terça-feira, 30 de junho de 2015

Conheça as intenções de oração de Francisco para julho

2015-06-29 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – Foram divulgadas nesta segunda-feira (29/06), as intenções de orações do Papa para o mês de julho.

A intenção de oração universal remete à caridade e pede “para que a responsabilidade política seja vivida em todos os níveis como uma forma elevada de caridade”.
Já a intenção para a evangelização é dirigida aos fiéis latino-americanos e pede “para que, diante das desigualdades sociais, os cristãos da América Latina deem testemunho de amor aos pobres e contribuam para uma sociedade mais fraterna”. (RB)
(from Vatican Radio)
Fonte:News.VA

Papa Francisco visitará três países da América Latina

“O meu desejo é de estar convosco para partilhar as vossas preocupações, manifestar o meu afeto e proximidade e alegrar-me convosco”, expressou o papa Francisco em vídeo-mensagem sobre viagem que fará à América Latina.
De 5 a 12 de julho, o pontífice iniciará a nona viagem internacional e a primeira visita a países de seu idioma. Francisco passará pelo Equador, Bolívia e Paraguai. “Nestes dias que precedem o nosso encontro dou graças a Deus por vós e peço-lhe que sejais perseverantes na fé, que tenhais o fogo do amor, da caridade, e que sejais firmes na esperança que nunca desilude”, disse o papa.
Na mensagem, o papa Francisco pediu orações para que o anúncio do Evangelho chegue às periferias mais distantes, em vista da construção do Reino de Deus. Ao final de sua fala, o pontífice invocou a proteção da Virgem Maria, Mãe da América, para que o Senhor abençoe a todos.
Durante a semana de visitas, o papa Francisco presidirá cinco missas, fará 22 discursos e se encontrará com os presidentes dos três países, bispos, sacerdotes, consagrados e representantes da sociedade civil. No Equador, o papa terá encontro com idosos. Já na Bolívia, se reunirá com detentos e movimentos populares e, no Paraguai, com crianças, pobres e jovens.
Com informações e foto do News.va
Fonte:CNBB

A Redução da Maioridade Penal

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil


Tendo como subtítulo uma frase de Jesus Cristo no Sermão da Montanha: “Felizes os que têm fome e sede da justiça, porque serão saciados” (Mt 5,6), o Conselho Permanente da CNBB, que é o órgão mais importante dessa Conferência, depois da Assembleia Geral, aprovou uma Mensagem, da qual extraí as passagens que seguem:

"Temos acompanhado, nos últimos dias, os intensos debates sobre a redução da maioridade penal, provocados pela votação desta matéria no Congresso Nacional. Trata-se de um tema de extrema importância porque diz respeito, de um lado, à segurança da população e, de outro, à promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. É natural que a complexidade do tema deixe dividida a população que aspira por segurança. Afinal, ninguém pode compactuar com a violência, venha de onde vier.
É preciso, no entanto, desfazer alguns equívocos que têm embasado a argumentação dos que defendem a redução da maioridade penal como, por exemplo, a afirmação de que há impunidade quando o adolescente comete um delito e que, com a redução da idade penal, se diminuirá a violência. No Brasil, a responsabilização penal do adolescente começa aos 12 anos. Dados do Mapa da Violência de 2014 mostram que os adolescentes são mais vítimas que responsáveis pela violência que apavora a população. Se há impunidade, a culpa não é da lei, mas dos responsáveis por sua aplicação.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), saudado há 25 anos como uma das melhores leis do mundo em relação à criança e ao adolescente, é exigente com o adolescente em conflito com a lei e não compactua com a impunidade. As medidas socioeducativas nele previstas foram adotadas a partir do princípio de que todo adolescente infrator é recuperável, por mais grave que seja o delito que tenha cometido. Esse princípio está de pleno acordo com a fé cristã, que nos ensina a fazer a diferença entre o pecador e o pecado, amando o primeiro e condenando o segundo.
Se aprovada a redução da maioridade penal, abrem-se as portas para o desrespeito a outros direitos da criança e do adolescente, colocando em xeque a Doutrina da Proteção Integral assegurada pelo ECA. Poderá haver um “efeito dominó” fazendo com que algumas violações aos direitos da criança e do adolescente deixem de ser crimes como a venda de bebida alcoólica, abusos sexuais, dentre outras.
A comoção não é boa conselheira e, nesse caso, pode levar a decisões equivocadas com danos irreparáveis para muitas crianças e adolescentes, incidindo diretamente nas famílias e na sociedade. O caminho para pôr fim à condenável violência praticada por adolescentes passa, antes de tudo, por ações preventivas como educação de qualidade, em tempo integral; combate sistemático ao tráfico de drogas; proteção à família; criação, por parte dos poderes públicos e de nossas comunidades eclesiais, de espaços de convivência, visando a ocupação e a inclusão social de adolescentes e jovens por meio de lazer sadio e atividades educativas; reafirmação de valores como o amor, o perdão, a reconciliação, a responsabilidade e a paz.
Consciente da importância de se dedicar mais tempo à reflexão sobre esse tema, também sob a luz do Evangelho, o Conselho Permanente da CNBB, (...) dirige esta mensagem a toda a sociedade brasileira, especialmente, às comunidades eclesiais, a fim de exortá-las a fazer uma opção clara em favor da criança e do adolescente. Digamos não à redução da maioridade penal e reivindiquemos das autoridades competentes o cumprimento do que estabelece o ECA para o adolescente em conflito com a lei.
Que Nossa Senhora, a jovem de Nazaré, proteja as crianças e adolescentes do Brasil!"
Fonte: CNBB

