domingo, 6 de dezembro de 2015

7ª Festa da vida na Arquidiocese de Fortaleza

A Festa da Vida na Arquidiocese de Fortaleza nasceu em 2009 para ser espaço de celebração e visibilização das ações em defesa da vida realizadas pelas pastorais, movimentos, organizações, entidades eclesiais e civis. É um espaço privilegiado de conhecimento, partilha, diálogo, profecia e confraternização das pessoas cuidadoras da vida.
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Com o tema: “Em novos tempos, novas atitudes a favor da vida”, a 7ª Festa da Vida se insere no contexto das celebrações do Jubileu Centenário da Arquidiocese de Fortaleza. Ao mesmo tempo, a Festa é realizada juntamente com o lançamento do Ano da Misericórdia, convocação do Papa Francisco a todas as Igrejas (dioceses) do mundo.
A 7ª Festa da Vida da Arquidiocese de Fortaleza será realizada dia 13 de dezembro de 2015, 3º domingo do Advento, no pátio (estacionamento) da Catedral Metropolitana de Fortaleza, iniciando com a Celebração Eucarística de abertura do Ano da Misericórdia, as 10 h. Após a Celebração, a festa se estende até às 17 horas.
Informações com:
Setor de Comunicação – Janayna (85) 3388 8703;
Secretariado de Pastoral – Rosélia (85) 3388-8701; (85) 3388-8723

Venha participar da Procissão da Misericórdia

Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Metropolitano de Fortaleza convida todo o povo de Deus para participar das celebrações de abertura do ANO DA MISERICÓRDIA, instituído pelo Papa Francisco.
Em Fortaleza a abertura que se dará no domingo dia 13 de dezembro de 2015 em três momentos:
  1. Procissão da Misericórdia – que sairá às 8h30min da Igreja do Pequeno Grande ( localizada na Avenida Santos Dumont, 55 – Centro – Fortaleza/CE ) até a Catedral Metropolitana;

  1. Solene Celebração Eucarística na Catedral de Fortaleza – onde acontecerá o ritual da abertura da Porta da Misericórdia. A Santa Missa está marcada para às 10 horas e contará com a presença dos padres, religiosos, seminaristas e leigos da nossa Igreja Alencarina;


  1. A VII Festa da Vida – evento que enaltece e dá visibilidade as expressões de misericórdia e promoção da vida realizada pelas Pastorais, Organismos, Movimentos e Serviços da Arquidiocese.  O evento acontecerá em torno da Catedral Metropolitana.

Venha participar desse momento de graça, alegria e celebração da vida.

Sejamos semeadores e testemunhas da Misericórdia!

Informações (85) 3388.8703  ou 9 9921.6742 com Marta Andrade no Setor de Comunicação da Arquidiocese
(85) 9 9909.6875 – Padre Francisco Ivan  – Coordenador de Liturgia da Arquidiocesedomjose450

Jubileu da Misericórdia

Dom José Gislon
Bispo de Erexim (RS)

