quarta-feira, 29 de outubro de 2014

“Cristo é nossa paz” é lema da Campanha para Evangelização 2014

Os materiais para divulgação e vivência da Campanha para a Evangelização 2014 já estão disponíveis no site da CNBB, para download. É possível baixar o cartaz da campanha, oração, envelope da coleta, spots para rádio e TV, entre outros subsídios. O ponto alto da Campanha será a coleta realizada nas missas e celebrações do domingo, 14 de dezembro. Confira os materiais.
Este ano, a iniciativa completa 16 anos a serviço das atividades pastorais da Igreja. A mobilização nacional buscará promover iniciativas que visem superar a violência e edificar a paz, além de articular gestos concretos na sociedade por meio das ações evangelizadoras da Igreja.
Lema
“Cristo é nossa paz” é o lema da CE 2014, apropriado para o tempo litúrgico do Advento.  Neste período de preparação ao Natal, entre pessoas, famílias e na sociedade em geral, existe um clima de confraternização na busca pela  paz.
Criada em 1998 pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a iniciativa busca mobilizar os católicos a assumir a responsabilidade de participar na sustentação das atividades pastorais da Igreja. 
A Campanha para a Evangelização (CE) tem o slogan “Evangeli.Já”, que faz referência à palavra evangelizar e mostra a urgência da evangelização e da cooperação de todos.
A distribuição dos recursos é feita da seguinte forma: 45% permanecem na própria diocese; 20% são encaminhados para os regionais da CNBB; e os demais 35% para a CNBB Nacional. As doações, em caráter individual, também podem ser feitas pelo site: www.evangelija.com
 Fonte: CNBB

30º Semana Comum - Quarta-feira- Liturgia Diária

Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. 

Oremos: 

Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

Oração
Pai, conduze-me pelo verdadeiro caminho da salvação que passa pelo serviço misericordioso e gratuito a quem carece de meu amor.
Primeira leitura: Ef 6,1-9
Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios
1Filhos, obedecei aos vossos pais, no Senhor, pois isto é que é justo. 2”Honra teu pai e tua mãe” – é o primeiro mandamento – que vem acompanhado de uma promessa: 3”A fim de que tenhas felicidade e longa vida sobre a terra”. 4Vós, pais, não revolteis os vossos filhos contra vós, mas, para educá-los, recorrei à disciplina e aos conselhos que vêm do Senhor. 5Escravos, obedecei aos vossos senhores deste mundo com respeito e tremor, de coração sincero, como a Cristo, 6não para servir aos olhos, como quem busca agradar aos homens, mas como escravos de Cristo, que se apressam em fazer a vontade de Deus. 7Servi de boa vontade, como se estivésseis servindo ao Senhor, e não aos homens. 8Vós o sabeis: o bem que cada um tiver feito, seja ele escravo ou livre, tornará a recebê-lo do Senhor. 9E vós, senhores, fazei o mesmo com os escravos. Deixai de lado a ameaça; vós sabeis que o Senhor deles e vosso está nos céus e diante dele não há acepção de pessoas. 
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.
Salmos: Sl 145
          — O Senhor cumpre sempre suas promessas!
— O Senhor cumpre sempre suas promessas!

— Que vossas obras, ó Senhor, vos glorifiquem, e o vossos santos com louvores vos bendigam! Narrem a glória e o esplendor do vosso reino e saibam proclamar vosso poder!

— Para espalhar vossos prodígios entre os homens e o fulgor de vosso reino esplendoroso. O vosso reino é um reino para sempre, vosso poder, de geração em geração.

— O Senhor é amor fiel em sua palavra, é santidade em toda obra que ele faz. Ele sustenta todo aquele que vacila e levanta todo aquele que tombou.
 
 
Evangelho: Lc 13,22-30
         - O Senhor esteja convosco.
          - Ele está no meio de nós.
          - Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo São Lucas.
          - Glória a vós, Senhor.