Bispos do regional Leste 1 emitem nota sobre ideologia de gênero

“Nós, bispos do Regional Leste 1 da CNBB, que abrange todo o Estado do Rio de Janeiro, manifestamos nossa profunda preocupação em face das tentativas de se implantar a ideologia de gênero em nosso país. A ideologia de gênero é a afirmação de que não se nasce homem ou mulher, mas a opção acontece posteriormente, a partir da livre escolha de cada indivíduo”, expressou o episcopado na nota emitida em 26 de junho.
Confira abaixa a íntegra do texto: 
Nota sobre Ideologia de Gênero
“Homem e mulher Deus os criou” (Gn 1,27)
Nós, bispos do Regional Leste 1 da CNBB, que abrange todo o Estado do Rio de Janeiro, manifestamos nossa profunda preocupação em face das tentativas de se implantar a ideologia de gênero em nosso país. A ideologia de gênero é a afirmação de que não se nasce homem ou mulher, mas a opção acontece posteriormente, a partir da livre escolha de cada indivíduo.
Por isso, alertamos para os esforços empreendidos a fim de que esta ideologia passe a fazer parte do sistema educacional. Embora não tenham alcançado êxito em nível nacional, observa-se agora nova tentativa de implantação da mesma ideologia em nível municipal.
Afirmamos que a sexualidade humana não é apenas uma questão de escolha, mas de reconhecimento de uma realidade com a qual já nascemos e com a qual somos chamados a viver. Reafirmamos a importância do sexo biológico e chamamos a atenção para os riscos de se considerar as questões a ele relacionadas como apenas de escolha ou de condicionamento histórico-cultural. A sexualidade humana compreende cinco aspectos: biológico, afetivo, psicológico, espiritual e social. A negação do aspecto biológico e a ênfase apenas no aspecto afetivo são bastante reducionistas para a pessoa humana, desde a infância, sendo prejudicial à família e à sociedade.
Ratificamos a importância da diferença entre homem e mulher e recordamos que tal diversidade existe para a reciprocidade, não para o antagonismo ou a competição.
Afirmamos igualmente que a sexualidade nos foi dada para o encontro interpessoal entre homem e mulher, fundado no amor e no compromisso por uma vida a dois, no respeito e na edificação da família.
Por isso, queremos alertar para o desfoque que vem sendo gradativamente dado a conceitos fundamentais, entre eles, pessoa humana, sexualidade e família. Nestes casos, identificamos um ardiloso processo desconstrutor da identidade brasileira e desrespeitador da pessoa humana.
A escola, como extensão da família, é o lugar onde se aprendem os valores humanos mais profundos. Mutila-se o processo educativo quando se restringe a formação aos dados apenas técnicos e quando se impõem modelos de pessoa humana e de sociedade que não respeitam a diferença e a relacionalidade desejadas pelo Criador.
Por tudo isso, solicitamos que se rejeitem os fundamentos a partir dos quais estão sendo elaborados os planos municipais de educação, especificamente no que diz respeito à ideologia de gênero. Também solicitamos aos nossos vereadores que não permitam que tal ideologia seja referendada nos planos de educação de seus respectivos municípios.
Solicitamos, por fim, aos católicos que, em consciência, acompanhem mais de perto a ação legislativa daqueles a quem, pelo voto, deram o mandato de os representar e avaliem, diante de Deus, se eles efetivamente podem ser considerados seus representantes.
Como bispos da Igreja Católica, temos consciência de que não estamos falando apenas para os católicos, pois as questões aqui relacionadas dizem respeito a todas as pessoas, independentemente do credo que professem e de não professarem credo algum. A Igreja não julga quem quer que seja. O julgamento pertence a Deus e a Ele também nós, pastores, nos submetemos. No entanto, por não querermos pecar por omissão, sentimo-nos no dever de alertar. Temos plena consciência de que não estamos falando para um mundo que não mais existe nem para um tempo que já passou. Ao contrário, falamos para hoje, falamos para nós mesmos e falamos para todos os que buscam um mundo coerente com a vontade de Deus e com os sonhos de paz, justiça, respeito e comunhão, sonhos que o próprio Deus semeou em cada um de nós.
Rio de Janeiro, 26 de junho de 2015.

