Oração:
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Pai, desperta em mim o desejo e a disposição de amar Jesus e de pôr em prática as palavras dele. Assim, estarei seguro de ser amado por ti e de viver em comunhão contigo.
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Primeira leitura: At 14,5-18
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Salmos: Sl 113b
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Evangelho: Jo 14,21-26
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Comentário do Evangelho
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O Espírito Santo faz em nós a memória de Jesus
O amor não é uma ideia, nem são palavras. Para Santo Inácio de Loyola, “o amor se põe mais em gestos que em palavras”. É importante ter presente que na vida cristã o primeiro é o amor ou, melhor ainda, aceitar que se é amado por Deus, pois “Ele nos amou primeiro” (1Jo 4,19). Amar Jesus é acolher e pôr em prática sua palavra (cf. v. 21.23.24). O “mundo” a que se refere Judas (v. 22) é, aqui, tudo o que se opõe ao projeto salvífico de Deus. É símbolo de fechamento ao Deus revelado em Jesus. Assim, o “mundo” não é capaz de reconhecer a manifestação de Deus em Jesus em razão do fechamento, da recusa de escutar o Senhor e de pôr em prática suas palavras. O outro consolador ou defensor, que dará continuidade à obra do primeiro consolador, Jesus Cristo, é o Espírito Santo. O Espírito Santo tem, aqui, uma missão de hermeneuta, de intérprete: “... ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito” (v. 26). O Espírito Santo faz em nós a memória de Jesus. | |
Leitura Orante
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| Fonte: Catequese Católica |
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Liturgia Diária
domingo, 28 de abril de 2013
Região Episcopal Metropolitana São José realiza Formação da Catequese
Por Francisco Maciel, Secretário da Região
Episcopal Metropolitana São José
Homilia do V Domingo da Páscoa Papa Francisco Crisma 44 fieis
2013-04-28 Rádio Vaticana
Queridos crismandos!
Gostaria de vos propor três pensamentos, simples e breves, para a vossa reflexão.
1. Na Segunda Leitura, ouvimos a estupenda visão de São João: um novo céu e uma nova terra e, em seguida, a Cidade Santa que desce de junto de Deus. Tudo é novo, transformado em bondade, em beleza, em verdade; não há mais lamento, nem luto... Tal é a acção do Espírito Santo: Ele traz-nos a novidade de Deus; vem a nós e faz novas todas as coisas, transforma-nos. E a visão de São João lembra-nos que todos nós estamos a caminho para a Jerusalém celeste, a novidade definitiva para nós e para toda a realidade, o dia feliz em que poderemos ver o rosto do Senhor, poderemos estar para sempre com Ele, no seu amor.Vedes?! A novidade de Deus não é como as inovações do mundo, que são todas provisórias, passam e procuram-se outras sem cessar. A novidade que Deus dá à nossa vida é definitiva; e não apenas no futuro quando estivermos com Ele, mas já hoje: Deus está a fazer novas todas as coisas, o Espírito Santo transforma-nos verdadeiramente e, através de nós, quer transformar também o mundo onde vivemos. Abramos-Lhe a porta, façamo-nos guiar por Ele, deixemos que a acção contínua de Deus nos torne homens e mulheres novos, animados pelo amor de Deus, que o Espírito Santo nos dá. Como seria belo se cada um de vós pudesse, ao fim do dia, dizer: Hoje na escola, em casa, no trabalho, guiado por Deus, realizei um gesto de amor por um colega meu, pelos meus pais, por um idoso.
2. O segundo pensamento: na Primeira Leitura, Paulo e Barnabé afirmam que «temos de sofrer muitas tribulações para entrarmos no Reino de Deus» (Act 14, 22). O caminho da Igreja e também o nosso caminho pessoal de cristãos não são sempre fáceis, encontramos dificuldades, tribulações. Seguir o Senhor, deixar que o seu Espírito transforme as nossas zonas sombrias, os nossos comportamentos em desacordo com Deus e lave os nossos pecados, é um caminho que encontra muitos obstáculos fora de nós, no mundo onde vivemos e que muitas vezes não nos compreende, e dentro de nós, no nosso coração. Mas, as dificuldades, as tribulações fazem parte da estrada para chegar à glória de Deus, como sucedeu com Jesus que foi glorificado na Cruz; aquelas sempre as encontraremos na vida.
3. E passo ao último ponto. É um convite que dirijo a todos, mas especialmente a vós, crismandos e crismandas: permanecei firmes no caminho da fé, com segura esperança no Senhor. Aqui está o segredo do nosso caminho. Ele dá-nos a coragem de ir contra a corrente. Não há dificuldades, tribulações, incompreensões que possam meter-nos medo, se permanecermos unidos a Deus como os ramos estão unidos à videira, se não perdermos a amizade com Ele, se lhe dermos cada vez mais espaço na nossa vida. Isto é verdade mesmo, e sobretudo, quando nos sentimos pobres, fracos, pecadores, porque Deus proporciona força à nossa fraqueza, riqueza à nossa pobreza, conversão ao nosso pecado. Tenhamos confiança na acção de Deus! Com Ele, podemos fazer coisas grandes; Ele nos fará sentir a alegria de sermos seus discípulos, suas testemunhas.