        Naquele tempo, 22Jesus atravessava cidades e povoados, ensinando e prosseguindo o caminho para Jerusalém. 23Alguém lhe perguntou: “Senhor, é verdade que são poucos os que se salvam?”
Jesus respondeu: 24“Fazei todo esforço possível para entrar pela porta estreita. Porque eu vos digo que muitos tentarão entrar e não conseguirão. 25Uma vez que o dono da casa se levantar e fechar a porta, vós, do lado de fora, começareis a bater, dizendo: ‘Senhor, abre-nos a porta!’ Ele responderá: ‘Não sei de onde sois’.
26Então começareis a dizer: ‘Nós comemos e bebemos diante de ti, e tu ensinaste em nossas praças!’ 27Ele, porém, responderá: ‘Não sei de onde sois. Afastai-vos de mim todos vós que pra­ticais a injustiça!’ 28Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, Isaac e Jacó, junto com todos os profetas no Reino de Deus, e vós, porém, sendo lançados fora.
29Virão homens do oriente e do ocidente, do norte e do sul, e tomarão lugar à mesa no Reino de Deus. 30E assim há últimos que serão primeiros, e primeiros que serão últimos”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
 
Comentário do Evangelho
É por Jesus que se alcança a salvação.
A pergunta do anônimo é sobre o número dos que se salvam, com a consequente exclusão de outros. Aos discípulos, conscientes desse dom, de viverem essa graça por uma vida coerente com o dom recebido. A consciência desse dom se exprime pelo esforço de “entrar pela porta estreita”. Essa porta se opõe à iniquidade. No evangelho segundo João, Jesus se diz “a porta das ovelhas” (Jo 10,7.9). É por Jesus que se alcança a salvação. Toda a vida terrestre de Jesus, incluída sua paixão e morte, e sua vida gloriosa é que abrem para os fiéis a porta que dá acesso ao Reino de Deus. Os que praticam a iniquidade são aqueles que resistem em fazer a vontade de Deus; os que, pela dureza do coração, não reconhecem Jesus como enviado do Pai, rejeitam a sua mensagem e, por isso, perseguem Jesus. Deus não faz distinção de pessoas, por esse motivo, a humanidade inteira é destinatária da salvação oferecida por Deus em Jesus Cristo. Os que por primeiro foram chamados, uma referência aos membros do povo eleito de Deus, são os que resistem a participar do banquete do Cordeiro. Mas os últimos, referência aos pagãos, têm lugar assegurado, desde que aceitem a condição de que no Reino se entra pela porta estreita.
 
Leitura Orante

Oração Inicial

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando com todos os que se encontram neste espaço de oração:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Creio, Senhor Jesus, que sou parte de seu Corpo.
Trindade Santíssima
- Pai, Filho, Espírito Santo -
presente e agindo na Igreja e na profundidade do meu ser.
Eu vos adoro, amo e agradeço.




1- Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto na Bíblia: Lc 13,22-30 - A porta estreita
A vida cristã não é possível para pessoas acomodadas e medíocres. É exigente. Jesus diz isto quando nos fala da porta estreita como caminho para a vida. Porta estreita é renunciar a algo que me parece prazeroso, mas de consequências negativas que podem prejudicar a mim ou a outras pessoas. Porta estreita pode ser fechar-me a propostas fascinantes mas que não são transparentes, ocultando corrupção, desvios, más intenções. Porta estreita pode ser renunciar a querer apenas me beneficiar, excluindo outras pessoas de participar de bens que Deus concedeu a todos. Porta estreita é manter-me em silêncio para não criticar nem julgar as pessoas com quem convivo. Jesus não fala de uma grande avenida. Ele próprio é o Caminho. Olhemos para sua prática e aprenderemos por onde devemos passar. Não mudemos de Caminho para não corrermos o risco de perder o endereço e assim, também nós nos perdermos. Nem nos deixemos fascinar pelas portas amplas e escancaradas. Elas podem ser atraentes, mas nos conduzir ao engano e não, a Deus.
Também Mateus fala da porta estreita. Veja: «Entrem pela porta estreita, porque é larga a porta e espaçoso o caminho que levam para a perdição, e são muitos os que entram por ela! Como é estreita a porta e apertado o caminho que levam para a vida, e são poucos os que a encontram!»
«Cuidado com os falsos profetas: eles vêm a vocês vestidos com peles de ovelha, mas por dentro são lobos ferozes. Vocês os conhecerão pelos frutos deles: por acaso se colhem uvas de espinheiros ou figos de urtigas? " (Mt 7,13-16)

