Oficio 01.2013 – À JUFRA do Brasil sobre Santa Maria-RS
A
Juventude Franciscana do Brasil (JUFRA) está convocando todos os
Jufristas do Brasil a se colocarem em oração por Santa Maria. Por meio
da Subsecretaria de Direitos Humanos Justiça, Paz e Integridade com a
Criação foi definido que toda a JUFRA do Brasil fará um gesto concreto
em solidariedade aos Jovens de Santa Maria. A Vigília não somente um
encontro e sim um momento coletivo de oração, onde cada fraternidade
local se reunirá e fará reflexão e oração em memória dos mortos no
acidente. Este momento orante deverá acontecer entre 31 de janeiro e 03
de fevereiro deste ano e todas as fraternidades locais de JUFRA do
Brasil. Leia aqui a íntegra da Carta e a proposta de Vigília.
Informações com Alex Sandro Bastos Ferreira, OFS/JUFRA, Secretário
Fraterno (Presidente) Nacional da JUFRA do Brasil. Tel (11) 7048-2788 –
www.jufrabrasil.org
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Menino de sete anos pede ao presidente Obama que modifique “lei que mata bebês”
A mãe do menino, Marina G. em uma nota dirigida ao National Right to Life News (NRL por suas siglas em inglês), explicou que compartilha a carta de seu filho escrita no dia 25 de janeiro –Dia da grande Marcha pela Vida em Washington-, porque “apesar de ser um menino de sete anos, ele tem um sonho, uma crença e um coração”.
Marina assinalou que seu filho se converterá na “geração de homens e mulheres com valentia que estão preparados para defender o direito de viver de cada pessoa, nascidos ou não”.
Na carta, escrita com faltas ortográficas próprias de sua idade, publicada no Lifenews.com no dia 29 de janeiro, do menino lhe diz ao mandatário:
Querido Presidente Obama
Meu nome é Alexander. Tenho 7 anos.
Por favor, mude a lei que mata bebês quando
ainda estão na barriguinha das suas mamães.
Estes bebês estão vivos e nenhum deles escolheu morrer.
Por favor faça uma nova lei que proteja os bebês.
Martin Luther King Jr tinha um sonho e mudou (os) Estados
Unidos, e eu também tenho o sonho que as mamães cuidem
bem dos seus bebês na barriguinha e tragam os bebês
aos orfanatos para que outras mamães possam adotá-los
e eles serão felizes.
Eu também serei presidente quando crescer.
Seu amigo
Alexander G. Fonte: Acidigital
A onipotência de Deus Pai e criador se expressa no amor e na misericórdia, assinala Bento XVI 0 comentário 21
VATICANO, 30 Jan. 13 / 11:23 am (ACI/EWTN Noticias).- Em sua habitual audiência geral das quartas-feiras, o Santo Padre refletiu neste 30 de janeiro sobre a oração
do Credo, no marco da Ano da Fé enfatizando a primeira definição de
Deus que o Credo apresenta: ser Pai e Criador. O Papa remarcou também
que a onipotência de Deus não se revela anulando nosso sofrimento, mas
respeitando a liberdade humana e acompanhado o homem com amor de Pai.
Segundo a nota divulgada pela Rádio Vaticano, o Papa afirmou que “nem sempre é fácil falar hoje de paternidade” sobretudo no mundo ocidental onde as famílias desagregadas, os compromissos de trabalho sempre mais exigentes, as preocupações e frequentemente a dificuldade de enquadrar as contas familiares, a invasão dos meios de comunicação de massa são alguns dos fatores que podem impedir uma relação serena e construtiva entre pais e filhos.
Bento XVI assinalou que pode ser problemático imaginar Deus como um pai não tendo modelos adequados de paternidade. “Para quem teve a experiência de um pai demasiado autoritário e inflexível, ou indiferente e pouco afetuoso, ou até mesmo ausente, não é fácil pensar com serenidade a Deus como Pai e abandonar-se a Ele confiança”.