Novidade de Deus, tribulação na vida, firmes no Senhor. Queridos amigos, abramos de par em par a porta da nossa vida à novidade de Deus que nos dá o Espírito Santo, para que nos transforme, nos torne fortes nas tribulações, reforce a nossa união com o Senhor, o nosso permanecer firmes n'Ele: aqui está a verdadeira alegria. Amen. Fonte: News.VA
4º Domingo da Páscoa-Liturgia Diária
Oração:
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Espírito de amor, não permitas que eu seja mesquinho no amor; antes, que eu seja capaz de amar como Jesus.
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Primeira leitura: At 14,21b-27
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Salmos: Sl 144
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2° Leitura: Ap 21,1-5a
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Evangelho: Jo 13,31-33a.34-35
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Comentário do Evangelho
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O mandamento do amor é a expressão máxima da vida cristã
O texto dos Atos dos Apóstolos relata a missão de Paulo e Barnabé entre os pagãos. A missão itinerante de ambos visa encorajar os discípulos a permanecerem firmes na fé, não obstante perseguições e sofrimentos (cf. v. 22). A comunidade primitiva vai se organizando com o fim de cuidar daqueles que abraçavam a fé (cf. v. 23). A Igreja que nasce do mistério pascal de Jesus Cristo é impulsionada pelo Espírito Santo para fazer com que a Boa-Notícia da salvação ultrapasse os limites de Israel: a “porta da fé” é aberta aos pagãos (cf. v. 27). O evangelho é a sequência imediata da última ceia de Jesus com os seus discípulos (Jo 13,1-30). A última ceia, segundo o evangelho de João, foi o lugar do gesto simbólico do lava-pés, em que os discípulos são chamados a tirar as consequências dos gestos para a própria vida e a “imitar” o Mestre (cf. 13,12-17). Aí, na mesa da comunhão, é anunciada a traição de Judas (13,21-30). Os versículos que nos ocupam são o indício de um longo discurso de despedida (13,31–14,31). A saída de Judas, à noite, do lugar da ceia, desencadeia o discurso que é instrução e revelação. Em Jesus, Deus revelou a sua própria glória. A glorificação do Filho está, em primeiro lugar, na sua paixão e morte por amor – esta é a glorificação de Deus pelo homem, e do homem por Deus. É à paixão e morte que a glorificação se refere (cf. v. 33). Deus é glorificado na entrega do Filho por amor (cf. 13,1). O mandamento do amor é a expressão máxima da vida cristã. Em que ele é novo, uma vez que já se encontra prescrito pela Lei (Lv 19,18.34; Dt 10,19)? A identidade dos discípulos é dada pelo mesmo dinamismo que levou o Senhor a entregar-se por nós: “Nisto conhecerão que sois os meus discípulos: se vos amardes uns aos outros” (v. 35). A medida do amor fraterno é o amor de Cristo: “Como eu vos amei” (v. 34). O amor não é uma ideia, nem se reduz a nenhum “sentimento”, mas é um movimento de entrega que faz o outro viver, que gera vida: “Sabemos que passamos da morte para a vida porque amamos os irmãos. Quem não ama permanece na morte” (1Jo 3,14). A Igreja, “morada de Deus com os homens” (Ap 21,3), deve ser a imagem do Deus que acolhe, que se entrega e faz viver plenamente. | |
Leitura Orante
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sábado, 27 de abril de 2013
Para Refletirmos :A Existência da vida
Quando sentir vontade de chorar, olhe para um deficiente e veja que sorriso belo que ele tem apesar de sua deficiência.
Quando se sentir triste, olhe para trás, e veja quantas coisas boas você construiu.
Muitas vezes, deixamos de olhar para as coisas mais simples da vida, que nos dão prazer, para nos apegar a coisas fúteis sem nenhum valor.
Quando se sentir só, pense em Deus, e você não estará mais só.
Quando alguém te magoar, não retribua, apenas deseja que ele seja feliz.
Quando um mau pensamento surgir, ore, e você terá a bênção do céus.
Colhe todos os sentimentos bons que você tem e coloquem em um só versículo e leia com atenção, e você vai sentir a força das palavras bem ditas.
Quando você pensar em não mais existir, lembre-se, você não tem esse poder.
Quando você pensar que tudo se acabou, é porque você não olhou a luz que veio lá de cima, para te cobrir.
A existência faz parte da vida.
Se há vida, então existimos.