2- Meditação (Caminho)

O que o texto diz para mim, hoje?
Fala-me Jesus de atitudes cristãs que deve assumir qualquer pessoa que é batizada, entre elas, eu. Nada de mediocridade.Seguir Jesus Cristo implica também a cruz. Os bispos, na V Conferência disseram: “Hoje se considera escolher entre caminhos que conduzem à vida ou caminhos que conduzem à morte (cf. Dt 30.15). Caminhos de morte são os que levam a dilapidar os bens que recebemos de Deus através daqueles que nos precederam na fé. São caminhos que traçam uma cultura sem Deus e sem seus mandamentos ou inclusive contra Deus, animada pelos ídolos do poder, da riqueza e do prazer efêmero, a qual termina sendo uma cultura contra o ser humano e contra o bem dos povos latino-americanos. Os caminhos de vida verdadeira e plena para todos, caminhos de vida eterna, são aqueles abertos pela fé que conduzem à “plenitude de vida que Cristo nos trouxe: com esta vida divina, também se desenvolve em plenitude a existência humana, em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural”. Essa é a vida que Deus nos participa por seu amor gratuito, porque “é o amor que dá a vida”. Estes caminhos frutificam nos dons de verdade e de amor que nos foram dados em Cristo, na comunhão dos discípulos e missionários do Senhor” (DAp 13).

3- Oração (Vida)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, e, se for pela manhã, faço a:
Oração da manhã
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
Podes entrar, Senhor em nossas famílias.
Precisamos do ar puro de tua verdade.
Precisamos de tua mão libertadora para abrir
Compartimentos fechados.
Precisamos de tua beleza para amenizar
Nossa dureza.
Precisamos de tua paz para nossos conflitos.
Precisamos de teu contato para curar feridas.
Precisamos, sobretudo, Senhor, de tua presença
Para aprendermos a partilhar e abençoar!

4- Contemplação (Vida e Missão)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é atento aos ensinamentos de Jesus, à discernir no meu dia para escolher entre as portas que se abrirem, a porta estreita.

Bênção

- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Fonte: Catequese Católica

Pequenas Atitudes Podem Fazer a Diferença


Acrescentar algo positivo e amoroso nas nossas interações com pessoas e ambientes é uma diretriz segura para nos tornarmos melhores.

Se você mantiver este objetivo em mente, perceberá as oportunidades para se tornar um agente da transformação do mundo.

Em todas as ocasiões, procure fazer diferença. E ser a diferença.

Principalmente, diante de contrariedades, de pessoas que o aborrecem, locais desagradáveis, situações que geram desconforto.

A maior recompensa é a alegria de contribuir com o mundo ao nosso redor.

Assim, nos tornamos parte do círculo virtuoso e passamos a viver na frequência que atrai aquilo que chamamos de sorte para as nossas vidas.
Fonte: Catequese Católica

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Não te detenhas!


Não fique olhando para trás, o que passou, passou, e não volta mais, seja ela positiva ou negativa.

Precisamos no presente definir e agir para que possamos ter um excelente futuro, e sempre olhando para frente, nunca se acomodar.
Fonte: Catequese Católica

Semana Nacional da Vida

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) 

Teve início no dia 1º de outubro a Semana Nacional da Vida, que culmina com o Dia do Nascituro, a ser celebrado na quarta-feira, 8. Trata-se de uma mobilização em todo o país, com intensa programação nas dioceses, paróquias e comunidades. A data é fixa no calendário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e propõe à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana em todas as suas fases, desde a concepção até seu fim natural.