No próximo dia 8 de dezembro, terça-feira, solenidade da Imaculada Conceição de N. Sra. e cinquentenário da conclusão do Concílio Ecumênico Vaticano II, terá início, na Igreja Católica, o Jubileu Extraordinário da Misericórdia. Assim como na vida de uma família, a celebração do jubileu de matrimônio dos pais motiva todas as pessoas a participarem como um momento de graça e de alegria pela perseverança no amor do casal, na Igreja, a celebração do Jubileu da Misericórdia, é um momento especial para abrirmos as portas do nosso coração e deixarmos que a misericórdia de Deus renove a nossa vida, na fé, na alegria, no amor, na esperança, na caridade e na justiça.
O Jubileu da Misericórdia é para ser vivido à luz da palavra do Senhor. Por isso, traz como lema: “Misericordiosos como o Pai”, lembrando as palavras do Evangelho de São Lucas: “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso” (Lc 6,27). Portanto, celebrar o Jubileu é peregrinar, é fazer um caminho de renovação espiritual interior através de um conhecimento mais profundo da Palavra do Senhor. Esse conhecimento ou familiaridade com a Palavra de Deus, podemos adquiri-lo através da leitura ou da escuta. Mas para que não fique só conhecimento ou caia no vazio, precisamos recuperar o valor do silêncio, para meditar a Palavra, rompendo a barreira da superficialidade que domina as relações na sociedade do nosso tempo, tanto no aspecto humano como no espiritual. Deixemos, portanto, que a Palavra de Deus alimente a nossa vida de fé, os nossos gestos de caridade, o nosso amor pelo próximo, as nossas relações humanas, a nossa disponibilidade de discípulos e missionários do Reino, anunciadores e construtores de paz. Assim, poderemos não apenas sonhar com um mundo novo, onde as relações sejam mais fraternas, mais humanas e pacíficas, mas também solidárias e comprometidas com a defesa da vida e da casa comum, porque nos sentiremos mais irmãos. Irmãos que se amam, porque amados e reconciliados pela ternura e misericórdia de Deus.
O Jubileu da Misericórdia pode ser um tempo de graça na caminhada de fé e na vida espiritual de cada um de nós. Depende de como vamos acolhê-lo e vivê-lo. Podemos não acolhê-lo ou vivê-lo na indiferença, como algo muito distante da nossa vida de fé. Mas podemos também abrir as portas do coração para viver este momento único, lembrando que a misericórdia é a perfeição da essência divina, o coração do Evangelho, segundo nosso Papa Francisco. Deus perdoa e a misericórdia divina transborda toda medida. Deixe que ela chegue até o seu coração, neste ano do Jubileu da Misericórdia.
Tende todos um bom domingo.
Fonte: CNBB

Dom Leonardo Steiner fala da abertura do Ano da Misericórdia

O Ano Santo convocado pelo papa Francisco concluirá em novembro de 2016
No dia 8 de dezembro, terá início o Jubileu Extraordinário da Misericórdia, com abertura da Porta Santa no Vaticano. Com o lema “Sede misericordiosos como o Pai”, o Ano da Misericórdia, convocado pelo papa Francisco, concluirá em novembro de 2016.
O início do Ano Santo marca as celebrações do 50º aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II. A iniciativa convida os fiéis do mundo inteiro a celebrarem o sacramento da Reconciliação.
O bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Steiner, recorda que abertura do Ano da Misericórdia coincide com a Festa da Imaculada Conceição.   
“Essa data da abertura da Porta Santa tem significado todo especial. É a Virgem Maria que nos trouxe a misericórdia por meio de Jesus. Ela acolheu e deu a luz à misericórdia. A exemplo dela, somos também convocados a sermos sinais do amor e do perdão”, comenta dom Leonardo. 
Abertura da porta-santa 
No dia 13 de dezembro, serão abertas as portas-santas nas catedrais e santuários do mundo, em comunhão com a Igreja de Roma. Dom Leonardo explica que os templos são locais de peregrinação e oração, que favorecem o encontro com a misericórdia.
Para o bispo, o gesto simbólico de abrir as portas revela o encontro. “É um gesto muito bonito, o abrir a porta. Quando o filho está para chegar, a mãe abre a porta. Ao visitar alguém, somos recebidos com as portas abertas. Representa deixar vir e, ao mesmo tempo,  ir ao encontro. Passar pela porta da misericórdia também é revelar a busca pela misericórdia”, disse dom Leonardo. 
Iniciativas nas dioceses 
A Igreja no Brasil, por meio das dioceses, organizará diferentes atividades ao longo da Ano Santo. A CNBB publicará materiais de apoio. 
 “O Santo Padre ao proclamar o Ano da Misericórdia deu muita importância à diocese. Cada igreja particular fará sua peregrinação misericordiosa. Os bispos da CNBB, por meio do Conselho Permanente, sugeriram que haja peregrinações nas dioceses, encontros, celebrações, produção de subsídios que auxiliem as comunidades. Mas, cada diocese deve achar meios para celebrar bem o Ano da Misericórdia”, acrescenta.
Dom Leonardo acredita, ainda, que o Ano da Misericórdia deverá suscitar atos simples, de convivência, respeito e perdão entre as pessoas. “A misericórdia faz parte do nosso dia a dia onde manifestamos nossas relações. Por isso, fazemos a experiência das frustrações, das ofensas, do encontro com os pobres e com aqueles que não possuem a mesma fé. Então, é na convivência diária que podemos perceber, a partir da misericórdia de Deus, que somos chamados a sermos misericordiosos como o Pai”, pontua o bispo.
Confira outras informações sobre o Ano da Misericórdia no site: www.iubilaeummisericordiae.va

