domingo, 15 de março de 2015

Salvos por Ele

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

“Alegra-te, Jerusalém! Reuni-vos, vós todos que a amais; vós que estais tristes, exultai de alegria! Saciai-vos com a abundância de suas consolações" (Is 66,10s).
Caríssimos em Cristo: estas palavras de Isaías dão o tom da missa deste domingo, chamado pela liturgia de Domingo Laetare – Domingo “Alegra-te” – Quarto Domingo da Quaresma. Na metade do caminho para a celebração da Ressurreição do Senhor, a Igreja nos convida à alegria pela aproximação da Santa Páscoa. Daí, hoje o tom rosáceo e as flores na igreja. "Alegra-te, Jerusalém!" – Jerusalém é a Igreja, é o Povo santo de Deus, o novo Israel, é cada um de nós... Alegremo-nos, apesar das tristezas da vida, apesar da consciência dos nossos pecados! Alegremo-nos, porque a misericórdia do Senhor é maior que nossa miséria humana!
Como o povo da Antiga Aliança, também nós tantas vezes somos infiéis – já vimos isso claramente a esta altura da Quaresma! É trágico, na primeira leitura, o resumo que o Livro das Crônicas traçou da história de Israel: "Todos os chefes dos sacerdotes e o povo multiplicaram suas infidelidades, imitando as práticas abomináveis das nações pagãs. O Senhor Deus dirigia-lhes a palavra por meio de seus mensageiros, porque tinha compaixão do seu povo. Mas, eles zombavam dos enviados de Deus, até que o furor do Senhor se levantou contra o seu povo e não teve mais jeito". Com estas palavras dramáticas, o Autor Sagrado nos explica o motivo do terrível e doloroso exílio da Babilônia: Israel fez pouco de Deus, virou-lhe as costas; por isso mesmo, experimentou a expulsão do aconchego do Senhor na Terra que lhe fora prometida, perdeu a liberdade, o Templo, a Cidade Santa, e tornou-se escravo no Exílio de Babilônia. Aqui aparecem todas as consequências do pecado: o exílio do coração, a escravidão da vida!
O pecado, afastando-nos de Deus, nos desfigura e nos faz perder o rumo e o sentido da existência. Por isso mesmo, o Senhor vem em nosso socorro! Pois bem, o Senhor levou, então, seu povo para o terrível deserto do Exílio para fazê-lo voltar de todo o coração para Aquele que é seu único bem, sua verdadeira riqueza – aquele que é o seu Deus! É por misericórdia que Ele corrige Israel, por misericórdia que nos corrige: "Pois o Senhor não rejeita para sempre: se Ele aflige, Ele se compadece, segundo sua grande bondade. Pois não é de bom grado que Ele humilha e que aflige os filhos do homem" (Lm 3,31-33). Deus é amor e misericórdia! A leitura do Livro das Crônicas nos mostrou que, uma vez Israel convertido, corrigido, o Senhor fá-lo voltar para a Terra sempre prometida.
O Evangelho (Jo 3, 14-21) nos apresenta a conclusão do diálogo de Jesus com Nicodemos: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna. Pois Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho único, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 14-16). No deserto, os hebreus olhavam a serpente levantada por Moisés como sinal de cura e libertação. Faz lembrar a cruz onde foi levantado o Filho do Homem. Da Cruz de Jesus brota a vida e a salvação para todos. Ao olhar com fé para este sinal, ficamos curados.
Nesse tempo de conversão, que é a Quaresma, meditemos na Cruz, na alegria da Cruz! É sempre o mesmo júbilo de estar com Cristo: “Somente d’Ele é que cada um de nós pode dizer com plena verdade, juntamente com São Paulo: “Ele me amou e se entregou por mim” (Gal 2,20). Daí deve partir a vossa alegria mais profunda, daí deve advir também a vossa força e o vosso ponto de apoio. Se, por desgraça, deveis encontrar amarguras, padecer sofrimentos, experimentar incompreensões e até cair em pecado, que o vosso pensamento se dirija rapidamente para Aquele que vos ama sempre e que, com o seu amor ilimitado, faz vencer todas as provas, preenche todos os nossos vazios, perdoa todos os nossos pecados e nos impele com entusiasmo para um caminho novamente seguro e alegre” (São João Paulo II). Como nos lembra hoje a carta aos Efésios: “é por graça que vós sois salvos”, “é pela graça que sois salvos, mediante a fé” (2, 5b.8a).
A Igreja quer recordar-nos que a alegria é perfeitamente compatível com a mortificação e a dor. O que se opõe à alegria é a tristeza, não a penitência! Vivendo com profundidade o tempo da Quaresma, que conduz à Paixão – e, portanto, à dor –, compreendemos que aproximar-se da Cruz significa também aproximar-se do momento da Redenção, e, por isso, a Igreja e cada um dos seus filhos se enchem de alegria. A mortificação que procuramos viver nestes dias não deve ofuscar a nossa alegria interior, mas, pelo contrário, deve fazê-la crescer, porque está prestes a realizar-se essa prova máxima de amor pelos homens, que é a Paixão, e é iminente o júbilo da Páscoa. Sendo assim, queremos estar muito unidos ao Senhor, para que também na nossa vida se repita o mesmo processo da sua: chegarmos, pela sua Paixão e Cruz, à glória e à alegria da sua Ressurreição.
 Fonte: CNBB

