quinta-feira, 19 de março de 2015

Dia de S. José: pai é estar presente, ser paciente e saber perdoar

2015-03-19 Rádio Vaticana

Hoje é dia de S. José. A Igreja celebra nesta quinta-feira, dia 19 a Solenidade de S. José, patrono da Igreja Universal. Há dois anos o Papa Francisco dava início solene ao seu pontificado apresentando S. José como o “guardião”, porque “sabe ouvir a Deus, deixa-se guiar pela sua vontade e, por isso mesmo, mostra-se ainda mais sensível com as pessoas que lhe estão confiadas, sabe ler com realismo os acontecimentos”.
Em 2014, o Santo Padre afirmou neste dia que S. José é o modelo de “educador” e de “papá” para todos os pais do mundo.
Já neste ano de 2015 na quarta-feira, dia 4 de fevereiro na catequese da audiência geral, o Papa Francisco falou sobre a figura do pai na família. Recordou que S. José teve a tentação de deixar Maria quando descobriu que estava grávida, mas abraçou a sua missão de pai. O Santo Padre deixou claro que “cada família tem necessidade de um pai.”
Segundo o Papa Francisco, a primeira necessidade é que um pai esteja presente na família:
“A primeira necessidade é precisamente esta: que o pai esteja presente na família. Que esteja junto da sua mulher, para partilhar tudo, alegrias e dores, trabalhos e esperanças. E que esteja junto dos seus filhos no seu crescimento: quando jogam e quando se empenham, quando estão sem preocupações e quando estão angustiados, quando se exprimem e quando estão taciturnos, quando ousam e quando têm medo, quando fazem um passo errado e quando reencontram o caminho. Pai presente sempre.”
O Papa Francisco referiu ainda na sua catequese a parábola do filho pródigo, melhor conhecida como sendo a do pai misericordioso que encontramos no Evangelho de S. Lucas e considerou encontrarmos nesse texto uma grande dignidade e ternura na espera daquele pai pelo seu próprio filho. Um bom pai – concluiu o Santo Padre – sabe esperar e sabe perdoar.
“Os pais devem saber ser pacientes. Às vezes, não há outra coisa a fazer que não seja esperar, rezar e esperar com paciência, doçura, magnanimidade, misericórdia. Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar.”
Recordemos, entretanto, que a 19 junho de 2013, o nome de S. José foi inserido nas Orações Eucarísticas II, III e IV do Missal Romano através de um decreto emitido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. A decisão de acrescentar esta referência na principal oração da celebração da missa justifica-se, de acordo com a Santa Sé, “pelo seu lugar singular na economia da salvação como pai de Jesus”.
O documento da Santa Sé escreve o seguinte: “S. José de Nazaré, colocado à frente da Família do Senhor, contribuiu generosamente na missão recebida na graça e, aderindo plenamente ao início dos mistérios da salvação humana, tornou-se modelo exemplar de generosa humildade, que os cristãos têm em grande estima, testemunhando aquela virtude comum, humana e simples, sempre necessária para que os homens sejam bons e fiéis seguidores de Cristo”.
Os factos relativos à vida de S. José são contados nos Evangelhos, sobretudo nos textos de Mateus e Lucas, que o citam pela última vez no episódio da perda e encontro de Jesus no Templo.
Acredita-se que o culto a S. José teve início entre as comunidades cristãs do Egito; no Ocidente, os servitas, membros de uma ordem mendicante do século XIV, começaram a festejar o dia 19 de março como data da morte de S. José.
S. José foi declarado patrono da Igreja universal em 1870, por Pio IX; Pio XII instituiu em 1955 o dia 1 de maio como o dia de S. José Operário. (RS)
(from Vatican Radio)
Fonte: News.VA

Bispos latinos apresentam Repam em Washington

“Direitos Humanos e indústrias extrativas na América Latina" é o tema do encontro que ocorre hoje, 19, em Washington. Bispos e leigos que representam a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), serão recebidos em audiência pela Comissão Inter-Americana de Direitos Humanos (CIDH).  A delegação irá expor casos sobre a ação do extrativismo e o impacto das obras atingem diretamente os direitos humanos das populações indígenas e campesinas, ocorridos no Brasil, Equador, Honduras, México e Peru.
O bispo de Roraima (RO), dom Roque Paloschi, que representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), fala da importância do encontro de apresentação da Repam.
“O desejo nosso é fazer saber aquilo que a Igreja pensa e o trabalho que tem desenvolvido diante desta grande problemática que é a Indústria extrativa e também o desrespeito às populações originárias ou não da grande região da Pan-Amazônia”, explica o bispo.
De acordo com dom Roque, é necessário combater o lucro pelo lucro. “Queremos, nas pegadas de Jesus que veio para que o mundo tenha vida e vida em abundância, também ajudar a promover e defender a vida de todos e da Criação, de um modo muito especial”, comenta.
Direitos humanos
Durante a audiência, será entregue à Comissão relatório sobre a atuação da Igreja Católica na proteção as violações dos direitos humanos, que aponta, também, a criminalização dos defensores de direitos humanos e as graves consequências na saúde, na integridade e na vida, sobretudo das comunidades indígenas e campesinas.
A delegação é formada por representantes do Departamento de Justiça e Solidariedade do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), da Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM), do Secretariado Latino-americano e do Caribe da Caritas (SELACC), da Confederação Latino-americana e caribenha de Religiosos e Religiosas (CLAR) e da Comissão para a Amazônia da CNBB.  
Com informações da Rádio Vaticano. 
Fonte: CNBB