A Semana Nacional da Vida foi instituída em 2005 pela 43ª Assembleia Geral da CNBB. O Dia do Nascituro é dedicado ao novo ser humano, à criança que vive dentro da barriga da mãe. A data celebra o direito à proteção da vida e saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio. O objetivo é suscitar nas consciências, nas famílias e na sociedade o reconhecimento do sentido e valor da vida humana em todos os seus momentos.
Diz o texto da CNBB: “A atividade da Semana Nacional da Vida e do Dia do Nascituro é uma feliz iniciativa da Igreja. Busca ecoar na consciência, não só dos católicos, mas também de todos os homens e mulheres de nossa sociedade, o quão é necessário criar uma cultura da vida numa realidade que, muitas vezes, passou a considerar certas condições humanas como descartáveis”.
Para auxiliar na organização e vivência das atividades de evangelização, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e Comissão Nacional da Pastoral Familiar oferecem o subsídio “Hora da Vida” 2014. Este ano o tema de reflexão é: “Vida e Missão: lançar as redes em águas mais profundas”.
A revista "Hora da Família" ano 2014 contém roteiros para Encontros de Família, abrangendo temas que vão desde a Sagrada Família de Nazaré até a participação na Eucaristia Dominical, desde a espiritualidade do casal/família até os desafios da sociedade, explicitando como e porque a espiritualidade cristã constitui um recurso para a família, um bem que enriquece a convivência quotidiana, lançando uma ponte entre a rotina e as tarefas diárias e o desígnio de Deus, que atualiza, a cada dia e em cada circunstância, sua aliança de amor para conosco.
O subsídio traz também em seu conteúdo discursos e homilias do Papa Francisco sobre a missão e a vida, além de reflexão do pontífice a respeito da proteção do nascituro, sugestões de celebrações e roteiros de vigílias de oração, bênção para crianças, pessoas idosas e enfermas. A Comissão Nacional orienta as comunidades para que organizem reuniões familiares e de grupos em todos os ambientes, para aprofundar o valor único e próprio da vida. Outras iniciativas podem ser promovidas na cidade como caminhadas, seminários de estudos, fóruns de debates, entre outros.
O subsídio deste ano tem a colaboração da Comissão da Pastoral Familiar do regional Sul 4 da CNBB. No texto de apresentação, o bispo de Caçador (SC) e referencial da Pastoral Familiar, Dom Severino Clasen, explica que o tema escolhido para o “Hora da Vida” está em sintonia com a Campanha da Fraternidade 2014 – “Tráfico Humano”. “Queremos uma pátria livre de opressão, contra toda espécie de exploração e atitudes que machucam a vida”. O irmão bispo lembra que todos são “chamados a cuidar e preservar a vida como dom maior”.
Portanto, ao celebrar esta Semana Nacional da Vida, queremos aumentar a nossa consciência e o nosso dever com a vida intrauterina e extrauterina, ou seja, dar o valor à vida em todas as suas fases e percursos. 
 Fonte: CNBB

Mês Missionário

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ) 

A missão é parte constitutiva da identidade da Igreja, chamada pelo Senhor a evangelizar todos os povos. Sua razão de ser e agir como fermento e como alma da sociedade, que deve renovar-se em Cristo e transformar-se em família de Deus. Por isso, a missão que se realiza deve, antes de tudo, animar a vocação missionária dos cristãos, fortalecer as raízes de sua fé e despertar sua responsabilidade para que todas as comunidades cristãs ponham-se em estado de missão permanente. Trata-se de despertar, nos cristãos, a alegria e a fecundidade de serem discípulos de Jesus Cristo, celebrando com verdadeiro gozo o “estar-com-Ele” e o “amar-com-Ele” para serem enviados para a missão.

