Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém!
terça-feira, 19 de novembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Conselho de Leigos celebra 15 anos na Arquidiocese de Fortaleza
Notícias da Arquidiocese
Um grande passo foi dado em 1991, quando decidiram em Assembléia comemorar o Dia Nacional do Leigo, na Festa de Cristo Rei, convidando todos os cristãos a alicerçar sua vida em Cristo na certeza de que seu projeto é de “vida em abundância para todos” ( Jo 10,10).
É nesse sentido que a Conselho Arquidiocesano vem, há 15 anos, com esforço e dedicação, procurando articular os leigas e leigas, para compartilhar a grande alegria de sermos “continuadores da missão de Cristo” e, assim sendo, sermos também presença fiel, construtores da unidade do corpo ao qual pertencemos, gerando comunhão e participação, testemunhando os valores do Evangelho, sintonizados com a vida do povo, filhos e filhas de Deus.
Para celebrar esses momentos, estamos convidando todos os que se uniram à nossa caminhada, para juntos, novamente, fortalecermos nossa Fe e nossa Esperança e com a graça do Deus da Vida reafirmarmos o compromisso de ser sal, fermento e luz no meio do mundo.
Eis o convite: o CONSELHO DE LEIGOS celebra 15 anos na Arquidiocese de Fortaleza.
• Ação de Graças: 19 de novembro, terça-feira, às 19 horas. Local: Casa do Leigo – Casa do Cursilho. Endereço: Rua Costa Araújo, 995, Fátima. Preside Dom João Costa, bispo de referência dos Leigos do Regional Nordeste 1.
• Comemoração do Dia Nacional do Leigo: 24 de novembro, domingo, às 19 horas. Local: Santuário de Fátima. Preside Pe. Francisco Ivan Sousa, Coordenador de Pastoral.
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
RCC Ceará tem novo coordenador
Como Presidente do Conselho Estadual da RCC Ceará, Timá também integrará o Conselho Nacional da RCCBRASIL, tendo sua primeira reunião já no Encontro Nacional de Formação, que acontece em janeiro próximo.
Não estando presente na eleição, que aconteceu na cidade de Russas/CE, com presença de Carlos César, Presidente do Conselho Estadual da RCC Piauí, o novo coordenador eleito se manifestou através das redes sociais: “Quero agradecer a todos os amigos e amigas do face pelo o apoio e pelas orações nesta nova missão que Deus me confiou, quero continuar contando muito com vocês,um abraço e a paz de Jesus.”
No retiro, que serviu para a eleição do novo coordenador, também foi momento de oração, planejamento, elaboração de calendário e ainda vivência fraterna. Foi também momento de despedida aos coordenadores das dioceses de Crato e Fortaleza, que terão eleições ainda este ano, encerrando assim seus mandatos. Já os Ministérios Estaduais também tiveram um momento de entrega e oração, pois diante do advento da nova coordenação será formada também uma nova equipe de serviço para o biênio 2014/2015 ao qual Timá vivenciará a missão de presidir o Conselho Estadual da Renovação Carismática Católica do Ceará.
Para Karine, Coordenadora Estadual do Ministério Universidades Renovadas, A missão traz consigo inúmeras responsabilidades. “Traz para nós, líderes, a graça de levar todo um estado manter o fogo do espírito aceso e a também se estender em cada diocese, em cada grupo de oração e para além deles. Isto não é fácil.” – finaliza, celebrando a alegria de servir e agradecendo ao carinho acolhida de todos os presentes.
Por Eder Machado – MCS RCC/CE
Liturgia Diária
Invoquemos a presença do Espírito Santo para ler e refletir a liturgia de hoje:
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra.
