A Paróquia Cristo Redentor está localizada na Rua Nossa Senhora das
Graças, 1430 – bairro Cristo Redentor. Telefone (85) 3286.3055
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Cristo Redentor é celebrado em Fortaleza
Paróquia São Francisco, Jacareganga, realiza I encontro “ser feliz fazendo o outro feliz”
Informações (85) 3238.0978, secretaria paroquial.
Missas serão celebradas no 7º dia de falecimento de padre Haroldo Coelho
Na Igreja dos Navegantes, amanhã, às 19 horas, presidida pelo afilhado e amigo de padre Haroldo, e vigário paroquial da Paróquia São Francisco, padre Francisco Nascélio Maciel. A Igreja Nossa Senhora dos Navegantes fica na Avenida Filimeno Gomes, s/n.
No mesmo dia e horário, na Paróquia Nossa Senhora dos Remédios,
Avenida da Universidade, 2974, bairro Benfica, presidida por padre
Rogério Madeiro, da Congregação da Missão (padres Lazaritas).
O sacerdote tinha um incansável
compromisso em favor dos mais pobres, além de uma importante influência
no campo político. Dentre os diversos trabalhos que realizou foi vigário
paroquial da Paróquia de São Francisco, Jacarecanga, e assessor
nacional do movimento familiar cristão. Para saber mais sobre padre
Haroldo, clique aqui.
Paróquia de São Francisco, Jacarecanga, (85) 3238.0978; Irmã Luzia
Goes, Missionária do Coração Eucarístico e do Movimento Missionário do
Coração Eucarístico, (85) 3233-1468, ou 9924.1715.
Autoridade da cúria romana explica por que Bento XVI é um dos grandes pensadores deste tempo
Dom Gerhard Ludwig Müller
Dom Müller fez estas declarações em uma entrevista concedida à Rádio Vaticano depois de apresentar o livro “Expandindo o horizonte da razão”, uma obra que recolhe os trabalhos e reflexões do Papa Ratizinger ao longo de toda sua vida.
“É um dos poucos homens que há com um horizonte tão amplo: conhece o desenvolvimento da filosofia na Europa, desde os gregos, os romanos, e para terminar com os filósofos modernos. Conhece também a história da Igreja, as perguntas e os desafios que se antepõem às ciências naturais de hoje em dia. Conheço poucas pessoas que tenham esta profundidade de pensamento, tão necessário hoje em dia”, disse a autoridade vaticana.
Dom Müller, quem também é presidente da Pontifícia Comissão “Ecclesia Dei”, da Comissão Teológica Internacional e da Pontifícia Comissão Bíblica, assinalou também que o Santo Padre é um grande pensador, mas além disso, tem a grande capacidade de falar com um homem simples.
“Por isso, é necessário e muito importante que todos os teólogos sejam pastores, que se dirijam a todos os homens, porque Deus não ama só os intelectuais, as pessoas que são grandes gênios, mas todos os homens”, acrescentou.
Explicou que o Papa tem feito um comprido caminho em sua vida e em suas reflexões. “Começou aos 15 anos. Hoje tem 85: assim são 70 anos de reflexão profunda e de meditação. houve muitas experiências em sua vida: de jovem viveu a experiência do nacionalismo e do fascismo, da guerra, de vários eventos de sua vida humana… Mas isso, nunca foi um intelectual que vive em sua torre de marfim, se não que tiver presente a vida de todos os homens, e está profundamente inserido na história do século XXI”.
“Digamos que Jesus Cristo é o Verbo de Deus, mas quando veio ao mundo falou de maneira muito singela, ao coração de todos os homens. Falou com os fariseus, aos grandes intelectuais de seu mundo, de seu tempo, mas sempre testemunhou o grande respeito que Deus tem por todos os homens”, acrescentou.
Por último, em relação à incursão do Santo Padre no mundo das redes sociais, mais concretamente no Twitter –com a conta @Pontifex_pt-, Dom Müller considerou que “assim como a fé e a Revelação são maneiras que Deus usa para comunicar-se conosco. Através destes meios de comunicação podemos comunicar, não de maneira ideológica –quer dizer, querer influenciar às pessoas contra sua razão-, a não ser para ter um diálogo aberto à verdade”.
“Só a Verdade, pode salvar os homens, não a propaganda”, concluiu.