“Mas a revelação bíblica nos ajuda a superar essas dificuldades falando-nos de um Deus que nos mostra o que significa verdadeiramente ser "pai", e é sobretudo o Evangelho, que nos revela este rosto de Deus como um Pai que ama até o ponto da entrega de seu próprio Filho para a salvação humanidade. A referência à figura do pai, portanto, nos ajuda a compreender algo do amor de Deus, que continua infinitamente maior, mais fiel, mais total do que o de qualquer homem”.
“Mas poderíamos nos perguntar: como é possível pensar num Deus onipotente olhando para a Cruz de Cristo?”, questiona o Papa.
Bento XVI ressaltou que muitas vezes nós gostaríamos de uma onipotência divina segundo os nossos esquemas mentais e nossos desejos: “um Deus “onipotente” que resolva os problemas, que nos evite qualquer dificuldade, que mude o andamento dos fatos e anule a dor”.
“Mas a fé no Deus Todo-Poderoso nos leva por caminhos muito diferentes: aprender a conhecer que o pensamento de Deus é diferente do nosso, que os caminhos de Deus são diferentes dos nossos, e até mesmo a sua onipotência é diferente: não é expressa como uma força automática ou arbitrária, mas é marcada por uma liberdade amorosa e paterna. Na realidade, Deus, criando criaturas livres, dando-lhes liberdade, deu-lhes parte de seu poder, deixando-nos o poder de nossa liberdade. Então, Ele ama e respeita a livre resposta de amor ao seu apelo”.
“Como Pai, Deus quer que nos tornemos seus filhos e viver como tal em seu Filho, na comunhão, na intimidade plena com Ele. Sua onipotência não é expressa em violência, não é expressa na destruição de todo o poder de encontro como queremos, mas se expressa no amor, misericórdia, perdão, aceitando a nossa liberdade e incansável chamada à conversão do coração, em uma atitude aparentemente fraca - Deus parece fraco, se pensarmos em Jesus que ora, e que se deixa matar. Aparentemente fraco, feito de mansidão, paciência e amor, Ele mostra que este é o caminho certo para ser poderoso! Este é o poder de Deus! E este poder vai triunfar!”, enfatizou o Papa.
“Então, quando dizemos "Creio em Deus Pai Todo-Poderoso", expressamos nossa fé no poder de Deus que em seu Filho morto e ressuscitado derrota o ódio, o pecado, o mal e nos dá a vida eterna, aquela dos filhos que querem estar para sempre na "Casa do Pai". Dizer "Eu creio em Deus Pai Todo-Poderoso", em seu poder, em seu modo de ser Pai, é sempre um ato de fé, conversão, transformação de nossos pensamentos, todo o nosso amor, o nosso modo de vida”.
“Queridos irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que sustente a nossa fé, para ajudar-nos a encontrar a verdadeira fé e nos dê a força de anunciar Cristo crucificado e ressuscitado Cristo e dar testemunho do amor de Deus e do próximo. E queira Deus que possamos receber o dom da nossa filiação, a viver plenamente a realidade do Credo, no amor confiante do Pai e na sua onipotência misericordiosa, que é a verdadeira onipotência que salva”, concluiu o Pontífice.
No final da catequese, Bento XVI saudou os peregrinos de língua portuguesa presentes na praça de São Pedro: “Queridos peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! Saúdo de modo particular os brasileiros vindos do Rio de Janeiro e de Brasília. Fortalecidos com a certeza de que sois filhos de Deus, anunciai Cristo crucificado e ressuscitado a todas as pessoas com quem tenhais contato, dando testemunho d’Ele através do amor a Deus e ao próximo. E desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades. Fonte: Acidigital
Segundo a nota divulgada pela Rádio Vaticano, o Papa afirmou que “nem sempre é fácil falar hoje de paternidade” sobretudo no mundo ocidental onde as famílias desagregadas, os compromissos de trabalho sempre mais exigentes, as preocupações e frequentemente a dificuldade de enquadrar as contas familiares, a invasão dos meios de comunicação de massa são alguns dos fatores que podem impedir uma relação serena e construtiva entre pais e filhos.