Família, trabalho, silêncio

Dom Fernando Arêas Rifan
Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (RJ)

Essas três palavras caracterizam a vida do grande protetor da Sagrada Família, do patrono dos trabalhadores, o homem da obediência e do silêncio: São José, cuja festa celebraremos amanhã. José é um nome hebraico, cujo significado é “aumento, acréscimo, Deus dê aumento” (Gn 30,24). E que belo nome! Nome honrado, sobretudo por dois grandes personagens bíblicos: no Antigo Testamento, José, o grande provedor do Egito, vendido pelos irmãos e depois vice-rei, figura de Jesus Cristo, e no Novo, São José, esposo da Virgem Maria e pai adotivo de Jesus.

São José era de família nobre, a família real de Davi. Se a sua família ainda estivesse reinando, ele seria um príncipe. Mas a sua nobreza veio principalmente por ter sido escolhido para esposo e guarda da honra daquela que viria a ser a mãe do Filho de Deus feito homem.
Quando ele tinha apenas desposado Maria, primeira parte do casamento hebraico, mas antes de recebê-la em casa, ocorreu a Anunciação e a Encarnação do Filho de Deus. Maria objetou ao Anjo mensageiro a impossibilidade de ter um filho, pois “não conhecia varão” (Lc 1,34), isso apesar de ser noiva de José, o que claramente indica o seu voto de virgindade, de pleno conhecimento do seu futuro esposo. O Anjo, da parte de Deus, lhe garantiu que a concepção daquele filho não seria por obra humana, mas sim “por virtude do Espírito Santo” (Mt 1,18). O próprio José, em sonho, foi advertido pelo anjo do que ocorrera. E ele teria como missão ser o guarda daquela Virgem Mãe e pai nutrício daquele Filho, que era realmente o Filho de Deus. E Jesus lhe dava o nome de pai, sendo conhecido como “o filho do carpinteiro” (Mt 13,55), tido por todos “como sendo filho de José” (Lc 3,23).
São José protegeu a Sagrada Família, sobretudo na fuga para o Egito, quando da perseguição de Herodes ao Menino Jesus. Como chefe e protetor da Sagrada Família, ele se tornou o patrono de todas as famílias. E seu modelo de amor, humildade, paciência e obediência a Deus. : “Do exemplo de São José chega a todos um forte convite a desenvolver com fidelidade, simplicidade e modéstia a tarefa que a Providência nos designou” (Bento XVI).
São José é também o padroeiro dos trabalhadores porque, como carpinteiro, sustentava a Sagrada Família com o seu suor e o trabalho de suas mãos. A festa de São José, como padroeiro dos trabalhadores, se comemora no dia 1º de maio, dia do trabalho. Antes havia uma festa para honrar o Patrocínio de São José, ou seja, sua proteção, seu amparo. Daí o nome muito comum a pessoas e cidades, Patrocínio e José do Patrocínio, em honra do patrocínio de São José.
Tendo tido a mais bela das mortes, pois morreu assistido por Jesus, que ainda não tinha começado a sua vida pública, e por Maria Santíssima, São José é invocado como padroeiro dos moribundos e patrono da boa morte.
O Papa Pio IX proclamou São José patrono da Igreja, que é a família de Deus. Por tantos gloriosos motivos, São José faz jus à honra e à devoção especial que lhe tributamos. 
Fonte: CNBB

CNBB abre credenciamento de jornalistas para a 53ª Assembleia Geral

Os profissionais de imprensa interessados na cobertura da 53ª Assembleia Geral da CNBB (AG), que se realizará de 15 a 24 de abril, em Aparecida (SP), podem solicitar credenciamento até o dia 05 de abril, por meio do cadastro online. A credencial dará acesso ao local do evento e as dependências do Basílica do Santuário Nacional, para cobertura de missas, de acordo com normas estabelecidas.
A Assembleia de 2015 será eletiva. Durante o evento serão escolhidos a Presidência da CNBB, constituída pelos presidente, vice-presidente e secretário geral, e os presidentes das Comissões Episcopais Pastorais. A Assembleia Geral terá como tema central a avaliação global da caminhada da CNBB e a definição das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil para o quadriênio de 2015 a 2019. O Estudo 107 da CNBB, “Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade” estará como tema prioritário.
Orientações
O formulário de credenciamento do profissional/veículo deve ser devidamente preenchido pela internet. Posteriormente, a equipe de Assessoria de Imprensa da CNBB confirmará aos veículos o recebimento do cadastro. As credenciais serão entregues no primeiro dia da Assembleia, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, em Aparecida (SP), mediante apresentação de carteira de identidade.
Informações pelo telefone: (61) 2103-8313 ou imprensa@cnbb.org.br 
Fonte: CNBB