Oremos:
Deus que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
| Oração: | |
| Pai, que o meu coração, repleto de fé, reconheça Jesus como a mediação de todas as graças e favores que recebo de ti. | |
| Primeira leitura: Sb 6,1-11 | |
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| Salmos: Sl 82 | |
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| Evangelho: Lc 17,11-19 | |
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| Comentário do Evangelho | |
| Sopro de Deus que faz viver. O evangelho de hoje é a cura de dez leprosos por Jesus, entre os quais um samaritano, um estrangeiro, o único que retorna a Jesus para agradecer. Nós já conhecemos a situação dos leprosos e como, mesmo do ponto de vista religioso, eles eram desprezados e excluídos da graça de Deus (ver: Lv 13,45-46; Nm 12,9-13). “Dez” era o número dos leprosos que gritam implorando compaixão (cf. vv. 12-13). Não há nenhum gesto, somente a palavra de Jesus foi suficiente para purificá-los. É uma palavra que é e comunica o Sopro de Deus que faz viver; palavra eficaz, pois, “enquanto estavam a caminho, aconteceu que ficaram curados” (v. 14). “Dez” é um número que simboliza a totalidade de um povo. Todo um povo é visitado pela graça de Deus. A cura da lepra é um dos sinais dos tempos messiânicos (cf. 7,22-23). A salvação da qual Jesus é portador é oferta a todos. Mas, se os dez foram beneficiados pela Palavra do Senhor, por que somente o samaritano reconheceu e retornou para agradecer? “Não foram dez os curados? E os outros nove, onde estão?” (v. 17). Somente o samaritano, considerado herético pelos judeus, é que retornou cumprindo a missão de Israel (cf. Sl 96[95],1-3). O texto interpela o leitor do evangelho: quão difícil é reconhecer o Reino de Deus que se aproxima. O que é necessário fazer ou cultivar para que não percamos a oportunidade de reconhecer o tempo em que somos visitados? | |
| Leitura Orante | |
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Fonte: Catequese Católica
Aprender a amar
Certa vez, preparou o canteiro para plantar flores novas.
Escolheu com muito cuidado as qualidades que iria plantar, pois seu jardim devia ser perfeito e harmonioso. Quando as flores brotaram, porém, viu que existiam muitas flores que não havia escolhido, plantas que nem conhecia. Preparou um novo jardim e a mesma coisa aconteceu, surgindo diversas flores diferentes das que havia escolhido.
Determinado a saber o que aconteceu, foi até a loja onde comprava as sementes, mas não souberam explicar. Consultou diversos jardineiros, para que o ajudassem a resolver o problema. Não queria mais flores indesejadas no seu jardim.
Por fim, consultou um velho jardineiro, muito sábio. Explicou o problema, descreveu todas as suas tentativas de acabar com as flores e como elas sempre voltavam a brotar, etc.
Depois de um breve silêncio, o sábio olhou para Paulo e disse:
- E por que tu não aprendes a gostar também dessas plantas?
Para refletir
Na vida, conhecemos inúmeras pessoas. Com algumas, a sintonia é imediata. Assim que as vemos, sabemos que nos tornaremos grandes amigos, ou um belo casal. Sentimos uma atração e um amor forte e bonito. Mas encontramos pelo caminho também muitas pessoas pelas quais sentimos certa aversão. Colegas de trabalho, de estudo, ou até mesmo familiares e namoradas(os) de amigos(as). essas pessoas não foram escolhidas por nós para fazer parte do nosso convívio, mas estão inseridas de alguma forma na nossa vida.
A parábola nos traz uma bela lição para como agir nesses casos: procure aprender a amá-las. Ter controle sobre as nossas atitudes e sobre os nossos sentimentos é sinal de grande maturidade afetiva. Com um pequeno esforço, aprenderemos a gostar também das pessoas que não escolhemos para estar no nosso "jardim". No final, veremos que esse esforço vale a pena e que os sentimentos que daí nascem serão recompensadores.
Quem são as pessoas mais próximas de mim atualmente? Quais dessas pessoas eu escolhi para fazer parte do meu convívio e quais foram excluídas por outros motivos? Que razões foram essas? Como lido com essas pessoas? Consigo amá-las? Consigo ter respeito e carinho por elas?
Fonte: Catequese Católica
Como superar as perdas na vida?
Certamente, você já ouviu falar sobre a fábula "A raposa e as uvas", atribuída a Esopo, lendário grego. O conto fala de uma raposa faminta que, ao vir pela estrada, encontrou uma parreira carregada de uvas maduras e apetitosas, no entanto, um pouco mais alta do que ela conseguiria alcançar.
Então, com muitas tentativas para alcançá-las sem sucesso e já cansada pelo esforço frustrado, a raposa saiu amargurada, afirmando para si mesma que, na verdade, não queria aquelas uvas, porque estavam verdes e não deviam ser boas.