Fonte: Acidigital
Evangelho do Dia -Mc 1,29-39
Leitura Orante
A nós, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor
Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo. - Bendito seja
Deus que nos reuniu no amor de Cristo! Preparo-me para a Leitura,
rezando: Jesus Mestre, que dissestes: "Onde dois ou mais estiverem
reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles", ficai conosco,aqui
reunidos (pela grande rede da internet), para melhor meditar e comungar
com a vossa Palavra. (Bv. Alberione)
1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia? Leio atentamente o
texto: Mc 1,29-39. Bonito o encontro de Jesus com a sogra de Pedro que
estava com febre alta. Observe a atitude: " Ele chegou perto dela,
segurou a mão dela e ajudou-a a se levantar. A febre saiu da mulher, e
ela começou a cuidar deles." Interessante. é que Jesus não fala com a
sogra, mas a segura pela mão e a ajuda a se levantar. A mulher
imediatamente fica curada, e tão bem, que se põe a cuidar deles. Doentes
e a multidão procuravam encontrar Jesus e Ele anunciava a boa notícia
do Reino por toda parte.
2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? Qual palavra
mais me toca o coração? Entro em diálogo com o texto. Reflito e
atualizo. Diante de grandes desafios, os bispos em Aparecida, disseram:
"Os esforços pastorais orientados para o encontro com Jesus Cristo vivo
deram e continuam dando frutos" (DA,99). Meus esforços para viver bem,
estar bem, viver bem, são orientados pelo encontro com Cristo vivo? Ou,
considero-me capaz e suficiente para enfrentar os desafios, dispensando a
ação de Deus na minha vida?
3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus? Rezo com o
bem-aventurado Alberione: Jesus Mestre, disseste que a vida eterna
consiste em conhecer a ti e ao Pai. Derrama sobre nós, a abundância do
Espírito Santo! Que ele nos ilumine, guie e fortaleça no teu seguimento,
porque és o único caminho para o Pai. Faze-nos crescer no teu amor,
para que sejamos, como o apóstolo Paulo testemunhas vivas do teu
Evangelho. Com Maria, Mãe Mestra e Rainha dos Apóstolos, guardaremos tua
Palavra, meditando-a no coração. Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida,
tem piedade de nós.
4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da
Palavra? Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar
do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é
conforme o Projeto de Jesus Mestre. Deixarei que o Senhor me tome pela
mão como segurou a mão da sogra de Pedro. Bênção - Deus nos abençoe e
nos guarde. Amém. - Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós.
Amém. -Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. -
Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Fonte: paulinas
Saborear a cura interior
O
egoísmo é um poderoso agente criador de doenças, pois é coercitivo e
opressor. O egoísmo impõe um estilo de vida que acaba voltando-se contra
a pessoa que o experimenta e alimenta. Vivemos num mundo decaído e
estragado pelas consequências do pecado. Somos seres situados. Não
vivemos isolados nessa terra, como se uma redoma de vidro nos protegesse
e não permitisse que os problemas e os desafios do mundo nos atinjam. É
injusto querer saborear as luzes desse mundo em mudança, sem querer
ajudar a eliminas as sombras que a ausência dessa luz nos faz
experienciar.
Ao lado de um mundo que
produziu aparelhos espetaculares, para ajudar nos diagnósticos das
enfermidades e remédios fabulosos que ajudam a combater essas
enfermidades, esse mundo se tornou, também, especialista em criar
doenças e enfermidades.
Nunca o mundo foi tão
doente. Nunca tanta gente morreu de tantas doenças diferentes e
sofisticadas, como o homem do início desse terceiro milênio. Um mundo
doente, construído sobre pilares feridos e machucados, acaba gerando um
ser humano igualmente ferido e machucado. Temos um bom exemplo disso no
grande número de enfermidades mentais e psicológicas, surgidas nos
últimos tempos.
Não poderia ser diferente.
Um ser humano educado para o individualismo egoísta, acaba se
transformando num agente criador e distribuidor de doenças. Num mundo de
incertezas, como teremos pessoas firmes?
E esse homem moderno não
poderia mesmo estar firme, pois traz um mundo imenso de problemas e
desafios sobre sua cabeça e não encontra apoio em ninguém, já que todos
estão envolvidos e alimentados pelo mesmo egoísmo opressor e solitário.
O egoísmo é um poderoso
agente criador de doenças, pois é coercitivo e opressor. O egoísmo impõe
um estilo de vida que acaba voltando-se contra a pessoa que o
experimenta e alimenta.
A modernidade levou o ser
humano para a cidade. Cidade não é lugar para se viver. Cidade é lugar
para sobreviver, e assim mesmo, muito mal. Na cidade vive-se disputando o
espaço. A natureza é destruída e depois as enchentes invadem os
barracos. Nessas horas, a quem recorrer? E nas horas do congestionamento
do trânsito, onde o motorista do carro da frente, apesar de ter um
rosário dependurado no retrovisor, e uma estampa de Nossa Senhora no
vidro traseiro, é incapaz de dar passagem para alguém que necessita de
uma brecha, quem sabe para salvar um filho doente?
Ao lado dessa agitação,
existe a pressão por uma vida melhor, uma casa melhor, um bom emprego,
um carro do ano, um salário digno, um bom seguro de vida, um seguro para
o automóvel, um bom alarme no apartamento, grades nas janelas, várias
trancas nas portas... E um coração mais trancado e isolado do que tudo
isso.