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Jubileu da Misericórdia

Dom Adelar Baruffi
Bispo de Cruz Alta (RS)


O Papa Francisco proclamou para toda a Igreja, um Ano Jubilar, o Ano Santo da Misericórdia. Abrirá a Porta Santa, na Basílica São Pedro, em Roma, no dia 08 de dezembro, dia da Imaculada Conceição e celebração dos 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II. Quer o Papa manter viva a memória e as grandes intuições deste marcante acontecimento eclesial. O Ano Jubilar se concluirá com a Solenidade de Cristo Rei, no dia 20 de novembro de 2016. Em todas as dioceses do mundo, a abertura solene acontecerá no dia 13 de dezembro, na catedral diocesana.
O Ano Santo Jubilar tem suas raízes numa instituição do Antigo Testamento. É um ano marcado pelo perdão e pela reconciliação, para renovar o sonho de Deus de um mundo fraterno, sem exclusões e injustiças (cf. Lv 25,8-17). É marcado pelo júbilo: “será um ano de júbilo” (Lv 25,11). A alegria do Ano Santo é “a alegria do Evangelho”, no coração do qual encontramos Jesus Cristo, “o rosto da misericórdia do Pai”. “Com sua palavra, os seus gestos e toda a sua pessoa, Jesus de Nazaré revela a misericórdia de Deus.” (MV 1).
Por que um Jubileu da Misericórdia? A misericórdia é a virtude que sintetiza o ser e o agir de Deus e, consequentemente, do cristão. O nome de Deus é misericórdia, diz o Papa. Por isso, “precisamos sempre contemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição de nossa salvação. Misericórdia: é a palavra que revela o mistério da Santíssima Trindade. Misericórdia: é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Misericórdia é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa humana, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia: é o caminho que une Deus e o homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado.” (MV 2).
Como viver o Jubileu da Misericórdia? O lema do Jubileu já indica seu objetivo: “Misericordiosos como o Pai” (Lc 6,36). Indico dois caminhos. Primeiramente somos convidados a contemplar a misericórdia de Deus em nossas vidas e na humanidade, manifestada em Jesus Cristo. Nos ajuda a acolhida da Palavra, sobretudo dos Salmos e Parábolas da Misericórdia. Esta contemplação nos leva à ação de graças a Deus e ao compromisso. Por isso, o segundo caminho é nos educarmos para a misericórdia como o modo de viver do cristão. Como nos diz o Papa, a Igreja deve ser “um oásis de misericórdia”. Esta se concretiza de muitas maneiras: na vivência das obras de misericórdia no cotidiano da vida; educar-se para o perdão e a acolhida como caminhos para a paz; aprofundar o sentido do sacramento da reconciliação; debruçar-se e ir ao encontro, com o coração, da miséria humana, como sugere a própria palavra “misericórdia”; erradicar da vida pessoal e social a corrupção, que “é uma obra das trevas” (MV 19); peregrinar até uma “porta santa”, como sinal de nosso caminho espiritual e obter as indulgências oferecidas pela Igreja. Oportunamente aprofundaremos estas indicações. 
Maria, “mãe da Misericórdia”, volva para nós seu olhar misericordioso e nos ajude na urgente missão de anunciar e testemunhar a misericórdia de Deus. 
Fonte: CNBB