Rasgai o coração

Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)

Esta é uma clamorosa convocação proclamada pelo profeta Joel em época remota, há cerca de 400 anos antes de Cristo. O clamor do profeta é um apelo que indica o caminho para se vencer as pragas. Hoje, ainda que não acolhida pela vivência da religiosidade, é oportuno ouvi-la e compreendê-la como interpelação para enfrentar as crises que estão desarrumando o funcionamento da sociedade. Particularmente, é importante escutá-la quando se chega à conclusão de que a maior crise na atualidade é a de confiança. A credibilidade está em baixa, em razão de posturas e práticas adotadas na esfera privada e no inadequado tratamento do que é de domínio público. É hora de um recomeço, que é complexo e altamente exigente. Esse processo exige a indispensável ação e posicionamentos de lideranças, para que se alcance um novo tempo pela força da credibilidade que cada cidadão precisa prezar. Ser digno de confiança é o aspecto mais honroso da vida particular, profissional e cidadã.

As muitas reformas necessárias para superar os graves problemas enfrentados pelo país demandam a mudança prioritária e urgente do próprio coração, que é referência simbólica da confluência da racionalidade e dos sentimentos. O coração é lugar da produção e da manutenção de uma consciência pautada em valores cidadãos, no gosto pelo altruísmo e no mais nobre sentido de respeito ao outro. A incompetência humanística de lideranças e a falta de densidade espiritual são os mais desafiadores obstáculos que impedem a recuperação da confiança.
A mesquinhez de se priorizar o atendimento de interesses cartoriais, a estreiteza dos egoísmos, a busca do lucro e da acumulação de riquezas sem parâmetros éticos produziram processos de desumanização que agora não são fáceis de serem revertidos. Sem a recuperação da confiança, alicerçada na verdade das ações e na reverência pela justiça, de nada adiantará a operação de um conjunto, mesmo significativo, de reformas. As mudanças precisam ser precedidas e acompanhadas pela reforma do coração. “Rasgai o coração” precisaria se tornar uma “onda” que leva a um despertar novo da consciência. Um movimento que deveria envolver, inicialmente, os mais altos dirigentes, os ocupantes de cargos representativos, os formadores de opinião e os que têm papel mais decisivo na construção da sociedade. Essa “onda” deve incluir o cidadão simples, que paga o preço mais alto por tudo o que está na raiz da falta de confiança.
A crise de credibilidade envenena os funcionamentos de instituições diversas e desestabiliza as relações interpessoais. Trata-se de um sério problema que não se enfrenta sem a recuperação da competência humanística e também espiritual. A carência dessa qualificação leva às escolhas equivocadas que impedem a sociedade de funcionar nos parâmetros da verdade e da justiça. É hora de fixar o olhar não apenas nas dinâmicas viciadas em tantos segmentos, setores e instâncias. É urgente e prioritária uma reconfiguração do sentido mais profundo que rege o coração.
“Rasgar o coração” é prática que sempre se começa por uma escuta mais atenta e permanente dos clamores dos mais pobres. É inadiável o exercício de reconhecer e buscar superar as muitas misérias, todas produzidas pela falta de cidadania. Trata-se de tarefa capaz de gerar novas lideranças. “Rasgai os corações” é convocação e também um alerta. Indica que eventuais novas estruturas e funcionamentos, se não forem alcançados sem a geração interior e pessoal de novas atitudes, mais cedo ou mais tarde, se tornarão também corruptos, pesados e ineficazes.
É hora de ouvir o clamor dos mais pobres. Estamos todos desafiados a enfrentar a crise de credibilidade com novas respostas, particularmente com um discurso político que não seja paliativo. A sociedade na qual estamos inseridos estampa a vergonha de uma generalizada falta de envergadura moral e solidária. Um mal que cria o ambiente propício para sermos, cedo ou tarde, as próprias vítimas de alguma praga. O alcançar de um novo tempo tem como ponto de partida o convite: Rasgai o coração!
Fonte: CNBB

