domingo, 22 de setembro de 2013

Quando a escuridão chega


Neste momento você pode estar vivendo completa escuridão. Um forte sentimento de vazio somado a uma solidão que parece assolar profundamente seu coração.

As razões são associadas a uma perda que não conseguimos entender o por quê. Só sabemos que ela existe e nos perturba muito. Queremos respostas para o fim de um relacionamento que tinha tudo para dar certo ou de um trabalho que era estável aos nossos olhos, por exemplo.

Diante de tais fatos olhamos para uma escuridão que parece não ter fim. A ansiedade aumenta, o medo de novos desafios que num momento era pequeno, transforma-se num gigante. Reações químicas e psicológicas ocorrem dentro de nós nos levando muitas vezes a manter nossos pensamentos no passado que não se realizaram.

Cuidado para não se culpar por aquilo que você nada ou pouco podia fazer. Queremos sempre ter o controle da vida em nossas mãos e quando a escuridão toca à nossa porta, caímos na lona.

Agora o que não lembramos nesses tempos difíceis é que nosso Deus é misericordioso, e se o deixarmos simplesmente agir, veremos esse mesmo Deus grandioso nos puxando por uma corda e nos retirando do mar da escuridão.

Tudo que pode estar acontecendo hoje você não entende. Mas saiba que existe um Deus que mesmo em meio à escuridão está presente e bem ao seu lado, quando você desperta para um novo dia e se deita para dizer adeus ao dia que passou, porque Deus não descansa de cuidar de cada filho Seu.

Ele nos dá quatro promessas básicas para quando enfrentamos situações de plena escuridão emocional:

1) Todas as coisas contribuem juntamente para quem ama a Deus. Guarde que não são 80 nem 90%, e sim todas as coisas;

2) Ele diz baixinho ao seu ouvido: Este é o caminho, andai por Ele;

3) Coloque o reino de Deus em primeiro lugar no seu dia, e todas as demais coisas lhe serão acrescentadas;

4) Porque sete vezes cairá o justo e você se levantará.

São promessas que precisam ser gravadas e manter sua confiança nesse Deus que está querendo operar para lhe tirar dessa e lhe dar uma nova vida com novos desafios e pessoas que certamente lhe darão a vitória. Portanto agradeça a Deus porque Ele lhe ama muito e não vai te deixar por nada, não mesmo. 
Fonte: Catequese Católica

Liturgia Diária


Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. 

Oremos: 

Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém

Oração;
Espírito de determinação, afasta de mim toda tentação de acomodar-me, pouco me empenhando em vivenciar o que o Reino exige de mim.
Primeira leitura: Am 8,4-7
Leitura da primeira profecia de Amós - 4Ouvi isto, vós que engolis o pobre, e fazeis perecer os humildes da terra, 5dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o nosso trigo, e o sábado, para abrirmos os nossos celeiros, diminuindo a medida e aumentando o preço, e falseando a balança para defraudar?6(Compraremos os infelizes por dinheiro e os pobres por um par de sandálias.) Venderemos até o refugo do trigo. 7O Senhor jurou pelo orgulho de Jacó: não esquecerei jamais nenhum de seus atos - Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Salmos: Sl 112
          — Louvai o Senhor, que eleva os pobres!
— Louvai o Senhor, que eleva os pobres!
— Louvai, louvai, ó servos do Senhor,/ louvai, louvai o nome do Senhor!/ Bendito seja o nome do Senhor,/ agora e por toda a eternidade!
—Louvai o Senhor, que eleva os pobres!
— O Senhor está acima das nações,/ sua glória vai além dos altos céus./ Quem pode comparar-se ao nosso Deus,/ ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono/ e se inclina para olhar o céu e a terra?
— Levanta da poeira o indigente/ e do lixo ele retira o pobrezinho,/ para fazê-lo assentar-se com os nobres,/ assentar-se com os nobres do seu povo.
 
2° Leitura: 1Tm 2,1-8
Leitura da primeira carta de são Paulo a Timóteo - Caríssimo, 1Acima de tudo, recomendo que se façam preces, orações, súplicas, ações de graças por todos os homens, 2pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda a piedade e honestidade. 3Isto é bom e agradável diante de Deus, nosso Salvador, 4o qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade. 5Porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens: Jesus Cristo, homem 6que se entregou como resgate por todos. Tal é o fato, atestado em seu tempo; 7e deste fato - digo a verdade, não minto - fui constituído pregador, apóstolo e doutor dos gentios, na fé e na verdade. 8Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando as mãos puras, superando todo ódio e ressentimento. - Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
 
Evangelho: Lc 16,1-13
         - O Senhor esteja convosco.
          - Ele está no meio de nós.
          - Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Lucas.
          - Glória a vós, Senhor.

