quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Padre Luciano,4 anos de VIDA SACERDOTAL






Padre Luciano ,hoje louvamos a Deus, pelo dom de sua vida, de quem a Providência Divina se serviu, a fim de nos permitir estar aqui para agradecermos mais um ano de sua ordenação sacerdotal.

 Dia 22 de Dezembro, um dia abençoado  e para nós  um dia de também agradecer principalmente à Deus, pois Ele recebeu nesse dia o seu Sim .

Na vida, há acontecimentos e datas que não podemos esquecer e no que diz respeito a sua vocação, muito mais se torna importante fazer memória, principalmente como atitude de ação de graças pelo dom recebido.

 A Área Pastoral São José é abençoada pela sua presença e pelo seu trabalho, sua sabedoria pastoral e também os seus conselhos que sempre nos direcionam para o caminho certo.

 Hoje, nós, agentes de pastorais, compreendemos um pouco a vocação para o sacerdócio, como sendo um dom divinal, um dom para o qual é preciso abrir mão de muitas coisas  essenciais na vida como família, o conforto, os amigos, a liberdade, um verdadeiro despojar-se de si mesmo, para que no fim, se obtenha o tudo ofertado pelas mãos de Deus.

 Podemos afirmar Padre Luciano, que comemorar o aniversário de ordenação é comemorar a vida, pois o sacerdote não é apenas o homem da liturgia, mas, aquele que faz da sua vida,um culto litúrgico, identificando-se com a realidade da cruz, que é doação, amor e entrega aos irmãos e a Igreja, fazendo da sua vida um sacramento intenso e fecundo.E ser grato, estar disposto, muitas vezes não é compreendido, é ser forte, destemido, mesmo que o coração esteja partido pela dor,sorrir em meio a tristeza.

 Padre Luciano, festejar mais um ano de ordenação sacerdotal é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, ensinar novas lições, sorrir novos motivos, amar mais ao próximo e dar cada vez mais amparo, rezar mais preces e agradecer cada vez mais vezes e também amadurecer um pouco mais e olhar a sua missão de lançar as redes como uma dádiva de Deus.
Por tudo isto, Padre Luciano  agradecemos pelo seu contínuo esforço,zelo e dedicação e principalmente, por ser este fiel amigo e pai espiritual que conduz, amorosamente nossos passos em direção a Deus.

O Papa Francisco nos diz: “A primeira verdade da Igreja é o amor de Cristo. E, deste amor que vai até ao perdão e ao dom de si mesmo, a Igreja faz-se serva e mediadora junto dos homens. Por isso, onde a Igreja estiver presente, aí deve ser evidente a misericórdia do Pai”. Que Neste Ano da Misericórdia, o senhor encontre cada vez mais o apoio de suas ovelhas e consiga levar mais e mais o AMOR e a MISERICÓRDIA à toda criatura.                                                                                        Parabéns...

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O Papa Francisco e a Bula Misericordiae Vultus



"No Natal, celebramos a vinda de Jesus Cristo. O Papa Francisco inicia a sua Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia afirmando o seguinte: “Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai. O mistério da fé cristã parece encontrar nestas palavras a sua síntese. Tal misericórdia tornou-se viva, visível e atingiu o seu clímax em Jesus de Nazaré”.2 No Natal, a misericórdia de Deus vem ao nosso encontro na pessoa de Jesus. Devemos ver nele e aprender dele as exigências da misericórdia, assim como nos alegrar, porque Deus nos ama tanto.