Encerramento dos Festejos a São José em Nossa Área Pastoral



                                                                   
         HOJE ENCERRANDO OS FESTEJOS DE SÃO JOSÉ EM NOSSA ÁREA PASTORAL,TEREMOS  A PROCISSÃO  QUE SAIRÁ ÀS 17:30 DA IGREJA SÃO JOSÉ, AV. POMPÍLIO GOMES(Castelo de Castro), 300.  Após a PROCISSÃO HAVERÁ A SANTA MISSA PRESIDIDA POR PADRE LUCIANO GONZAGA. (VIGÁRIO  DA ÁREA.)                                                                                               CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODAS AS COMUNIDADES DA NOSSA ÁREA,

terça-feira, 17 de março de 2015

A Festa de São José

padre-Brendan200No dia 19 de março celebramos a festa de São José, o pai legal de Cristo, o esposo puríssimo da mais nobre e alta de todas as criaturas, a Santíssima Virgem Maria. Dada a escassez de dados bibliográficos relativos a José, à literatura apócrifa dos primeiros séculos encarregou-se de enriquecê-los a seu gosto. Por exemplo, que José era um homem muito avançado em idade, casada com uma donzela. Não há base histórica para isso.  O nome de José em Hebraico significa: “Deus acrescenta ou cumula de bens”, e de fato José, o carpinteiro de Nazaré, teve um crescimento contínuo de graças e privilégios. Conhecemos pouco sobre a vida de São José: unicamente as rápidas referências transmitidas pelos Evangelhos.  Três passagens, porém, destacam-no acima de todos: “José era homem justo” (Mt 1, 19), “desposada a um homem chamado José” (Lc 1, 27), “a ele darás o nome de Jesus” (Mt 1, 21). Este pouco, contudo, é o suficiente para destacar seu papel primordial na história da salvação.
Pode se disser que a devoção a José é antiga, mas o culto público e litúrgico é bastante recente, com o início no fim de século XV. Em 1870 o papa Pio lX  declarou José patrono da Igreja Católica e, em 1955, o grande papa Pio Xll o declarou patrono dos operários. Dois documentos oficiais do Vaticano falam sobre o culto de São José: a Carta Encíclica “Quamquam Pluries” do papa Leão Xlll e a Exortação Apostólica  “Redemtoris Custos” do papa João Paulo ll (1989). O papa João XXlll pediu sua proteção especial para o Concílio Vaticano ll e acrescentou seu nome ao Cânon da Missa (1962). José é o ele de ligação entre o Antigo e o Novo Testamento e o último dos patriarcas. A missão de José na história da salvação constitui em dar a Jesus um nome, fazê-lo descendente da linhagem de Davi, como era necessário para cumprir as promessas. “A primeira vez que José é mencionado no Evangelho é na cena da anunciação em que Maria é chamada noiva de um homem da casa de Davi de nome José. Depois aparece quando Maria aparentava os sinais de sua divina maternidade e José lhe desconhecia a origem. Ele foi tomado de terrível dúvida, na incerteza de como agir, mas o evangelista diz que, sendo ele “homem justo”, não quis denunciar Maria de infidelidade, mas preferiu tomar uma solução que, salvando a honra de Maria, teria provocado certa odiosidade sobre a sua própria pessoa. Decidiu sumir do lugar” (cf. S.Conti, O Santo do dia, Vozes, Petrópolis, 1990, p. 126).  Foi então em sonho que um anjo o avisou: “José , filho de Davi, não temas receber em tua casa Maria, tua esposa: o que foi gerado nela provém do Espírito Santo, e ela dará à luz um filho a quem porás o nome de Jesus, pois é ele que salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1 20-22). Depois deste fato, ainda se fala dele, quando outra vez o anjo lhe apareceu em sonho avisando-o das intenções diabólicas de Herodes que pretendia matar o Menino Jesus, e o manda fugir para o Egito.  Pela última vez seu nome é mencionado no Evangelho quando recebeu ordem de voltar do Egito porque já tinha falecido o Rei Herodes. Depois disso só se fala dele indiretamente.
“Os evangelistas não citam uma só palavra de José que aparece como o homem do silêncio, escondido e humilde. Mas em compensação ele é o homem do trabalho, para sustentar sua família, é o homem reto, obediente, de fé profunda, inteiramente disponível à vontade de Deus; alguém que amou, creu e esperou em Deus e no Messias contra toda a esperança” (op.cit. p.126). José cooperou com o mistério da Encarnação desde o matrimônio com Maria. Ela foi instrumento direto e físico gerando de sua carne o Verbo. José foi instrumento indireto e moral, por consentir num casamento virginal e por integrar a Sagrada Família.
Este é o santo incomparavelmente grande e simpático que veneramos no dia 19 deste mês de março. Sua figura quase desaparece nos primórdios do Cristianismo, para que se firma melhor a origem divina de Jesus. Porém, grandes santos como São Bernardo, Santo Tomás de Aquino e Santo Afonso Maria de Ligouri lhe dedicaram tratados cheios de devoção e entusiasmo. Desde então seu culto cresceu continuamente. É ainda patrono dos pais de família, dos tesoureiros, dos trabalhadores em geral. É advogado da boa morte e especialmente dos seminários e centros de formação sacerdotal.
                                                      Pe. Brendan Coleman Mc Donald,  Redentorista e Assessor da CNBB Reg. NE1