Bento XVI assinalou que pode ser problemático imaginar Deus como um pai não tendo modelos adequados de paternidade. “Para quem teve a experiência de um pai demasiado autoritário e inflexível, ou indiferente e pouco afetuoso, ou até mesmo ausente, não é fácil pensar com serenidade a Deus como Pai e abandonar-se a Ele confiança”.
“Mas a revelação bíblica nos ajuda a superar essas dificuldades falando-nos de um Deus que nos mostra o que significa verdadeiramente ser "pai", e é sobretudo o Evangelho, que nos revela este rosto de Deus como um Pai que ama até o ponto da entrega de seu próprio Filho para a salvação humanidade. A referência à figura do pai, portanto, nos ajuda a compreender algo do amor de Deus, que continua infinitamente maior, mais fiel, mais total do que o de qualquer homem”.
“Mas poderíamos nos perguntar: como é possível pensar num Deus onipotente olhando para a Cruz de Cristo?”, questiona o Papa.
Bento XVI ressaltou que muitas vezes nós gostaríamos de uma onipotência divina segundo os nossos esquemas mentais e nossos desejos: “um Deus “onipotente” que resolva os problemas, que nos evite qualquer dificuldade, que mude o andamento dos fatos e anule a dor”.
“Mas a fé no Deus Todo-Poderoso nos leva por caminhos muito diferentes: aprender a conhecer que o pensamento de Deus é diferente do nosso, que os caminhos de Deus são diferentes dos nossos, e até mesmo a sua onipotência é diferente: não é expressa como uma força automática ou arbitrária, mas é marcada por uma liberdade amorosa e paterna. Na realidade, Deus, criando criaturas livres, dando-lhes liberdade, deu-lhes parte de seu poder, deixando-nos o poder de nossa liberdade. Então, Ele ama e respeita a livre resposta de amor ao seu apelo”.
“Como Pai, Deus quer que nos tornemos seus filhos e viver como tal em seu Filho, na comunhão, na intimidade plena com Ele. Sua onipotência não é expressa em violência, não é expressa na destruição de todo o poder de encontro como queremos, mas se expressa no amor, misericórdia, perdão, aceitando a nossa liberdade e incansável chamada à conversão do coração, em uma atitude aparentemente fraca - Deus parece fraco, se pensarmos em Jesus que ora, e que se deixa matar. Aparentemente fraco, feito de mansidão, paciência e amor, Ele mostra que este é o caminho certo para ser poderoso! Este é o poder de Deus! E este poder vai triunfar!”, enfatizou o Papa.
“Então, quando dizemos "Creio em Deus Pai Todo-Poderoso", expressamos nossa fé no poder de Deus que em seu Filho morto e ressuscitado derrota o ódio, o pecado, o mal e nos dá a vida eterna, aquela dos filhos que querem estar para sempre na "Casa do Pai". Dizer "Eu creio em Deus Pai Todo-Poderoso", em seu poder, em seu modo de ser Pai, é sempre um ato de fé, conversão, transformação de nossos pensamentos, todo o nosso amor, o nosso modo de vida”.
“Queridos irmãos e irmãs, peçamos ao Senhor que sustente a nossa fé, para ajudar-nos a encontrar a verdadeira fé e nos dê a força de anunciar Cristo crucificado e ressuscitado Cristo e dar testemunho do amor de Deus e do próximo. E queira Deus que possamos receber o dom da nossa filiação, a viver plenamente a realidade do Credo, no amor confiante do Pai e na sua onipotência misericordiosa, que é a verdadeira onipotência que salva”, concluiu o Pontífice.