A misericórdia, no dizer do Papa Francisco, é o ato último e supremo pelo qual Deus vem ao nosso encontro. Deus é amor e a misericórdia é a forma amorosa que Deus escolheu para se relacionar conosco. Jesus nos disse: “Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros” (Jo 13,34). Jesus nos mostrou o amor misericordioso de Deus para conosco e nós devemos nos aprofundar na vivência da misericórdia para sermos obedientes ao novo mandamento de Jesus.
Para que possamos crescer na vivência da misericórdia, é necessário que façamos a experiência da misericórdia que Deus tem por nós, é necessário que experimentemos o seu amor em nossas vidas. E o amor de Deus se manifesta de forma mais profunda no perdão dos pecados. Todos nós experimentamos esse amor, pois todos somos pecadores, mas nem sempre temos consciência disso.
A partir dessa tomada de consciência, poderemos mostrar ao mundo, conforme nos pede o Papa Francisco, que “a misericórdia de Deus não é uma ideia abstrata, mas uma realidade concreta, pela qual Ele revela o seu amor como o de um pai e de uma mãe que se comovem pelo próprio filho até o mais íntimo das suas vísceras”.
Com isso, percebemos a importância da misericórdia no trabalho evangelizador: precisamos levar a humanidade a fazer a experiência do amor misericordioso de Deus, não só em vista da própria salvação, mas também para desenvolver com os irmãos e as irmãs novas formas de relacionamento fundamentadas na misericórdia como caminho de superação da cultura da morte presente na nossa sociedade através da construção da civilização do amor.
O Papa Francisco, na Bula Misericordiae Vultus, nos diz que “A Igreja tem a missão de anunciar a misericórdia de Deus, coração pulsante do Evangelho, que por meio dela deve chegar ao coração e à mente de cada pessoa” (n. 12). Por causa disso, a Campanha para a Evangelização deste ano escolheu como tema a Misericórdia.
O Natal é, por excelência, a experiência do Deus misericordioso que enviou seu Filho ao mundo para concretizar o seu plano salvífico da humanidade. Somos convidados a fazer deste Natal, no contexto do Ano Santo Extraordinário da Misericórdia, uma rica experiência do amor de Deus.
O mundo precisa fazer esta experiência nova de Natal para viver seu verdadeiro espírito. Como sabemos, o Natal se tornou uma festa mundana: a festa do comércio, do lucro, do consumo, da gula e da embriaguez. Em nome do nascimento de Jesus, muita gente faz tudo o que Ele não faria nem gostaria que alguém fizesse. O mito do Papai Noel é o dono da festa e muitos são excluídos dela por falta de recursos. É uma experiência de pura materialidade.
O Papa Francisco nos diz: “A primeira verdade da Igreja é o amor de Cristo. E, deste amor que vai até ao perdão e ao dom de si mesmo, a Igreja faz-se serva e mediadora junto dos homens. Por isso, onde a Igreja estiver presente, aí deve ser evidente a misericórdia do Pai”. Que o Natal seja marcado pela presença evangelizadora da Igreja anunciando a misericórdia.
Jesus é a maior manifestação da misericórdia de Deus.
Fonte:  CNBB (Sedes Misericordiosos )

HORÁRIOS DAS MISSAS DE NATAL E FIM DE ANO NA ÁREA PASTORAL SÃO JOSÉ





Desejamos à todos um FELIZ NATAL e um ANO NOVO cheio de PAZ,SAÚDE,  PROSPERIDADE e muito AMOR!