Campanha da Fraternidade

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)

A Campanha da Fraternidade teve sua origem na Arquidiocese de Natal, no ano de 1961. Padres daquela Arquidiocese idealizaram uma campanha durante a Quaresma daquele ano, em favor das atividades assistenciais e promocionais desenvolvidas, a fim de arrecadar fundos para manutenção das mesmas. Tal iniciativa foi o embrião da Campanha da Fraternidade estendida a toda a Igreja no Brasil.

Ela tem como objetivos permanentes: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade a partir da justiça e do amor, exigência central do Evangelho; renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja na evangelização, na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.
A cada ano a Campanha da Fraternidade aborda um tema com forte incidência sobre a vida social. Assim, ao longo dos anos, a Campanha contribuiu para evidenciar situações que causam sofrimento e morte no seio da sociedade brasileira, nem sempre percebido por todos.
Assim, também, contribui para que o chamado à conversão próprio da Quaresma se estenda ao âmbito comunitário e social, despertando as consciências para as graves situações de injustiça, dor, sofrimento e morte existentes, tendo em vista ações transformadoras. Trata-se de um modo privilegiado de fazer a Páscoa repercutir ainda mais no seio da sociedade, gerando fraternidade e vida.
Passado mais de meio século, pode-se constatar que a Igreja, também por meio da Campanha da Fraternidade, vem exercendo sua missão de anunciar Jesus Cristo, compromissada com a caminhada histórica do povo brasileiro, apontando para a superação de situações marcadas por injustiças e iluminando a vida de todos com a fraternidade, em vista da construção de uma sociedade de irmãos e irmãs.
‘Ao longo de uma história de solidariedade e compromissos com as incontáveis vítimas das inúmeras formas de destruição da vida, a Igreja se reconhece servidora do Deus da vida’. Isso porque existe uma profunda ligação entre evangelização e promoção humana e cuidado pela vida em todas as suas expressões.
A Igreja possui uma missão que lhe é própria: anunciar o Evangelho a toda criatura. Sabe também da responsabilidade que tem de colaborar com a sociedade. Por isso, ela atua em favor de tudo o que eleva a dignidade humana, consolida a coesão social e confere sentido mais profundo à atividade humana. Dessa forma ela colabora para tornar mais humana a família humana e a sua história.
A Campanha da Fraternidade é uma iniciativa privilegiada para que sejamos recordados de que não podemos descuidar de nossos deveres temporais, faltando com os deveres em relação ao próximo e com o próprio Deus.
Os critérios da dignidade humana, do bem comum e da justiça social norteiam o diálogo e a colaboração da Igreja para com a sociedade. É por esses mesmos critérios que a Igreja pauta sua própria atuação, enquanto força de transformação deste mundo à luz do Reino de Deus, anunciado e mostrado presente por Jesus Cristo.
A Campanha da Fraternidade visa a despertar e nutrir no seio de toda a sociedade o espírito comunitário e a verdadeira solidariedade na busca do bem comum, educando para a vida fraterna, a justiça e a caridade, exigências éticas centrais do Evangelho. Assim, a cada ano, através dessa iniciativa, nos é oferecida a oportunidade de integração neste belo momento de comunhão eclesial.
A Igreja, também através da Campanha da Fraternidade 2015, deseja colaborar para despertar a consciência de que as estruturas, as normas, a organização da sociedade devem estar verdadeiramente a serviço de todos; deseja, sobretudo, contribuir para que a festa da Páscoa se torne sempre mais a festa da ‘vida em plenitude para todos’!
 Fonte: CNBB