Área Pastoral na festa de nosso padroeiro, São José

Vamos viver este grande momento de espiritualidade.

Hoje dia 15 de março, Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques arcebispo metropolitano da Arquidiocese de Fortaleza nos dá a alegria de celebrar conosco aqui na Área Pastoral na festa de nosso padroeiro, São José. Seja bem vindo nosso grande pastor. Queremos neste espírito de festa agradecer seu grande zelo e cuidado que tens demostrado por nossa Arquidiocese de Fortaleza. Pedimos em nossas orações pelo senhor que próximo dia 24 de março faz 16 anos do seu episcopado à frente da Arquidiocese de Fortaleza. Somos gratos a Deus por ter nos mandado este querido pastor, para guiar as suas ovelhas. Que o Senhor possa cada vez mais dá-lhe força e coragem para guiar o seu rebanho.
Querido povo de Deus a razão de um pastor é cuidar das ovelhas e as ovelhas por sua vez devem ouvir a voz do pastor e segui-lo.
Missa as 19:30 h na Comunidade São José que fica na Avenida Pompílio Gomes, 300 - Passaré.
Venha e traga sua família para este momento de espiritualidade e convivência..
Atenciosamente. Pe. Luciano Gonzaga e Pe. Francisco das Chagas

terça-feira, 10 de março de 2015

Oração, Conversão e Missão

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

Na mensagem mundial para a Quaresma deste ano, publicada no dia 17 de fevereiro, o Santo Padre Papa Francisco desafiou as comunidades católicas a uma “renovação” que supere os riscos da indiferença face aos outros. Ele pediu que as nossas paróquias fossem “ilhas de misericórdia” num mar de indiferença.