         Naquele tempo, 1Jesus disse também a seus discípulos: Havia um homem rico que tinha um administrador. Este lhe foi denunciado de ter dissipado os seus bens. 2Ele chamou o administrador e lhe disse: Que é que ouço dizer de ti? Presta contas da tua administração, pois já não poderás administrar meus bens. 3O administrador refletiu então consigo: Que farei, visto que meu patrão me tira o emprego? Lavrar a terra? Não o posso. Mendigar? Tenho vergonha. 4Já sei o que fazer, para que haja quem me receba em sua casa, quando eu for despedido do emprego. 5Chamou, pois, separadamente a cada um dos devedores de seu patrão e perguntou ao primeiro: Quanto deves a meu patrão? 6Ele respondeu: Cem medidas de azeite. Disse-lhe: Toma a tua conta, senta-te depressa e escreve: cinquenta. 7Depois perguntou ao outro: Tu, quanto deves? Respondeu: Cem medidas de trigo. Disse-lhe o administrador: Toma os teus papéis e escreve: oitenta. 8E o proprietário admirou a astúcia do administrador, porque os filhos deste mundo são mais prudentes do que os filhos da luz no trato com seus semelhantes. 9Eu vos digo: fazei-vos amigos com a riqueza injusta, para que, no dia em que ela vos faltar, eles vos recebam nos tabernáculos eternos. 10Aquele que é fiel nas coisas pequenas será também fiel nas coisas grandes. E quem é injusto nas coisas pequenas, sê-lo-á também nas grandes. 11Se, pois, não tiverdes sido fiéis nas riquezas injustas, quem vos confiará as verdadeiras? 12E se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso? 13Nenhum servo pode servir a dois senhores: ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de aderir a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro. - Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
 
Comentário do Evangelho
É preciso sair do comodismo; o Reino de Deus exige empenho, inteligência, discernimento.Esta parábola do início do capítulo 16 de Lucas dá continuidade ao capítulo precedente. Em que consiste esta conexão entre os capítulos 15 e 16? É o que podemos chamar de “elemento destoante”. O filho mais jovem admite a seu pai que ele pecou (vv. 18.21) e reconhece não ser mais digno de ser chamado “seu filho” (vv. 19.21). No entanto, sua motivação para voltar para a casa do pai é o desejo da própria preservação. Sua motivação não é estar de novo com o seu pai, mas ter o pão dos empregados do seu pai (cf. v. 17). O capítulo 16 continua o discurso do capítulo 15, mas o auditório é outro; agora se trata dos discípulos (cf. v. 1).

É outra história, a do “administrador injusto ou desonesto” (cf. v. 8). É preciso cuidado para interpretar bem o que a parábola diz, do contrário poderia induzir a erro, considerando que Jesus elogia a desonestidade do administrador. O que é louvada nesta parábola é a habilidade de uma pessoa de empregar meios para alcançar determinado fim; ele utiliza sua inteligência para encontrar o meio de assegurar sua felicidade.

O que preocupa Jesus são os meios para entrar no Reino de Deus – é exatamente isso que a parábola enfatiza. Não quaisquer meios, pois é preciso entrar pela “porta estreita”. A porta que dá acesso ao Reino de Deus é o próprio Jesus. Jesus urge para os discípulos deixarem a passividade e empreenderem tal “sabedoria” a fim de alcançar o seu objetivo, a saber, entrar no Reino de Deus. Assim como o filho mais novo da parábola do pai misericordioso escolhe os meios para salvar a própria vida, da mesma forma o administrador desonesto é louvado por ter-se aplicado em encontrar os meios pelos quais poderia ter a sua vida salva. Não é, reiteramos, elogio à desonestidade, mas ao esforço de buscar os meios para ter a vida salva. Esta é a lição dada aos discípulos e ao leitor do evangelho: é preciso sair do comodismo; o Reino de Deus exige empenho, inteligência, discernimento. A máxima de Santo Inácio de Loyola nos parece bem adequada aqui: “Fazei tudo como se tudo dependesse de nós e espera tudo como se tudo dependesse de Deus.
 