Orani João Cardeal Tempesta, O.Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro
Presidente do Conselho Episcopal Regional Leste 1/CNBB

Dom Luciano Bergamin, CRL
Bispo de Nova Iguaçu
Vice-Presidente do Conselho Episcopal Regional Leste 1/CNBB

Dom José Francisco Rezende Dias
Arcebispo de Niterói
Secretário do Conselho Episcopal Regional Leste 1/CNBB
Fonte: CNBB

Área Pastoral São José- Arraiá do Cumpadre Zé


Atenção pessoal!!!
Nosso Arraiá do Cumpadre Zé este ano, está pra lá de bom.
Compareçam para dançar e se divertir... Vai ter muitas comidas típicas, brincadeiras e um forró bem arrochado.
Será dia 04 de julho (sábado) no SOCIETY BOLA NA REDE a partir das 19 horas.
Nós esperamos você e sua família.

domingo, 28 de junho de 2015

Papa entregará pálio a arcebispos metropolitanos

O arcebispo de Curitiba (PR), dom José Antônio Peruzzo, é o único brasileiro entre os 46 arcebispos que receberão o pálio das mãos do papa Francisco, na tradicional missa presidida pelo pontífice na Basílica Vaticana, por ocasião da solenidade dos santos Pedro e Paulo.
 A data é recordada pela Igreja na segunda-feira, 29. A cerimônia será transmitida ao vivo, com comentários em português, pela Rádio Vaticano, a partir das 4h25 no horário de Brasília.
Mudança
A pedido de Francisco, o rito tradicional do pálio terá uma mudança este ano. Por meio de carta enviada em janeiro, o mestre das celebrações pontifícias, monsenhor Guido Marini, informou que a partir de agora a faixa de lã branca será apenas entregue pelo papa, ao invés de colocada. A imposição do Pálio será realizada pelas mãos dos núncios apostólicos locais, nas respectivas dioceses.
Monsenhor Marini explicou que a intenção da mudança é dar maior evidência à relação dos bispos metropolitanos com suas Igrejas locais e, assim, também possibilitar que mais fiéis estejam presentes neste rito tão significativo. “Os bispos das dioceses sufragâneas, deste modo, poderão participar do momento da imposição. Neste sentido, mantém-se todo o significado da celebração de 29 de junho, que sublinha a relação de comunhão e também de comunhão hierárquica entre o papa e os novos arcebispos; ao mesmo tempo, a isto se acrescenta, com um gesto significativo, esta ligação com a Igreja local”, reforçou.
O Pálio
O pálio é símbolo do serviço e da promoção da comunhão na própria Província Eclesiástica e na sua comunhão com a Sé Apostólica. Nos primeiros séculos do Cristianismo, seu uso era exclusivo dos papas. A partir do século VI, passou a ser usado também pelos arcebispos metropolitanos, tradição que perdura até hoje.
O pálio é elaborado com lã branca, possui cerca de 5 centímetros de largura e dois apêndices, um na frente e outro nas costas. Possui também seis cruzes bordadas em lã preta. É confeccionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma, utilizando a lã de dois cordeiros que são oferecidos ao papa no dia 21 de janeiro de cada ano, na Solenidade de Santa Inês.
Com informações da Rádio Vaticano
Fonte: CNBB

Óbolo de São Pedro, solenidade

Cardeal Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)