No final da catequese, Bento XVI saudou os peregrinos de língua portuguesa presentes na praça de São Pedro: “Queridos peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! Saúdo de modo particular os brasileiros vindos do Rio de Janeiro e de Brasília. Fortalecidos com a certeza de que sois filhos de Deus, anunciai Cristo crucificado e ressuscitado a todas as pessoas com quem tenhais contato, dando testemunho d’Ele através do amor a Deus e ao próximo. E desça a minha bênção sobre vós, vossas famílias e comunidades. Fonte: Acidigital
Reconhecer nos doentes o rosto de Cristo sofredor, exorta autoridade vaticana
VATICANO, 30 Jan. 13 / 09:48 am (ACI/EWTN Noticias).-
O Presidente do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde, Dom
Zygmunt Zimowski, alentou a reconhecer nos doentes o rosto sofredor de
Cristo e exortou aos que sofrem algum mal a oferecer suas doenças pelo
bem da Igreja.
Assim o indicou o Prelado na manhã de ontem no Escritório de Imprensa da Santa Sé durante a apresentação da mensagem do Papa Bento XVI
para o 21º Dia Mundial do Enfermo, que se celebra no dia 11 de
fevereiro, Festa da Virgem de Lourdes e dia da sua celebração solene no
Santuário Mariano de Altötting, Alemanha.
Dom Zimowski disse que este Dia é "um momento de reflexão, de atenção
renovada e de compromisso por parte de todos com os problemas inerentes
a atenção à vida, à saúde e ao sofrimento".
Em particular, disse o Prelado, o Santo Padre "sublinha que sua celebração deve estar fortemente caracterizada pela oração
e pela partilha e pelo oferecimento do sofrimento pelo bem da Igreja
que ajuda a que todos reconheçam no rosto do irmão doente o rosto de
Cristo que, sofrendo, morrendo e ressuscitando, salvou à humanidade".
No texto o Papa convida a "deixar-se interpelar pela figura do Bom
Samaritano", um episódio do Evangelho que constitui uma "parábola
paradigmática e sempre atual para toda a obra da Igreja e, de forma
especial, para seu atuar no campo da saúde, das enfermidades e dos
sofrimentos".
No relato "Jesus com seus gestos e palavras manifesta o amor profundo
de Deus por cada ser humano, sobretudo aos que estão em uma situação de
enfermidade ou de dor", mas o Papa põe o acento no final da parábola
quando o Senhor conclui com um mandato premente: "Anda e faz tu também o
mesmo".
"Trata-se de um mandato incisivo porque, com essas palavras, Jesus
nos indica ainda hoje quais devem ser a atitude e o comportamento de
todos seus discípulos com outros, especialmente se precisam cuidados".
O Presidente do Pontifício Conselho disse que "portanto, olhando como
atuava Cristo podemos compreender o amor infinito de Deus, sentir-nos
parte deste amor e enviados a manifestá-lo com nossa atenção e nossa
proximidade a todas as pessoas que necessitam ajuda porque estão feridas
no corpo e no espírito".
"Mas esta capacidade de amar não pode vir somente de nossas forças,
mas sim da nossa constante relação com Cristo, através de uma vida de
fé".
"Desde aí derivam o chamado e o dever de cada cristão de ser um ‘Bom
Samaritano’, e ‘bom samaritano’ é todo aquele que para ante o sofrimento
do outro, toda pessoa sensível ao sofrimento de outros, que se comove
pelas desgraças do próximo, todo aquele que tenta e quer ser as mãos de
Deus’".