Porém, quando já havia dado alguns passos conduzida pelo insucesso, escutou um barulho como se alguma coisa tivesse caído no chão. O coração disparou e ela não pensou duas vezes. Voltou correndo, achando que as uvas tivessem caído, mas, para sua decepção, era apenas uma folha que havia despencado da parreira. A raposa virou as costas e foi-se embora ainda mais chateada e resmungando amargurada.
Agora pense um pouco: será que isso só aconteceu com a raposa ou acontece também conosco? Dizem que chega a ser uma tendência natural da humanidade denegrir uma meta, quando não se consegue alcançá-la, para diminuir o peso do insucesso. No entanto, essa não é uma postura madura e está longe de solucionar o problema, ao menos para quem deseja viver em paz consigo mesmo e com seus semelhantes.
Acredito que ninguém consiga ser autenticamente feliz fugindo da verdade. A mentira escraviza, rouba a liberdade e, sem a verdadeira liberdade, como ser feliz? É claro que a essa altura você pode pensar: "Mas quando a verdade é dura demais para ser assumida, o que fazer?". Assuma-a mesmo assim! Encare sua dor unida a Jesus Cristo. Ele também sofreu decepções e perdas enquanto esteve neste mundo e jamais fugiu da verdade. Ele está disposto a ajudá-lo a vencer e lhe ensina o caminho: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (Jo 8,32).
A raposa sabia que as uvas estavam maduras e apetitosas, mas foi injusta consigo mesma ao afirmar que estavam verdes e que não tinha interesse nelas. Não podemos agir assim! Ao mentirmos para nós mesmos optamos por viver na ilusão, travamos um duelo entre a verdade que está diante dos nossos olhos e a mentira que escolhemos ostentar. É como se criássemos um monstro que irá nos seguir por toda a vida. Deus não deseja isso para nenhum dos Seus filhos! Ele nos criou para sermos livres e felizes.
Portanto, reconciliemo-nos com a verdade e fujamos das máscaras que a dor sugere. Elas até podem ser atrativas, mas são máscaras que um dia perderão sua cor e cairão trazendo à tona a dor da verdade.
A vida nos ensina que nem sempre ganhamos e nem sempre perdemos, mas uma coisa é certa: em cada acontecimento acrescentamos experiência à nossa existência e temos mais chances de acertar numa próxima vez. Portanto, coragem! Se as "uvas" que você deseja hoje estão longe do seu alcance, não se desespere nem se deixe levar pelo orgulho, considerando que elas estão "verdes" e já não lhe interessam. Admita a perda e não tenha medo de passar pelo processo necessário da dor que o fará crescer. Continue caminhando e fazendo o bem. Outras "uvas maduras" aparecerão em sua jornada, talvez bem antes do que você imagina!
O tempo de Deus é diferente do nosso, mas é um grande aliado em matéria de superação. Quem sabe, se a raposa tivesse esperado um pouco mais, não teria visto as uvas caírem aos seus pés? Sua atitude de ir embora apoiada numa mentira foi alicerçada na terrível dor da desilusão, por isso precipitada, imatura e tempestuosa. Não tive mais notícias da "Dona Raposa", mas duvido que ela esteja feliz caso não tenha se reconciliado com a perda das uvas, assumindo sua verdade.
E você, como tem lidado com a dor das perdas? Sua verdade tem o feito livre ou prisioneiro? Pode ser que a vida esteja lhe pedindo calma. O imediatismo próprio da nossa época nos distancia da sublime arte do saber esperar o tempo certo para cada coisa.
Respirar fundo, contar até dez (ou até mil dependendo do caso), pode nos livrar de grandes catástrofes. Espere mais um pouco, talvez suas "uvas" caiam. Esperar o tempo de Deus. Reconciliado com sua verdade, esse pode ser o caminho para a felicidade que você deseja alcançar.
Lembre-se: com os raios do sol de cada amanhecer, Deus também lhe concede uma nova chance de acertar. Recomeçar, entre perdas e ganhos, faz parte da bonita dinâmica da vida. Não pare na dor! Você nasceu para a felicidade. E esta é uma conquista que se faz todos os dias, a partir da decisão de assumir a verdade.
Coragem! Rezo por você. Dijanira Silva
Então, com muitas tentativas para alcançá-las sem sucesso e já cansada pelo esforço frustrado, a raposa saiu amargurada, afirmando para si mesma que, na verdade, não queria aquelas uvas, porque estavam verdes e não deviam ser boas.