Leitura Orante

Oração Inicial

Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo uma rede de comunicação e comunhão em torno da Palavra com todas as pessoas que se neste ambiente virtual. Rezamos em sintonia com a Santíssima Trindade.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos, com este acesso à internet,
nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!
Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

1- Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia?
Leio com atenção o texto de hoje: Lc 16,1-13 que narra a parábola do administrador desonesto.
Muitos acham esta parábola desconcertante. Ela diz claramente que o administrador era desonesto. E, no entanto, o patrão o louva. Mais ainda: Jesus o apresenta como modelo. O administrador usa de sua esperteza. Procura cercar-se de amigos. E os faz através dos devedores do seu patrão. O recurso que utiliza é engenhoso e desonesto. O patrão admira o seu engenho. Muitas vezes falta aos cristãos a criatividade. Como diz Jesus noutra passagem: ser "simples como as pombas e prudentes como as serpentes" (Mt 10,16). O Mestre não louva o erro, o engano, mas a habilidade, a criatividade. Na parábola de Jesus, Deus é o patrão defraudado que nos recebe no seu Reino.

2- Meditação (Caminho)

O que o texto diz para mim, hoje?
Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram: “ Dos que vivem em Cristo se espera um testemunho muito crível de santidade e de compromisso. Desejando e procurando essa santidade não vivemos menos, mas melhor, porque, quando Deus pede mais, é porque está oferecendo muito mais: “Não tenham medo de Cristo! Ele não tira nada e nos dá tudo!”(DAp, 352).
E eu me interrogo: Como é meu testemunho? Sou uma pessoa criativa nas coisas de Deus?

3- Oração (Vida)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos e concluo com a oração:
“Jesus, Mestre:
que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu coração.
Que eu veja com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça com os teus ouvidos.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.
Que eu reze com as tuas orações.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim. Amém”.
( Bv. Tiago Alberione)

4- Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus.
Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração e no coração das demais pessoas. Meu olhar estará voltado para todas as oportunidades em que posso anunciar o amor de Deus.

Bênção

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
 
Fonte: 
Congregação do Santíssimo Redentor
 

Bíblia: luz para o meu caminhar

O mês de setembro é conhecido pelos cristãos, principalmente por nós católicos, como o mês da Bíblia, uma vez que celebramos dia 30 de setembro a festa de São Jerônimo, grande tradutor da bíblia que, preocupado com sua divulgação e acessibilidade ao povo mais simples, traduziu a Palavra de Deus do hebraico e grego para o latim, o que muito facilitou à Igreja na propagação da Palavra Divina, uma vez que o latim, além de ser a língua oficial da Igreja Católica, era, naquela época, conhecida e dominada por todos que tinham o ensino médio. Hoje, graças a Deus, encontramos a Bíblia traduzida em todos os grandes idiomas, acessível a todas as pessoas.

A Bíblia é carta de amor de Deus Pai endereçada a todo humanidade, principalmente aos batizados, a cada um de nós seus filhos adotivos. Por isso, se queremos conhecer o Projeto de Deus e o que o mesmo tem a nos comunicar, aprendamos a meditar a Palavra Divina diariamente e, com certeza, encontraremos forças para conformar nossa vida à vontade de Deus Criador e Salvador, e assim abraçaremos a vida eterna. A Bíblia é, também, alimento para o cristão, pois como nos ensina Jesus Cristo: "Não só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra de Deus" (Lc 4,4).

Quando meditamos a Palavra Divina, acolhendo-a em nosso coração, estamos nos alimentando, nos fortificamos para vencer o mal, uma vez que a Palavra Divina é viva e eficaz e tem força para transformar corações.

A Palavra de Deus é ainda luz para a vida, como nos ensina o salmista: "A tua Palavra Senhor, é luz para o meu caminhar" (Sl 118,105). Todo aquele que a acolhe no seu coração, tem sua vida iluminada, tem uma vida transfigurada, torna-se luz para o irmão.

Se hoje vivemos numa sociedade mergulhada no pecado, na escuridão, é porque o mundo não conhece à Deus, não acolhe sua Palavra. Ora, nós, batizados cristãos, "estamos no mundo, mas não somos do mundo" (Jo 17,16), somos de Cristo, somos propriedade de Deus, fomos redimidos pelo sangue de Cristo, somos "povo santo", somos "raça sacerdotal" (cf 1 Pd 2,9).