Na Solenidade de São Pedro e São Paulo, neste ano antecipada no Brasil para o dia 28 de junho, a Igreja realiza uma coleta denominada óbolo de São Pedro, destinada às necessidades da Igreja Universal, cujo cuidado afeta prioritariamente aquele com quem todos estamos em comunhão, a quem foi conferida a missão de confirmar os seus irmãos. Com efeito, Jesus disse a Pedro: “E tu, uma vez convertido, confirma teus irmãos” (Lc. 22,32).
A prática da caridade, mandamento máximo do Senhor, tem diversas formas de expressão do coração que vê, no próximo, no seu irmão a sua angústia e a sua necessidade, como no exemplo que Jesus nos deixou na parábola do Bom Samaritano e na expressão de sua própria vida: “Tenho pena deste povo que há tantos dias me segue”, e no gesto supremo de dar a Sua própria vida.
Lemos nos Atos dos Apóstolos e nas epístolas paulinas o empenho daquelas primeiras comunidades, lideradas por Paulo, pela Igreja de Jerusalém, que passava por grandes dificuldades. O Papa Emérito Bento XVI, falando, na sua Encíclica sobre o amor, assim ensina: “A Igreja nunca poderá ser dispensada da prática da caridade enquanto atividade organizada dos crentes, como, aliás, nunca haverá uma situação onde não seja preciso a caridade de cada um dos indivíduos cristãos, porque o homem, além da justiça, tem e terá sempre necessidade do amor” (Cf. n.º 29).
Hoje, igualmente, muitas das Igrejas particulares espalhadas pelo mundo sofrem, como outrora, grandes necessidades. São irmãos nossos que estão como aquele homem da parábola citada, lançados à beira da estrada. Precisam de que lhes ministrem a palavra do Evangelho, o pão da Eucaristia e o pão material. A obra missionária, sacerdotes e leigos que deixam tudo para levar a fé, precisam de nosso amparo. A pobreza clama por nosso amor!
O óbolo de São Pedro é destinado à prática dessa caridade e, também, a de mantermos os serviços universais da Igreja. Como instituição visível ela tem de se manter, de conservar toda a obra evangelizadora construída através dos séculos por nossos irmãos que já se foram, e por nós mesmos, e que expressam nossa fé, o culto, os templos, os lugares santificados. São João Paulo II assim expressou-se, falando aos participantes do Círculo de São Pedro, em 28 de fevereiro de 2003: “O Óbolo constitui uma verdadeira e particular participação na ação evangelizadora, especialmente se se consideram o sentido e a importância de partilhar concretamente as solicitudes da Igreja universal”.
A prática desta espórtula coletiva nasceu da iniciativa de anglo-saxões no século VIII para que, na unidade da Igreja sob o Papa, pudesse ela manter-se e cumprir também, organizadamente, sua missão. Rapidamente se espalhou pelos demais países da Europa. Como outras semelhantes, passou por muitas vicissitudes diversas ao longo dos séculos, até que foi consagrada pelo Papa Pio IX através da sua Encíclica Saepe venerabilis, de 5 de Agosto de 1871. Paulatinamente tornou-se obrigatória na destinação de todas as coletas da Festa de São Pedro, como envio do óbolo para o Santo Padre atender as necessidades da Igreja Católica que peregrina em todo mundo. Vale ressaltar que os párocos devem enviar a coleta na sua totalidade e não uma pequena parte simbólica.
São Paulo, dirigindo-se aos Coríntios (2Cor. 9,7) nos exorta: “Que cada um dê conforme decidiu em seu coração, não com tristeza ou por obrigação, pois Deus ama a quem dá com alegria”. Pertencemos a uma comunidade que crê, que vive a sua fé na união fraterna da caridade e que recebeu de Deus a missão de levar a Boa Nova ao mundo. Dentro desta conscientização, devem ser recebidas com alegria todas as iniciativas e atividades que nos levem a vivê-la.
As comemorações de São Pedro e de São Paulo são momentos propícios para esta reflexão e decisão de nos integrar nas iniciativas eclesiais para o exercício de sua missão. Pedro e Paulo, colunas mestras da Igreja, entregaram-se de corpo e alma ao anúncio da fé e estabeleceram os fundamentos da Igreja visível para que continuasse seus trabalhos, que irradiavam sua paixão pelo Mestre.
A primeira forma de contribuir é participar das celebrações em honra dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, dedicando suas orações pelo Santo Padre Francisco, por suas necessidades e por toda a Igreja de Cristo, sobretudo os mais necessitados da especial atenção, cuidados e auxílio fraterno do Sumo Pontífice, como ele mesmo disse: "aqueles que vivem na periferia" e precisam da solicitude pastoral do Sumo Pontífice. Isso renova espiritualmente o vínculo de fé, de esperança e de amor que nos une em Cristo.
A segunda forma de contribuir é mais efetiva e nos compromete diretamente através da oferta material que se faz no ofertório da Santa Missa em todas as celebrações realizadas na Solenidade dos Santos Apóstolos, desde o sábado ao meio dia até o domingo à noite. Nesse sentido, é muito importante colaborar generosamente com o "Óbolo de São Pedro", demonstrando assim nossa afetiva unidade com o serviço do Pastor Universal da Igreja de Cristo.
A terceira forma de contribuir é ajudar a divulgar o Óbolo de São Pedro, esclarecendo e orientando os que ainda não conhecem esta iniciativa e motivando os que já conhecem, mas não colaboram de modo efetivo. Vamos usar todos os meios de comunicação, particularmente, as redes sociais para lembrar e conscientizar os católicos de sua obrigação para com a ajuda ao Papa na sua caridade. É dar ao Papa a possibilidade de ajudar as pessoas e situações de necessidade espalhadas pelo mundo.
Agradeçamos, neste dia, o trabalho missionário de São Pedro e São Paulo e com eles glorifiquemos a Deus em nossas vidas. Assim sendo, colaboremos com generosidade na Coleta do Óbolo de São Pedro para que o Papa Francisco possa atender a sua solicitude pastoral.
 Fonte: CNBB