Além de Dom Zimowski, participaram da apresentação Dom Jean-Marie
Mupendawatu, o Pe. Augusto Chendi, respectivamente secretário e
subsecretário do Pontifício Conselho para os Agentes de Saúde, junto com
Dom Ludwig Limbrunner, reitor do Santuário de Santa Maria das Graças de
Altötting. Fonte: Acidigital
Devemos sempre louvar a Deus
Todos os dias, sem
exceção, qualquer que seja a nossa situação, temos motivos para louvar a
Deus. A Palavra d'Ele nos diz que é Ele quem perdoa e cura as nossas
doenças, por isso podemos louvá-Lo. É Ele quem nos salva e nos coroa com
a Sua bondade e misericórdia. O Senhor nos perdoa por maiores que sejam
os nossos pecados. Ele perdoa o que fazemos quando nos arrependemos;
desde o momento em que pedimos, Ele nos cura das culpas e das doenças
espirituais.
Às vezes, ficamos mais
centrados nas enfermidades físicas e nos esquecemos de que elas podem
nascer das enfermidades interiores, porque nossa alma está doente, seja
por inveja ou por qualquer outro desequilíbrio que não seja bom. Deus é
quem vai curar o mau que pode se manifestar por meio do desequilíbrio ou
de manifestações exteriores.
E como se resolve um
problema espiritual? Somente com Deus. Quando a vida parece
irrecuperável, quando nenhum recurso humano é suficiente para fazer uma
vida digna, Deus nos tira do fundo do poço, é Ele que nos levanta.
Quantas pessoas tiveram o
recomeço de suas vidas a partir daí? O Senhor aproveita as situações em
que chegamos ao fundo do poço para nos fazer enxergar que Ele é o único
capaz de estender a sua mão.
Ele não nos coroa de
ameaças ou castigo. A nossa consciência nos diz que nós nos aproximamos
do inferno quando nos afastamos de Deus.
O Senhor nos coroa de
bondade e misericórdia nos momentos que mais precisamos. Como pode um
pai que ama seu filho vingar-se dele? Se um pai pune um filho é para
que, no futuro, ele não cometa erros que possam derrubá-lo. Assim é com
Deus. Ele não se vinga de nós, mas nos dá a forma, renova-nos por
dentro.
Deus nos renova dia após
dia, pois a juventude é do coração. As nossas forças se renovam, por
isso alguns idosos são mais alegres que os jovens que vemos por aí.
Diz a Palavra de Deus que
Ele é misericordioso, rico em bondade, mas quer que contemos com a Sua
ajuda em todas as circunstâncias. Assim, peçamos Sua graça, esta que nos
cura e nos dá bondade.
Quando pedimos uma graça,
ele já nos deu força e coragem para alcançá-la. Há momentos em que
achamos que o Senhor não está cuidando de nós por causa de nossas
expectativas.
Deus está cuidando de nós,
ele nos ama profundamente e a sagrada escritura diz isso! Ele é
compassivo, pois vai à frente, no mesmo compasso que nós. Vê o Seu povo
triste e tem compaixão, assim como uma ovelha sem pastor!
Deus nunca deixou de ouvir
as suas súplicas, ainda mais quando está arrependido. Nem tudo que
fazemos são coisas boas, por isso Deus não nos atende em tudo.
Quem não ama a pessoa dá a
ela o que vai machucá-la. Um pai que não ama seu filho não vê o perigo
que ele corre, mas um pai cuidadoso tira do caminho o que pode feri-lo.
Deus é assim, e o fato de Ele não atender o nosso pedido, não quer dizer
que Ele não nos ame, basta que possamos entender que o Senhor vai
atender o nosso pedido de outra maneira, da forma que for melhor para
nós.
O Senhor é aquele que nos
coroa de bondade e misericórdia, que quer abençoar a todos, que faz o
sol nascer sobre os bons e maus, pois não faz acepção de pessoas.
O único jeito de não experimentarmos a Sua graça é fechando o nosso coração para Ele.
Ofereça tudo o que está
fazendo a Deus: sua alegria, sua dor, um dia de celebração à vida, à
dor, ao luto, a tudo o que fugiu das nossas mãos, mas que é intenção no
nosso coração.