ANIVERSÁRIO DA CATEDRAL DE FORTALEZA

Catedral hoje
Celebramos nesta Terça-feira, dia 22 de dezembro, o aniversário de Dedicação da Catedral Metropolitana de Fortaleza.  Após a demolição da antiga Igreja da Sé que aconteceu  em setembro de 1938, foi plantada a pedra fundamental, início simbólico da edificação da nova Igreja-Mãe de Fortaleza.
Após 40 anos de construção a conhecida Igreja da Sé foi inaugurada por Dom Aloísio Lorscheider no dia 22 de dezembro de 1978. O novo templo que hoje contemplamos tem capacidade para cinco mil pessoas e destaca-se por seu tamanho, beleza e imponência arquitetônica. Seu projeto é de autoria do engenheiro francês George Mounier que se inspirou na belíssima Catedral de Colônia, na Alemanha.
Construída em formado de uma grande cruz, a Catedral de Fortaleza que hoje completa 37 anos, é o cenário das grandes celebrações da igreja local, por exemplo: as celebrações litúrgicas da Quaresma, da Páscoa, do Natal, Campanha da Fraternidade, Catequese quaresmais, festa de São José, encerramento da Caminhada com Maria e Caminhada Penitencial, etc.. Na nave central existe três capelas: Capela do Santíssimo, Capela de São José e Capela de Nossa Senhora da Assunção.
A igreja mãe da arquidiocese possui um grande acervo de belos vitrais:
– O Brasão da Arquidiocese – a cima da porta central
– São Pedro e São Paulo – estão à direita e a esquerda da porta central
– 3 grandes Rosáceas ( São José, Nossa Senhora das Dores e da Eucaristia );
– 7 rosas representadas pelos dos sacramentos ( Batismo, Eucaristia, Reconciliação ou Confissão, Crisma, Unção dos Enfermos, Matrimônio e Ordem) destaque no seu altar mor, na pia batismal e na Capela do Santíssimo Sacramento;
– 12 apóstolos de Jesus (Pedro, André, Tiago, João, Filipe, Bartolomeu, Tomé, Matheus, Tiago filho de Alfeu, Judas Tadeu, Simão Cananeu, Matias)  – situados 6 a direita e 6 a esquerda na nave central;
– 6 papas ligados à Arquidiocese ( Pio IX, Leão XIII, Pio X, Bento XV, Pio XI e Pio XII ) – localizados na nave central em cima dos discípulos;
–  Na parte superior da nave central  e laterais também é possível visualizar 24 personalidades bíblicas do Antigo Testamento ( Adão, Eva, Noé, Sem, Moisés, Arão, Melquisedec, Abraão, Isaac, Jacó, José filho de Jacó, Abel, Elias, Eliseu, Judite, Ester, Matatias, Eleazar, Samuel, Davi, Gedeão, Judas Macabeu, Suzana e Ruth ).
Nas partes laterais superior do altar estão os 4 profetas maiores ( Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel ) e os 12 profetas menores (Zacarias, Malaquias, Oseas, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuc, Sofonias e Ageu).
No centro superior do Altar estão 5 cenas que lembram a Eucaristia ( Jesus no poço com a Samaritana; As Bodas de Caná; A multiplicação dos pães; O banquete nupcial e Os discípulos de Emaús ).
Sobre as portas da Capela do Santíssimo e da Sacristia estão os quatro evangelistas ( Mateus, Marcos, Lucas e João).
Atrás do altar estão os vitrais com os mistérios do Rosário ( Gozosos, Dolorosos e Gloriosos )
Existe, ainda, os vitrais dos Santos devotos da Eucaristia ( Santa Maria Madalena de Pazzi, São Pascoal Bailão, Santa Catarina de Gênova, Santo Tomás de Aquino, Santa Rosa de Lima, Santa Juliana de Falconieri e São Tarcísio ); As sete dores de Nossa Senhora ( Apresentação no templo, Fuga para o Egito, Jesus no templo entre os doutores, O encontro com Jesus a caminho do Calvário, Crucifixão, Descida da cruz e Sepultamento de Jesus ); As aparições de Nossa Senhora ( em Fátima, à Catarina Labouré e em Lourdes ); Os Santos Populares ( Santo Antônio, São Sebastião, Santa Terezinha do Menino Jesus, Santa Margarida Maria Alacoque, São Francisco de Sales, São João Bosco, São Vicente de Paulo, Santo Inácio de Loiola, Santo Cura D’Ars e  Sant’ana ); Os quatros primeiros fundadores de ordens religiosas ( São Basílio Magno, Santo Agostinho, São Bento e São Francisco ); e Os anjos ( São Miguel, São Gabriel e São Rafael );
Algumas particularidades que nem sempre são conhecidas pelo povo cearense estão em seu subsolo, na cripta da Catedral, tais como:  a Capela dos Santos Adolescentes, a Capela do Cristo Ressuscitado onde estão sepultados alguns bispos ( Dom Manuel da Silva Gomes, Dom Antônio de Almeida Lustosa, Dom Raimundo de Castro e Silva, Dom José Terceiro de Souza, Dom Guido Maria Casullo, Dom José Bezerra Coutinho, Monsenhor José Quinderé e Monsenhor Tito Guedes Cavalcante)  ea Secretaria da paróquia.
Padre Clairton Alexandrino é atualmente o pároco da Catedral Metropolitana de Fortaleza e conta com a colaboração de 12 funcionários.

HORÁRIOS DAS MISSAS NA CATEDRAL
– Segunda a sexta-feira: 12 horas;
– Domingos: 10h, 12h, 18h30min e 20h

Marta Andrade, Setor de Comunicação da Arquidiocese de Fortaleza
Vale apena conferir as fotos: 
Catedral Antiga
Antiga Catedral de Fortaleza

Bispo Auxiliar, dom Rosalvo, celebra na Barra do Ceará

A comunidade de São José Cimpelco, na Barra do Ceará, realizará no dia 23 de dezembro missa com dom Rosalvo, bispo auxiliar da Arquidiocese de Fortaleza, às 19 horas.
Informações pelo fone: (85) 9 8949-5849 – Paulo

“Natal no Ano da Misericórdia”

