que nos é dado e poder dar o que sentimos com a mesma generosidade com que o recebemos.
Assim amei eu, em total despojamento
Fonte: Catequese Católica
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