A Quaresma, um tempo de preparação especial, habitualmente um período reservado para a reflexão e conversão espiritual. Os 40 dias que nos preparam para a maior festa dos cristãos – a Páscoa – lembram os 40 anos de deserto do povo de Israel em busca da libertação e os 40 dias de jejum de Jesus, a inspiração para este tempo especial de reflexão e penitência, que culmina no Tríduo Pascal. Encontramos o simbolismo do numero “40” em muitos outros episódios da Sagrada Escritura.
Este tempo convida-nos a “entrar no deserto” para que, no encontro com Deus, superarmos as tentações da vida e caminharmos na dependência só do Senhor. Na mensagem do Papa para a abertura da Campanha da Fraternidade deste ano, ele faz uma pergunta sobre o que fazer para que possamos, como Igreja, fazer a experiência de sentir “as alegrias e tristezas” do mundo de hoje e sermos sinais de esperança.
Na Quarta-feira de Cinzas, abrindo a Quaresma, fomos convidados a dar mais tempo para a oração. E essa é a tônica também do Papa em sua mensagem quaresmal: “Em primeiro lugar, podemos rezar na comunhão da Igreja terrena e celeste. Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa 24 horas para o Senhor, que espero se celebre em toda a Igreja – mesmo a nível diocesano – nos dias 13 e 14 de março, pretende dar expressão a esta necessidade da oração”.
Somos chamados a reavivar a nossa vida batismal na caminhada quaresmal e chegarmos renovados para fazer solenemente, na Vigília Pascal, a renovação das promessas do Batismo.
Ao falar em oração e tempo quaresmal, o Papa convidou, como vimos em sua mensagem, todas as dioceses do mundo a promover a iniciativa “24 horas para o Senhor”, que este ano decorre entre os dias 13 e 14 de março, para “dar expressão a esta necessidade da oração”. Em nossa Arquidiocese, além dos mutirões de confissões que já acontecem na quaresma e tempos de oração como a via sacra e reflexão sobre o tema da Campanha da Fraternidade durante a Quaresma, novas iniciativas devem ocorrer em cada paróquia. Além disso, em cada vicariato episcopal, nessa experiência das “24 horas para o Senhor” ao menos uma igreja ficará aberta 24 horas (das 17 horas de sexta feira às 17 horas de sábado) para a oração, celebração penitencial, reflexão, aconselhamento. Também em cada um dos oito vicariatos, alguns locais públicos e de grande afluxo de povo receberão a oportunidade de oração e confissão, procurando atingir aqueles que normalmente não participam de nossas comunidades. Essas igrejas e locais são divulgadas pelos vicariatos. Assim, estamos convidando a todos para essa grande experiência de conversão quaresmal e experiência da misericórdia. Ao mesmo tempo em que é um momento especial para as pessoas, deve ser um despertar missionário.
O Papa Francisco propõe a “misericórdia” como antídoto para o que chama de “globalização da indiferença”, o que exige “um coração forte e misericordioso, vigilante e generoso, que não se deixa fechar em si mesmo”. “Dado que estamos interligados em Deus, podemos fazer algo mesmo pelos que estão longe, por aqueles que não poderíamos jamais, com as nossas simples forças, alcançar: rezamos com eles e por eles a Deus, para que todos nos abramos à sua obra de salvação”.
O Papa sublinha que a Igreja tem de “ultrapassar as fronteiras” ao encontro do próximo, para “superar tantas formas de indiferença e dureza de coração”. Esse tempo de oração e celebração penitencial antecede o domingo da alegria (laetare), o Quarto Domingo da Quaresma, como sinal de que a nossa alegria vem de um coração reconciliado e orante. A nossa renovação interior vai também nos enviar para a missão de paz e esperança.
Sabemos que o motivo primordial da missão é e sempre será o mandato missionário que Jesus Cristo deu aos apóstolos e aos discípulos no termo de sua existência terrena. É um ato de obediência fundamental que a Igreja deve prestar, até o fim da história, à vontade de seu autor. Por isso, a Igreja procurou sempre tomar consciência de sua natureza evangelizadora.
A evangelização exprime a identidade, a vocação própria da Igreja, sua missão essencial: "Evangelizar constitui, de fato, a graça e a vocação própria da Igreja, sua mais profunda identidade." (Paulo VI "Evangelii Nuntiandi", 14). Quando falamos da atividade missionária da comunidade eclesial, precisamos passar da missão à missionariedade, do objeto (o que fazer) ao sujeito (quem vai fazer) do mandato missionário. E, sem dúvida, que nós todos somos chamados a viver essa vida de conversão e oração, que nos renova interiormente, para a grande missão evangelizadora em nossa sociedade tão carente e violenta.
Por isso, não é suficiente apenas perceber a necessidade da missão, mas é fundamental tomar consciência de que toda a Igreja, e nela cada batizado ou batizada, é o sujeito da missão. Fica, pois, muito claro que toda a Igreja é por sua natureza missionária. Os cristãos não podem permanecer passivos, reduzindo, muitas vezes, sua pertença eclesial somente a momentos rituais. É preciso colocar toda a Igreja em "estado permanente de missão". A Igreja é toda missionária em seus membros que agem de diversos modos, de acordo com a multiplicidade e a variedade dos carismas e dons. É em cada um de seus membros que a comunidade cristã coloca-se a serviço da evangelização e é enviada para pregar o Evangelho a toda criatura.
A grande missão da Igreja concretiza-se na preocupação com a criatura humana em sua totalidade. Não é preocupação com uma salvação abstraída, mas compromisso de fé com o ser humano, com seu crescimento no seguimento de Jesus e com sua plena realização em todos os sentidos, porque entre evangelização e promoção humana “existem de fato laços profundos”. Em outras palavras, a Igreja deve permanecer sempre a serviço da pessoa humana, colaborando concretamente para a libertação da humanidade. O compromisso com a justiça é parte indispensável do processo de evangelização. Aí sentimos o eco do lema da CF deste ano: “Eu vim para servir”.
Que a celebração quaresmal, com todas as atitudes a ela ligadas, nos ajude a viver ainda mais nossa identidade católica nestes tempos difíceis e complexos, semeando a alegria de uma grande e alegre notícia que somos enviados a proclamar em nossa sociedade: Cristo vive, está entre nós e nos salva!
Fonte; CNBB