Editorial – dezembro 2015

“Natal no Ano da Misericórdia”domjose200

                 Estamos celebrando mais uma vez o Natal de Jesus, expressão maravilhosa da misericórdia divina. E neste iniciado Ano Jubilar Extraordinário da Misericórdia instituído pelo Papa Francisco, somos levados à contemplação do mistério revelado: Deus milagrosamente rompeu o abismo que se poderia pensar entre o Criador e a criatura, fazendo-se Ele mesmo criatura entre as suas.
São Paulo aos cristãos de Filipos exortava como fruto do encontro humano com Cristo, Deus entre nós:2, 5 Tenham em vocês os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo: 6 Ele tinha a condição divina, mas não se apegou a sua igualdade com Deus.7 Pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-se semelhante aos homens. Assim, apresentando-se como simples homem, 8 humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz! 9 Por isso, Deus o exaltou grandemente, e lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome; 10 para que, ao nome de Jesus, se dobre todo joelho no céu, na terra e sob a terra; 11 e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.”
                E assim se fez para elevar a humanidade, de sua condição de pecado e de morte, à glória da filiação divina. E a todos, em Cristo, o Filho Eterno feito homem, por infinita condescendência e misericórdia, faz participantes da natureza e vida divinas.
A isto se dá o nome de misericórdia: o coração voltado ao miserável. E por fidelidade divina, ternura, compaixão e o desejo irredutível de Deus de fazer de sua criatura humana, verdadeira imagem e semelhança sua.
Na tradição litúrgica cristã, o Natal surgiu como uma solenidade que é já “pequena páscoa”, expressão na humildade humana do nascimento, da comunhão misteriosa que Deus realiza com sua criatura humana, fazendo-se carne e habitante entre nós. A expressão máxima e consumada desta misericórdia divina, que ultrapassa qualquer imaginação, se cumprirá na “páscoa da morte e ressurreição”. Na pequena páscoa Deus se esconde na humanidade, se expressa em sua fragilidade. E esta chegará à sua consumação na morte de cruz – suprema humanização de Deus. Na páscoa da ressurreição a humanidade se expressa em divindade – suprema divinização do homem. E para ela agora toda a humanidade caminha como destino certo e definitivo.
Assim reza uma oração litúrgica muito antiga da solenidade do Natal do Senhor na Missa do dia: “Ó Deus, que criastes o ser humano e mais admiravelmente restabelecestes a sua dignidade, dai-nos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.” Aqui está a expressão mais consumada da misericórdia divina que faz comunhão plena conosco. Ele supera tudo o que desumaniza a pessoa humana e a eleva a uma altura jamais sonhada.
Desta fonte de misericórdia virá para a humanidade uma torrente que se espalhará nela no espaço e no tempo: a misericórdia entre as pessoas humanas. Se assim Deus ama sua criatura, assim o mesmo Amor no coração humano renovado tomará imprevistas formas. Os relacionamentos humanos serão conformados pelos mesmos sentimentos e atitudes do misericordioso Deus. “Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso…” (Lc 6, 36), exorta Jesus a todos os que dele se aproximam. E Ele mesmo dá exemplo vivo desta misericórdia: “Assim vocês se tornarão filhos do Pai que está no céu, porque ele faz o sol nascer sobre maus e bons, e a chuva cair sobre justos e injustos.” Mt 5, 45.
E a consequência desta corrente de misericórdia será uma grande, imensa e única comunhão universal. E todos se tornam membros de uma mesma realidade humana e divina: a comunhão dos homens com Deus e entre si. Milagre impensável da misericórdia: coisa que os olhos humanos jamais viram, os ouvidos jamais ouviram e o coração humano jamais sonhou! – 20 “Eu não te peço só por estes, mas também por aqueles que vão acreditar em mim por causa da palavra deles, 21 para que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti. E para que também eles estejam em nós, a fim de que o mundo acredite que tu me enviaste. 22 Eu mesmo dei a eles a glória que tu me deste, para que eles sejam um, como nós somos um. 23 Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos na unidade, e para que o mundo reconheça que tu me enviaste e que os amaste, como amaste a mim. 24 Pai, aqueles que tu me deste, eu quero que eles estejam comigo onde eu estiver, para que eles contemplem a minha glória que tu me deste, pois me amaste antes da criação do mundo. 25 Pai justo, o mundo não te reconheceu, mas eu te reconheci. Estes também reconheceram que tu me enviaste. 26 E eu tornei o teu nome conhecido para eles. E continuarei a torná-lo conhecido, para que o amor com que me amaste esteja neles, e eu mesmo esteja neles.”Jo 17. Esta é a vitória da misericórdia! Entre nós ela nasce na carne humana!

+ José Antonio Aparecido Tosi Marques
Arcebispo Metropolitano

Estudo n° 107 da CNBB ganhará nova versão

A edição será apresentada durante a 54ª Assembleia Geral dos Bispos
A comissão responsável por analisar o Estudo nº 107 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),“Cristãos Leigos e Leigas na Igreja e na Sociedade”,  discutiu, no último dia 17, em Brasília, a nova versão do texto para ser apresentada ao episcopado brasileiro durante a 54ª Assembleia Geral dos Bispos, que acontecerá em Aparecida (SP), em abril de 2016.
De acordo com o bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) e membro da comissão, dom João Justino, no próximo mês, a nova versão do texto já estará pronta. “Esperamos que em janeiro possa ser enviada essa nova versão que já tem muitas contribuições de todo o país, que vão enriquecendo cada vez mais o texto”, afirmou.
Texto
O Estudo n°107 é dirigido ao laicato, baseia-se no método ver-julgar-agir e divide-se em três capítulos: “O Mundo Atual: Esperanças e Angústias”, “O Sujeito eclesial: Cidadãos, Discípulos e Missionários”, e “A ação Transformadora na Igreja e no Mundo”. 

 Fonte: CNBB