Por isto, como cristãos precisamos meditar, acolher, vivenciar a Palavra Divina. Precisamos deixar que a mesma ilumine nossa vida, ilumine nosso coração. Com certeza, se assim fizermos, é sinal que o Espírito Santo está nos conduzindo; é sinal que somos verdadeiros discípulos missionários de Cristo Jesus, e à exemplo da virgem Maria, Mãe de Cristo e Mãe da Igreja, teremos também frutos benditos para oferecer aos irmãos e assim glorificaremos também a Deus.

Que Deus conceda a todas as famílias, a você pai e a você mãe, a você filho, a graça de meditar, acolher, vivenciar a Palavra Divina. Assim as famílias, os lares, gozarão de vida, paz e alegria, e cada lar será um santuário de Deus, um pequeno céu aqui na terra. Façamos, a partir de hoje, o firme propósito de meditar diariamente a Palavra de Deus, e, com certeza, teremos nossas vidas iluminadas e santificadas, chegaremos a plenitude de nossa vocação, pois o céu e a terra passarão, mas a Palavra Divina comunica vida, permanece para sempre.

Dom Benedito Gonçalves dos Santos

sábado, 21 de setembro de 2013

“Toda criança não nascida tem a face de Jesus”, afirma o Papa a médicos católicos


O Papa Francisco recebeu nesta sexta-feira, 20 de setembro, no Vaticano, os participantes do X Encontro da Federação Internacional das Associações Médicas Católicas. De 18 a 22 de setembro, médicos de todo o mundo debatem em Roma o tema “Catolicismo e cuidados maternos”.
Em seu discurso, o Pontífice propõe três reflexões, sendo a primeira delas a “situação paradoxal” que se assiste hoje em relação à profissão médica. De um lado, os progressos da medicina e, de outro, o perigo de que o médico perca a sua identidade de servidor da vida.
“A situação paradoxal se constata no fato de que, enquanto se atribuem novos direitos à pessoa, nem sempre se tutela a vida como valor primário e direito primordial de todo homem. O fim último do agir médico permanece sempre a defesa e a promoção da vida.”
Neste contexto contraditório, a Igreja apela à consciência de todos os profissionais e voluntários da saúde, de modo especial aos ginecologistas, chamados a colaborar ao nascimento de novas vidas humanas.
Uma mentalidade difundida do útil, a “cultura do descartável”, que hoje escraviza o coração e a inteligência de muitas pessoas, tem um custo altíssimo: pede que se eliminem seres humanos, sobretudo se fisicamente ou socialmente mais fracos. A nossa resposta a esta mentalidade é um “sim” à vida, convicto e sem hesitações. As coisas têm preços e podem ser vendidas, mas as pessoas têm dignidade, valem mais do que as coisas e não têm preço. Por isso, a atenção à vida humana na sua totalidade se tornou nos últimos tempos uma prioridade do Magistério da Igreja.
No ser humano frágil, afirma ainda Francisco, cada um de nós é convidado a reconhecer a face do Senhor, que na sua carne humana experimentou a indiferença e a solidão às quais frequentemente condenamos os mais pobres, seja nos países em desenvolvimento, seja nas sociedades opulentas. Toda criança não nascida, mas condenada injustamente ao aborto, tem a face do Senhor, que antes mesmo de nascer, e logo recém-nascida, experimentou a rejeição do mundo. E cada idoso, mesmo se doente ou no final de seus dias, traz consigo a face de Cristo. Não podem ser descartados!
O terceiro aspecto, disse o Papa, é um mandato: sejam testemunhas e difusores desta “cultura da vida”. Ser católico comporta uma maior responsabilidade, antes de tudo para consigo mesmo, pelo empenho de coerência com a vocação cristã, e depois para com a cultura contemporânea, para contribuir a reconhecer na vida humana a dimensão transcendente, o vestígio da obra criadora de Deus, desde o primeiro instante da sua concepção. Trata-se de um empenho de nova evangelização que requer, com frequência, ir contra a corrente, pagando pessoalmente. O Senhor conta com vocês para difundir o “evangelho da vida”.
Nesta perspectiva, afirmou ainda o Pontífice, os departamentos de ginecologia são locais privilegiados de testemunho e de evangelização.
“Queridos médicos, vocês que são chamados a se ocuparem da vida humana em sua fase inicial, lembrem a todos, com fatos e palavras, que esta é sempre, em todas as suas fases e em todas as idades, sagrada e sempre de qualidade. E não por um discurso de fé, mas de razão e de ciência! Não existe uma vida humana mais sagrada do que outra, assim como não existe uma vida humana qualitativamente mais significativa de outra. A credibilidade de um sistema de saúde não se mede somente pela eficiência, mas sobretudo pela atenção e pelo amor dispensados às pessoas, cuja vida é sempre sagrada e inviolável”, concluiu Francisco, recordando aos médicos que jamais deixem de pedir ao Senhor e à Virgem Maria a força de realizar bem o seu trabalho e testemunhar com coragem o “evangelho da vida”.
POR: CNBB / RÁDIO VATICANO