Iniciação à vida cristã

Dom Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre (RS)
Em 2016, a Arquidiocese de Porto Alegre vai inaugurar o projeto de renovação de suas comunidades a partir da Iniciação à Vida Cristã. Queremos dar um novo impulso à Pastoral do Batismo, à catequese de preparação para a Eucaristia, à Crisma e à Iniciação Cristã de Adultos. Desejamos, portanto, propor um itinerário catequético que leve ao encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo. 
Iniciar, iniciação, indica um processo, aponta um caminho. Iniciação à Vida Cristã diz de um modo de ser e de viver. Expressa um processo a ser cumprido ao longo de um caminho, qual itinerário de vida – e vida cristã. A qualificação ‘cristã’ é referência ao modo de ser, crer, viver e agir de Jesus Cristo. 
A comunidade de fé não se constitui simplesmente de admiradores, simpatizantes ou adeptos, mas, essencialmente, de mulheres e de homens que se sabem discípulos e discípulas do homem que passou por entre nós fazendo o bem (At 10, 38), e que fazia bem todas as coisas (Mc 7,37). 
O discipulado pressupõe um caminho progressivo. Caminho este que ninguém pode realizar sozinho; requer alguém que conduza pela mão quem se dispõe a percorrê-lo. O caminho tem início com o primeiro anúncio, que apresenta o núcleo da fé e a comunidade cristã. Depois, se passa ao contato direto com a Boa-Nova de Jesus Cristo, através da qual o iniciado vai percebendo o que significa a vida nova e suas exigências, para, em seguida, responder pessoalmente ao convite do Senhor: Vem, e segue-me (Mt 19,21). 
Para tanto, se faz necessária uma pedagogia que introduza a pessoa passo a passo até chegar à plena apropriação do mistério, a fim de que se atinja um estado de maturidade, isto é, para que as pessoas sejam capazes de decisões verdadeiramente livres e responsáveis (Papa Francisco, EG 171). 
A Iniciação Cristã é uma exigência da missão da Igreja: formar cristãos firmes e conscientes para os novos tempos em que a opção religiosa é uma escolha, e não simplesmente tradição e imersão cultural. Este é um dever que temos como servidores do Evangelho.
Os Bispos da América Latina e Caribe, reunidos em Aparecida, em 2007, afirmaram que ser discípulo é dom destinado a crescer. A Iniciação Cristã dá a possibilidade de uma aprendizagem gradual no conhecimento, no amor e no seguimento de Cristo. Dessa forma, ela forja a identidade cristã com as convicções fundamentais e acompanha a busca do sentido da vida. É necessário assumir a dinâmica catequética da Iniciação Cristã. Uma comunidade que assume a Iniciação Cristã renova sua vida comunitária e desperta seu caráter missionário (n. 291)
O Papa Francisco tem insistido na necessidade de sermos ousados e criativos. Ousados, pois os tempos mudaram, a visão antropológica se transformou, a compreensão e a prática da fé cristã precisam de novo ardor. Criativos, porque o fenômeno mesmo da globalização exige novos métodos e novas expressões.
Cremos que somente uma comunidade de iniciados há de cooperar para a transformação do mundo para melhor, segundo os critérios do Evangelho. Para tanto, os primeiros a necessitarem de ousadia, criatividade e novo ardor talvez sejam os próprios agentes evangelizadores! 
Em 2016, estaremos inaugurando um caminho novo de catequese. Por isso, estamos revisando nossas práticas. Queremos, sobretudo, reacender a alegria e o ânimo de evangelizar. Uma nova catequese haverá de favorecer a vida de comunidades renovadas. 
Fonte: CNBB

Padre Almir Magalhães palestra sobre a Prioridade 2 da CNBB NE 1



A tarde deste sábado na Assembleia Arquidiocesana de Pastoral iniciou-se com a palestra de Padre Almir Magalhães sobre a Prioridade 2 da CNBB NE 1 – “Caráter social de toda a ação da Igreja na defesa da vida no campo e na cidade”.
O sacerdote em suas colocações enfatizou a importância de uma igreja que busque a paz social, ou seja, que promova a dignidade da pessoa humana e do bem estar social. Comentou ainda que as paróquias precisam ir além da caridade assistencialista e/ou emergencial, afinal a dimensão social na igreja não deve interessar somente as pastorais sociais, mas toda a estrutura eclesial. O mesmo citou ainda em sua fala as palavras do Papa Paulo VI que afirmava ” A política é uma maneira exigente de viver o compromisso cristão a serviço dos outros”.
Francisco Gonçalves Maciel, Secretário da Região Episcopal Metropolitana São José
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Fonte: Arquidiocese de Fortaleza