Se existimos, é porque há vida! Fonte: Catequese Católica
Seminário de Catequese e Povos Indígenas discute Iniciação Cristã e diálogo inter-religioso
O segundo dia de atividades no Seminário Nacional de Catequese e Povos Indígenas, que acontece em Manaus (AM), iniciou nesta sexta, 26, com uma oração. A reflexão sobre o Evangelho do dia ficou a cargo do catequista João Batista da Silva, indígena da Raposa Serra do Sol em Roraima, seguida de aspersão com água abençoada pelos próprios indígenas.
João Batista é catequista há 55 anos e se diz confiante na fé e esperança de receber o prêmio celestial de Jesus Cristo. “Temos consciência de que o Senhor está presente em todos os momentos, não importa onde estivermos, nos rios, nas florestas, nas matas ou no lavrado”. E acrescentou: “alegro-me como os irmãos missionários que acreditam na fé cristã dos indígenas. Através da cultura, costumes, religião, cantos e danças, pintura louvamos a Deus do nosso jeito”.
Josenilson Bezerra Madeira, outro líder macuxi, coordenador de 300 catequistas na Raposa Serra do Sol falou da resistência do seu povo. “Apesar das ameaças que sofremos, para sermos independentes dos políticos, cultivamos nossa plantação na roça e cuidamos da criação de gado. Nós macuxi que vivemo
s nessa região, além da nossa religião católica, temos a nossa organização. Apesar das diferenças na religião e organização temos ali nossos missionários que são nossos amigos, irmãos, companheiros de luta a favor das questões indígenas. Eles nos mostram o caminho e juntos dizemos: a luta continua”. E acrescentou: “os missionários quando chegam para trabalhar com os povos indígenas não chegam porque sabem muita coisa, mas para aprender, até mesmo os profissionais”, concluiu o catequista.
O tema da Iniciação Cristã foi abordado pelo padre Luiz Lima, Sdb, (foto) que iniciou sua exposição dizendo aos povos indígenas: “vocês têm em vossa cultura uma verdadeira iniciação”. Em seguida perguntou: “o que é iniciação na vida dos povos indígenas? Temos dificuldade de entender iniciação porque não entendemos o que é mistério”, explicou. Segundo padre Lima, o Mistério está relacionado aos mistérios da vida, isto é, aos ritos presente nas religiões, num movimento para dentro, num mergulho. Observou ainda, que “a cate
quese não é somente ensino de doutrina cristã, mas muito mais que doutrina. É iniciação e isso já está presente na vida e cultura de tantos povos”. Para finalizar o conferencista colocou a seguinte questão: “é a catequese indígena que deve converter a nossa catequese de branco ou o contrário?”
A segunda conferência versou sobre diálogo inter-religioso e intercultural na perspectiva da teologia índia. As reflexões foram feitas pelo padre mexicano, Eleazar Lopes. “Teologia índia é a sabedoria dos povos indígenas deste continente sobre Deus”, afirmou o teólogo. “Esta teologia tem sido rechaçada pela Igreja porque não coincide com a teologia clássica. Sem dúvida, a teologia índia pode ajudar a Igreja a recuperar sua simplicidade original e resgatar o mais profundo da proposta de Jesus Cristo”, ponderou.
Com informações de Dirce Gomes, em Manaus (AM).Fonte: POM
Liturgia Diária
| Oração: | |
| Pai, que eu saiba reconhecer-te na pessoa de Jesus, expressão consumada de teu amor misericordioso por todos os que desejam estar perto de ti. | |
| Primeira leitura: At 13,44-52 | |
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Salmos: Sl 97
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Evangelho: Jo 14,7-14
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Comentário do Evangelho
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Em Jesus descortina-se o rosto de Deus
A intervenção de Tomé, o gêmeo, permitiu a Jesus declarar: “Eu sou o caminho, a verdade e vida” (v 6). Jesus é o caminho pelo qual se chega à vida verdadeira; é nele que se revela a verdade de Deus. Chegar a Deus, conhecer a Deus somente por ele. Outra “provocação” de Jesus suscita uma nova intervenção dos discípulos; agora, Filipe: “Senhor, mostra-nos o pai, isso nos basta” (v. 8). Somente conhecendo Jesus, entrando em comunhão com ele, é possível conhecer o Pai. Ante o desejo manifestado por Filipe de ver o Pai, Jesus expressa o seu desapontamento: “Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me conheces?” (v. 9). Moisés também fez esse pedido audacioso: “Rogo-te que me mostres a tua glória” (Ex 33,18). Falta fé: “Não acreditas…?” (v. 10). A fé permite reconhecer que, diante de Jesus, estamos na presença de Deus. Em Jesus descortina-se o rosto do Deus invisível. As palavras de Jesus são palavras do Pai; são palavras que revelam o Pai, que mostram o Pai. Suas obras, o que ele faz, dão testemunho de que ele está no Pai e o Pai, nele. | |
Leitura Orante
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