Lembre-se que Deus está ao seu lado com as mãos cheias de misericórdia.
Márcio Mendes - Membro da Comunidade Canção Nova
Fonte: cancaonova
Os testemunhos nos arrastam
Sem dúvida, todos nós
precisamos de pessoas inspiradoras, que instiguem nosso modo de viver
por meio do seu testemunho. Ansiamos por modelos autênticos de homens e
mulheres, cujo olhar esteja voltado somente para Deus, e por um exemplo
íntegro, apontem-nos o caminho a seguir, semelhantes a luzeiros que
iluminam a estrada durante a noite. Pessoas que, muito além das
palavras, mostrem com atitudes o amor ao próximo, que vivem incendiadas
pelo fogo de amor vindo do Espírito Santo. O exemplo dessas pessoas é de
singular importância, pois não poucos pautam suas vidas neste “outro
Cristo”, que passa as mesmas angústias e aflições do Senhor, mas é
notória a confiança depositada n’Ele para vencerem todo o obstáculo pela
fé.
Desta maneira, urge a
necessidade de modelos de fé tangíveis a nossos olhos, sobretudo para a
juventude, tão carente de testemunhos cristãos. Por isso é
imprescindível para um crente a vida coerente com os valores
evangélicos, capazes de transformar a maneira de viver num atrativo
testemunho de fé em Jesus Cristo, em meio à atual sociedade, a qual,
cada vez mais, apresenta uma cultura de contra valores baseada na
decadência moral e ética.
Percebendo a grande
necessidade da época por modelos de fé arraigados na crença em Cristo,
São Paulo, numa convicção intrépida, põe a si mesmo como modelo a se
imitar e diz aos coríntios: “Tornai-vos os meus imitadores, como eu o
sou de Cristo.”
Todavia, não há testemunho
verdadeiro sem luta cotidiana pela santidade, e podemos afirmar que ela
é o passaporte para o testemunho cristão. Almejar uma grande conquista
sem desafios e dificuldades, sem perdas e sacrifícios, é margear um
precipício de olhos vendados. Quem deseja o prêmio oferecido por Jesus
- a salvação -, deve saber a direção e por qual caminho seguir, sem o
qual a frustração é certa.
Santo Agostinho nos lembra
algo relevante sobre o testemunho, “as palavras convencem, porém os
testemunhos arrastam”. Seria maravilhoso ver jovens e adolescentes serem
“arrastados”, evidentemente pelo testemunho de outros moços e moças, à
vivência da Celebração Eucarística e dos demais sacramentos na
convivência fraterna em comunidade. Percebemos, assim, que o exemplo de
vida fala muito mais alto do que as palavras. No mundo contemporâneo,
talvez, o testemunho de vida cristã seja a forma com maior eficácia na
evangelização.
Sendo assim, com
perspicácia rara de um pastor, o Papa Bento XVI alarga nossos horizontes
acerca da força do testemunho cristão e nos assegura: “Como um pequeno
fogo pode incendiar uma floresta, assim o testemunho fiel de alguns pode
espalhar a força purificadora e transformadora do amor de Deus numa
comunidade ou nação”. O vigário de Cristo não fala de uma grande chama,
mas de ‘um pequeno fogo’ que, de maneira nenhuma, é diferente em relação
ao testemunho dos cristãos, ou seja, não precisa mais que poucos
anunciarem o Evangelho de Cristo com a própria vida para que se possa
incendiar o mundo com a chama viva do amor de Deus.
Enquanto não entendermos
que a lógica do mundo segue contrária à de Deus, desejaremos ver
quantidade em vez de qualidade; portanto, entendamos: Deus anda por
caminho diverso do homem, pois assim a Sagrada Escritura nos exorta: “Se
alguém dentre vós se julga sábio à maneira deste mundo, faça-se louco
para tornar-se sábio, porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de
Deus” (I Coríntios 3, 18-19). Deus faz proveito do que é fraco neste
mundo para confundir os fortes. Desta maneira, quer o Senhor apenas um
coração simples e disponível, sem muitas indagações, que Lhe dê livre
acesso. Então, logo se iniciará uma obra admirável aos olhos dos homens e
alcançará, sem maiores alardes, uma comunidade ou nação.