A missão nos leva a viver o encontro com Jesus num dinamismo de conversão pessoal, pastoral e eclesial, capaz de impulsionar os batizados à santidade e ao apostolado, e de atrair os que abandonaram a Igreja, os que estão distantes do influxo do Evangelho e os que ainda não experimentaram o dom da fé.
Outubro é o Mês das Missões, um dos meses temáticos do ano, como os dois últimos, agosto e setembro. Outubro é um tempo forte para se intensificar as orações e os trabalhos de missão. A dimensão missionária é a mais profunda identidade da Igreja. Ela existe para continuar a missão de Cristo aqui na terra.
No primeiro dia do mês, a Igreja celebrou o dia de Santa Terezinha do Menino Jesus, a padroeira das missões. Uma santa doutora da Igreja que faleceu aos 24 anos, no convento, é conhecida por ser uma santa com vida simples, sem feitos extraordinários. Por ser a padroeira das missões, o exemplo da vida de Santa Terezinha faz com que todos os cristãos se sintam compromissados com a evangelização, em levar a Palavra de Deus a todos os lugares e a todas as pessoas.
A intenção em outubro é promover uma conscientização para lembrar os fiéis cristãos da missão de cada um. Os religiosos, religiosas, sacerdotes, membros de novas comunidades são missionários e assim denominados, mas os leigos também têm o dever de evangelizar. Devido a este caráter missionário da Igreja, no Brasil este ano temos como tema do mês missionário: “Missão para libertar” e lema: “Enviou-me para anunciar a libertação” (Lc 4,18). “A Missão do Messias vem do Deus da vida e, por isso, traz libertação para quem sofre algum tipo de escravidão. Hoje, Jesus nos desafia a assumirmos essa mesma Missão”.
O objetivo é criar comunhão entre os diversos aspectos da Missão e incentivar para o compromisso. Todas as famílias e comunidades são convidadas a viver com maior intensidade o Mês das Missões. Com isso, a nossa Igreja no Brasil se fortalece e se abre com maior generosidade para a Missão Universal além-fronteiras. Conforme o apelo do Papa Francisco, “não nos deixemos roubar o entusiasmo missionário!” (EG 80).
Façamos a oração do mês missionário: Pai de bondade, nós te agradecemos pelo teu Filho Jesus enviado para dar vida plena a toda criatura. Dá-nos teu Espírito para que, libertos do egoísmo e do medo, lutemos com coragem contra toda forma de escravidão. Como Igreja missionária, renovamos nosso compromisso de anunciar o Evangelho em toda parte. E, com a intercessão de Maria, alcançar a libertação prometida. Amém!
Fonte: CNBB

"Experiência e vida do bispo emérito" é tema de encontro

Bispos eméritos de todo o Brasil refletiram sobre o tema “Experiência e vida do bispo emérito e seu ímpeto missionário” ao longo do 3º Encontro Nacional dos Bispos Eméritos, realizado de 15 a 18 de setembro, no Centro de Estudos da arquidiocese do Rio de Janeiro, em Sumaré  (RJ).
O encontro acontece a cada dois anos, com objetivo de reunir os bispos eméritos das mais variadas regiões para acompanhamento, trabalho de formação e orientações sobre a saúde física e espiritual dos religiosos. O arcebispo do Rio de Janeiro, cardeal Orani João Tempesta, presidiu a missa de abertura do encontro, dando boas-vindas aos participantes.
O evento reuniu 28 bispos eméritos e trabalhou três temas específicos: “O ancião na Bíblia e no magistério”, pelo bispo emérito de Blumenau (SC), dom Angélico Sândalo Bernardino; “A encíclica Evangelii Gaudium”, pelo bispo emérito de Mogi das Cruzes (SP), dom Paulo Antonino Mascarenhas Roxo; e “O bispo emérito e as periferias humanas, existenciais e geográficas”, pelo bispo emérito de Valença (RJ), dom Elias James Manning.
A programação contou também com o testemunho de dom Luiz Vieira Rocha, arcebispo emérito de Manaus (AM), e a presença de dois médicos, um cardiologista e um urologista, que instruíram os presentes acerca dos cuidados com saúde.
O próximo encontro já está marcado para setembro de 2016, novamente em Sumaré.
Esse foi o primeiro encontro promovido diretamente pela Comissão Especial para os Bispos Eméritos, criada pela Conferência Nacional da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em dezembro de 2012. Os dois encontros anteriores forma promovidos pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenado e a Vida Consagrada da CNBB.
Fonte: CNBB