Conic realiza concurso do hino e cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica

O Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (Conic) recebe, até o dia 23 de abril, inscrições para o concurso do Hino e do Cartaz da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) de 2016. Com uma reflexão sobre o saneamento básico, a quarta edição realizada em parceria com outras igrejas propõe o tema “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24).
As músicas e cartazes, de acordo com os editais específicos, devem ser encaminhados ao endereço eletrônicoconic@conic.org.br, com cópia paracomunicacao@conic.org.br.
A CFE 2016 tem como objetivo geral chamar atenção para a questão do saneamento básico para garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida para todos. De acordo com os organizadores, apesar da importância, a cobertura no Brasil “caminha a passos lentos”.
Música
Na escolha do Hino da CFE 2016 serão considerados os aspectos litúrgicos e celebrativos que envolvem a iniciativa, em especial as perspectivas de denúncia e anúncio. O tempo quaresmal, período de vivência da campanha, também deve ser observado pelos autores. Os organizadores pretendem, ainda, que a música traduza e inspire a diversidade musical brasileira.
Cartaz
O cartaz deverá refletir sobre o tema da Campanha e pode conter desenhos, fotografias e artes como pintura, colagem e montagem.
Os aspectos técnicos para envio do áudio e da imagem estão descritos nos respectivos regulamentosdo concurso.
Ecumenismo
Desde 2000 a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) delega ao Conic a organização das Campanhas da Fraternidade Ecumênicas. Naquele ano, foi abordado o tema “Dignidade humana e paz” e o lema escolhido foi “Novo milênio sem exclusões”. A segunda edição, em 2005, falou sobre “Solidariedade e paz”, com o lema “Felizes os que promovem a paz”. Em 2010, a terceira CFE tratou da temática “Economia e Vida”, com o lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro”.
Nesta edição da CFE, haverá o apoio da Misereentidade episcopal da Igreja Católica na Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento de países da Ásia, da África e na América Latina. 
Fonte: CNBB

24 Horas para o Senhor



ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA: "Em comunhão com o Santo Padre, nossa Igreja Arquidiocesana se propõe a viver estas “24 horas para o senhor”: de 12 horas do dia 13 até às 12 horas do dia 14 de março próximos, sexta-feira e sábado, vésperas do IV Domingo da Quaresma, deixando aberta nossas Igrejas em continua oração e com os sacerdotes atendendo confissões dos fiéis. Na Catedral Metropolitana de Fortaleza também acontecerá uma celebração penitencial presidida pelo arcebispo metropolitano, atendendo o mesmo e outros sacerdotes as confissões dos fiéis. Jovens poderão fazer uma missão de abordagem de jovens para participar deste momento de reconciliação pelo Sacramento da Confissão vivido em comunidade orante.





Na Área Pastoral São José - Passaré, acontecerá na Comunidade São José Av. Pompílio Gomes, 300 – Passaré - Fortaleza.  Iniciando com a missa dia 13 às 12h. Contamos com a presença do povo, principalmente da Área Pastoral.

domingo, 8 de março de 2015

Vem aí...Festejos na Comunidade São José!!!



Estamos em pleno clima de festa de nosso padroeiro São José que começará dia 10 (terça feira) e hoje realizamos mais uma visita a nossas famílias

Convite:
 Queridos irmãos e irmãs, nossa Comunidade estará celebrando a festa do nosso Padroeiro. Por isso, temos a honra de convidar você e sua família para celebrar conosco, como também reavivar o compromisso de discípulos de Cristo e o empenho de uma vida de serviço e missão. Venha participar dos Festejos de São José!

Como Tema Geral temos: “São José, ajude-nos a ser presença de Deus junto às famílias.” tendo como Objetivo "Despertar nas famílias o desejo de ser Igreja viva e participativa"
Pe. Luciano Gonzaga e Pe. Francisco das Chagas..