Começou o Simpósio Arquidiocesano da Fé

DSC01722Teve início na manhã de hoje, 21 de setembro, no Colégio Padre João Piamarta, Montese, o Simpósio Arquidiocesano da Fé. Mais de 2.800 pessoas representantes das Coordenações das Regiões Episcopais, das paróquias, das Pastorais, do FAMEC, dos Conselhos e Grupos Eclesiais, além das CEBs e Organismos da Arquidiocese de Fortaleza estão no Colégio Piamarta ouvindo e participando das palestras. O Arcebispo de Fortaleza, dom José Antonio Aparecido Tosi Marques participa do Simpósio juntamente com os bispos auxiliares dom Rosalvo Cordeiro Lima e dom José Luiz Vasconcelos. É um momento preparatório ao seu centenário da Arquidiocese que será celebrado em 2015. Durante o triênio foi pensado a realização três grandes Simpósios a serem realizados com os temas: em 2013 (FÉ), 2014 (ESPERANÇA), 2015 (CARIDADE). O evento terminará amanhã às 13h.
 Fotos, por Silvio Martins – PASCOM Arquidiocese de Fortaleza.

Arquidiocese de Fortaleza realiza nos dias 21 e 22 de setembro Simpósio sobre a Fé


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A Arquidiocese de Fortaleza realiza neste final de semana, dias 21 e 22 de setembro de 2013, um evento preparatório ao seu centenário que será celebrado em 2015. Durante o triênio foi pensado a realização três grandes Simpósios a serem realizados com os temas: em 2013 (FÉ), 2014 (ESPERANÇA), 2015 (CARIDADE).

O Simpósio Arquidiocesano da Fé acontecerá no Colégio Padre João Piamarta, situado na Rua Padre João Piamarta, 161 – Montese, e reunirá aproximadamente 3000 representantes das Coordenações das Regiões Episcopais, das paróquias, das Pastorais, do FAMEC, dos Conselhos e Grupos Eclesiais, além das CEBs e Organismos da Arquidiocese de Fortaleza.
Na programação o destaque vai para as três conferências:
- A Fé expressa por Testemunhas Bíblicas – Professora Tânia Couto;
- A fé na Tradição da Igreja (Patrística) – Dom José Luís Gomes de Vasconcelos;
- A fé no Concílio Vaticano II – Dom José Antonio A. Tosi Marques.
Informações sobre o Simpósio Arquidiocesano da Fé no site www.arquidiocesedefortaleza.org.br
Contatos: Padre Francisco Ivan de Souza (Coordenador de Pastoral) – (85) 9909.6875 e Miguel Brandão ( Secretário de Pastoral ) – (85) 9991.4407 / (85) 3388.8701.

Olhos na esperança


22 de setembro
Para onde você costuma direcionar seu olhar?

Nossos olhos sempre estão voltados para alguém ou coisas. E há vários tipos de olhar: o da sedução, da ira, do medo, da compaixão e especialmente o olhar do amor. Seus olhos estão com foco onde?

A reflexão é para convidar você a rever onde estão seus olhos e fixá-los na direção certa. Mas que direção é essa? Como ser humano, conheço o amor e também já me foi apresentada à dor, e é sobre esse último que desejo chamar a sua atenção em relação aos seus olhos.

Nunca sabemos o que vai nos acontecer, hoje temos, amanhã perdemos. A onisciência é natureza única e exclusiva de Deus. Só Ele sabe por antecipação, nós não. E quando sorrateiramente a dor nos invade, para onde tendemos a fixar nossos olhos a partir de então?
Fonte: Catequese Católica