Porém, quando já havia dado alguns passos conduzida pelo insucesso, escutou um barulho como se alguma coisa tivesse caído no chão. O coração disparou e ela não pensou duas vezes. Voltou correndo, achando que as uvas tivessem caído, mas, para sua decepção, era apenas uma folha que havia despencado da parreira. A raposa virou as costas e foi-se embora ainda mais chateada e resmungando amargurada.
Agora pense um pouco: será que isso só aconteceu com a raposa ou acontece também conosco? Dizem que chega a ser uma tendência natural da humanidade denegrir uma meta, quando não se consegue alcançá-la, para diminuir o peso do insucesso. No entanto, essa não é uma postura madura e está longe de solucionar o problema, ao menos para quem deseja viver em paz consigo mesmo e com seus semelhantes.
Acredito que ninguém consiga ser autenticamente feliz fugindo da verdade. A mentira escraviza, rouba a liberdade e, sem a verdadeira liberdade, como ser feliz? É claro que a essa altura você pode pensar: "Mas quando a verdade é dura demais para ser assumida, o que fazer?". Assuma-a mesmo assim! Encare sua dor unida a Jesus Cristo. Ele também sofreu decepções e perdas enquanto esteve neste mundo e jamais fugiu da verdade. Ele está disposto a ajudá-lo a vencer e lhe ensina o caminho: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (Jo 8,32).
A raposa sabia que as uvas estavam maduras e apetitosas, mas foi injusta consigo mesma ao afirmar que estavam verdes e que não tinha interesse nelas. Não podemos agir assim! Ao mentirmos para nós mesmos optamos por viver na ilusão, travamos um duelo entre a verdade que está diante dos nossos olhos e a mentira que escolhemos ostentar. É como se criássemos um monstro que irá nos seguir por toda a vida. Deus não deseja isso para nenhum dos Seus filhos! Ele nos criou para sermos livres e felizes.
Portanto, reconciliemo-nos com a verdade e fujamos das máscaras que a dor sugere. Elas até podem ser atrativas, mas são máscaras que um dia perderão sua cor e cairão trazendo à tona a dor da verdade.
A vida nos ensina que nem sempre ganhamos e nem sempre perdemos, mas uma coisa é certa: em cada acontecimento acrescentamos experiência à nossa existência e temos mais chances de acertar numa próxima vez. Portanto, coragem! Se as "uvas" que você deseja hoje estão longe do seu alcance, não se desespere nem se deixe levar pelo orgulho, considerando que elas estão "verdes" e já não lhe interessam. Admita a perda e não tenha medo de passar pelo processo necessário da dor que o fará crescer. Continue caminhando e fazendo o bem. Outras "uvas maduras" aparecerão em sua jornada, talvez bem antes do que você imagina!
O tempo de Deus é diferente do nosso, mas é um grande aliado em matéria de superação. Quem sabe, se a raposa tivesse esperado um pouco mais, não teria visto as uvas caírem aos seus pés? Sua atitude de ir embora apoiada numa mentira foi alicerçada na terrível dor da desilusão, por isso precipitada, imatura e tempestuosa. Não tive mais notícias da "Dona Raposa", mas duvido que ela esteja feliz caso não tenha se reconciliado com a perda das uvas, assumindo sua verdade.
E você, como tem lidado com a dor das perdas? Sua verdade tem o feito livre ou prisioneiro? Pode ser que a vida esteja lhe pedindo calma. O imediatismo próprio da nossa época nos distancia da sublime arte do saber esperar o tempo certo para cada coisa.
Respirar fundo, contar até dez (ou até mil dependendo do caso), pode nos livrar de grandes catástrofes. Espere mais um pouco, talvez suas "uvas" caiam. Esperar o tempo de Deus. Reconciliado com sua verdade, esse pode ser o caminho para a felicidade que você deseja alcançar.
Lembre-se: com os raios do sol de cada amanhecer, Deus também lhe concede uma nova chance de acertar. Recomeçar, entre perdas e ganhos, faz parte da bonita dinâmica da vida. Não pare na dor! Você nasceu para a felicidade. E esta é uma conquista que se faz todos os dias, a partir da decisão de assumir a verdade.
Coragem! Rezo por você. Dijanira Silva
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