Fonte: cancaonova
Evangelho do Dia -Mc 4,21-25
Leitura Orante Preparo-me
para a Leitura Orante, rezando: Creio, meu Deus, que estou diante de ti.
Que me vês e escutas as minhas orações. Tu és tão grande e tão santo:
eu te adoro. Tu me deste tudo: eu te agradeço. Foste tão ofendido por
mim: eu te peço perdão de todo o coração. Tu és tão misericordioso: eu
te peço todas as graças que sabes serem necessárias para mim. Ó Jesus
Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
1. Leitura (Verdade) - O
que a Palavra diz? Invoco a Santíssima Trindade com breve oração:
Trindade Santíssima - Pai, Filho, Espírito Santo - presente e agindo na
Igreja e na profundidade do meu ser, eu vos adoro, amo e agradeço.
Leio atentamente o texto
da Palavra do dia: Mc 4,21-25. Faço silêncio e recordo o que li. Neste
texto aparecem os verbos: "acender", "iluminar", "conhecer", "julgar",
"ter", "receber". São relacionados à lâmpada. A Palavra de Deus, é uma
lâmpada que, antes de iluminar o caminho por onde vamos, ilumina-nos por
dentro, ilumina a nossa consciência para que possamos conhecer,
discernir a vontade de Deus. Nossa missão na Igreja é de ser luz. Como
dizem os bispos, em Aparecida: " Os fiéis leigos são "os cristãos que
estão incorporados a Cristo pelo batismo, que formam o povo de Deus e
participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei. Eles
realizam, segundo sua condição, a missão de todo o povo cristão na
Igreja e no mundo". São "homens da Igreja no coração do mundo, e homens
do mundo no coração da Igreja" (DAp 209).
2. Meditação (Caminho) O
que a Palavra diz para mim? Atualizo a Palavra, ligando-a à minha vida.
Também nós somos luz. Somos filhos da luz, comunicadores da luz de Deus e
agimos agora em colaboração com Deus para levar esta mesma luz a
outros. O bem-aventurado Alberione entendeu muito bem esta missão,
quando em oração diante do Santíssimo Sacramento, ouviu: "Daqui quero
iluminar. Eu estou com vocês". Na Eucaristia está a nossa fonte de luz.
Noutro momento, Alberione, ouviu: "Dou-lhes a minha luz. E me servirei
de vocês para iluminar".
3. Oração (Vida) O que a Palavra me leva a dizer a Deus? Em sintonia com o coração de Jesus, rezo:
Jesus é luz, brilhante luz
do céu. Jesus é paz, inquieta e doce paz de Deus. Jesus é Deus. Quem vê
a vida iluminado pela luz que é Jesus, não anda em trevas, tropeça
menos, também se torna luz. Por isso eu pus a minha luz na luz imensa de
Jesus. Por isso eu pus a minha paz na paz imensa de Jesus, e depois
disso eu já não temerei, não temerei não temerei a escuridão, a
escuridão. Jesus é minha luz. (Pe. Zezinho, CD Canções que a fé
escreveu).
4. Contemplação (Vida)
Qual o novo olhar que a Palavra despertou em mim? Cristo diz: "Eu sou a
luz do mundo"( Jo 8,12) e "Vocês são a luz do mundo". (Mt 5,14).
Bênção: Passarei o dia
vendo com a luz de Deus, as pessoas, a família, o trabalho, os estudos,
todas situações, o mundo, e sobretudo as pessoas com as quais você se
relaciona mais de perto.
Fonte: paulinas
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