Trecho do Livro: Saborear a Vida, Pe. Léo
Fonte: bethania
Clame ao Senhor
Os primeiros dias de um novo ano despertam em nós uma série de
perguntas: Como será este ano que começa? Conseguirei superar os meus
problemas? Haverá paz entre os povos? Os economistas encontrarão
respostas adequadas para os desafios que enfrentamos? Os políticos...
etc. Cada qual julga-se portador da solução ideal e do remédio eficaz
para os males que afligem nossa sociedade. Em meio a tanta palavra vazia
que se ouve, não seria o caso de buscarmos uma orientação nas raízes de
nossa fé? Não quero dizer com isso que as discussões sejam inúteis;
são, isto sim, normalmente incompletas. Falta-lhes, por vezes, um
elemento essencial: a convicção de que “Se o Senhor não construir a
casa, é inútil o cansaço dos pedreiros” (Salmo 127/126,1). Por isso,
deveríamos começar este primeiro mês do ano da graça de 2013 com um
profundo clamor, uma súplica ardente, uma prece confiante. Explico-me, a
partir de um texto do Deuteronômio. Como é sabido, esse livro reproduz
um grande discurso de despedida pronunciado por Moisés, pouco antes de
morrer, no fim da travessia do deserto e às vésperas da conquista da
Terra Prometida. Moisés apresentava as leis a serem observadas na Terra
Prometida, conclamando o povo a ser fiel à sua eleição e à aliança com
Deus. Depois de tomar os primeiros frutos de tudo o que a terra tivesse
produzido, e de tê-los colocado numa cesta, o fiel deveria apresentar-se
ao sacerdote, que colocaria a cesta diante do altar, e declarar, diante
do Senhor:
“Meu pai era um arameu errante, que desceu ao Egito com um punhado de
gente e ali viveu como estrangeiro. Mas ele tornou-se um povo grande,
forte e numeroso. Então os egípcios nos maltrataram e oprimiram,
impondo-nos uma dura escravidão. Clamamos então ao Senhor, Deus de
nossos pais, e o Senhor ouviu nossa voz e viu nossa opressão, nossa
fadiga e nossa angústia; o Senhor nos tirou do Egito com mão forte...”
(Dt 26,5-8).
Essa maneira de reagir diante dos problemas (“Clamamos ao Senhor...”)
tornou-se um gesto normal e frequente na história do Povo Escolhido.
Temos exemplos de súplicas em quase todos os livros do Antigo
Testamento. Ora é Salomão que se volta para o Senhor: “Ouve o clamor e a
oração que teu servidor te dirige” (2Cr 6,19), ora é o povo que brada:
“Olha e vê nossa ignomínia” (Lm 5,1), ou, então, são os profetas que,
como Daniel, insistem: “Ó nosso Deus, escuta as orações e as súplicas do
teu servo” (Dn 9,17). Também o salmista lança seu grito: “Salva-me, ó
Deus, pois a água sobe até o meu pescoço!” (Sl 69/68,1); “Inclina para
mim teu ouvido; quando te invoco, atende-me depressa!” (Sl 102/101,3)
etc. Nessas súplicas, os que clamavam partiam de uma convicção: o Senhor
ama o seu povo, ouve sua oração, gosta de lhe demonstrar sua amizade e
atenção, e nunca deixa um grito ou pedido sem resposta. Ele salva seus
filhos e filhas porque é bom e poderoso. Jesus procurou aprofundar em
nós essa convicção, tanto que nos ensinou: “Pedi e vos será dado. Pois
todo aquele que pede, recebe” (Mt 7,7-8). Ele mesmo estava atento aos
pedidos que lhe faziam – como, por exemplo, no caso do cego: “Jesus,
Filho de Davi, tem compaixão de mim!” (Mc 10,47).
O grito que parte do coração da criatura necessitada não se apóia nos
méritos de quem o emite, mas na potência do Senhor. Essa confiança não
dá o direito de nos omitirmos, mas, ao contrário, nos obriga a fazer a
nossa parte e nos compromete ainda mais. Em outras palavras: justamente
porque, em nossas necessidades, nos voltamos para Deus, com maior razão
deveremos colocar nossos talentos na busca de soluções concretas e
eficazes para os desafios que enfrentarmos.
Comecemos, pois, o novo ano, apresentando ao Senhor nossa própria
dor, o sofrimento de nossa família ou comunidade, e os grandes problemas
de nosso país. Nosso Deus abrirá diante de nós, então, novos caminhos,
ao mesmo tempo em que nos dará força para fazermos o que nos compete.
Sim, o Senhor ouvirá nossa voz e virá ao nosso encontro, porque é Deus,
porque é Pai, porque é amor.
Fonte: bethania
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